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quinta-feira, 23 de março de 2017

INSTITUTOS CERVANTES DO BRASIL

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Instituto Cervantes do Rio de Janeiro, em 13 de março.

Professores dos Institutos Cervantes do Brasil convocam 20 dias de greve

Profissionais argumentam que seus salários estão congelados desde 2009, enquanto a inflação acumulada no período passou de 65%

São Paulo - el pais brasil
Professores dos Institutos Cervantes do Brasil convocam 20 dias de greve

Os professores dos oito Institutos Cervantes do Brasil começaram, nesta terça-feira, uma paralisação de dois dias para exigir um aumento de salário, que está congelado desde 2009. As paralisações se repetirão por mais 18 dias durante o primeiro semestre no país que tem a maior rede de unidades do organismo cultural espanhol em todo mundo. O salário anual dos professores enviados da Espanha ao Brasil é de 31.982,90 euros (105.500 reais) brutos, dividido em 14 pagamentos. “Estamos entre os mais mal pagos. Recebemos em média 30% a menos que outros professores da rede”, explica Luís Martín Carretero, representante sindical no Instituto Cervantes de Brasília.

A greve, na qual participam todos os 17 professores do quadro efetivo do Instituto, será “progressiva”, diz Martín. Além das paralisações em 21 e 22 de março, os professores pretendem parar quatro dias em abril, seis em maio e oito em junho. Caso não seja negociado um aumento de salário, os docentes voltarão a mobilizar-se também no segundo semestre. A secretaria-geral do Instituto Cervantes afirma que a instituição vê a greve “com naturalidade” e que está “muito sensibilizada com a questão que afeta os professores”. Mas o organismo também adverte que será preciso repor as aulas para que “os direitos dos alunos, que pagaram por elas”, não sejam afetados.

Os professores argumentam que o Brasil tem um custo de vida muito alto. Entre janeiro de 2009 e dezembro de 2016, a inflação acumulada passou de 65%, segundo os dados oficiais. Além disso, os profissionais estrangeiros do Instituto Cervantes recebem em euros e estão sujeitos às variações do câmbio – algo que pode ser vantajoso ou não. Assim, em 2011 um euro chegou a valer apenas 2,20 reais; em 2015, tinha aumentado para 4,50 reais; hoje, março de 2017, vale 3,30 reais. Os altos cargos do Instituto – diretores, administradores e coordenadores acadêmicos – recebem benefícios que complementam seus pagamentos. Os salários dos profissionais locais, que ganham em reais e têm contratos sob a legislação brasileira, são ajustados anualmente segundo a inflação. Mas os professores efetivos não tiveram nenhum aumento desde 2009.

“Quando cheguei, fui morar sozinho em um apartamento. Hoje vivo com minha esposa, mas se continuasse sozinho, teria de ir para a favela ou a um bairro no subúrbio. Vou ao supermercado e economizo ao máximo. Compro o que preciso, não o que quero. E se antes costumava comer fora, agora tenho de levar a comida ao trabalho todos os dias”, explica o professor barcelonês Joan Maresma, de 47 anos, que chegou ao Rio de Janeiro em 2004. “Não sei como faz quem tem filhos”.

Martín, que chegou a Brasília em 2007, explica que precisa viver em uma quitinete e não pode viajar nas férias. “Pagam-nos um seguro privado de saúde, mas quando temos qualquer problema ou consulta médica precisamos adiantar o dinheiro para depois sermos reembolsados. Mas nem temos esse dinheiro para adiantar!”, explica o professor, natural de Almería, de 50 anos. Conta, além disso, que os profissionais estrangeiros estão no Brasil como funcionários da embaixada e, por isso, não podem dar aulas particulares ou trabalhar em uma universidade para complementar a renda.

Depois de sucessivos cortes (13,9% a menos entre 2012 e 2013), vendas de imóveis e fechamento de unidades (uma delas no Brasil), o Instituto voltou a aumentar seu orçamento em 2014. Desde então, diz Martín, os professores pedem que parte desse aumento seja destinado ao incremento dos salários defasados. Finalmente decidiram convocar vários dias de greve depois que, ainda segundo Martín, os pedidos ficaram sem resposta.

Fontes do organismo afirmam que, em uma viagem a Brasília e São Paulo no ano passado, o secretário-geral Rafael Rodríguez Ponga manifestou, em reuniões com os professores, sua preocupação com os salários defasados. Ressaltam, no entanto, que não é o Instituto quem fixa os salários de seus funcionários, mas o Ministério de Fazenda da Espanha. Assim, segundo as mesmas fontes, a única coisa que o Instituto Cervantes pode fazer é “transmitir à Fazenda as preocupações dos professores”.

O professor Martín diz que, a partir do terceiro ano em um país, um docente pode pedir transferência a outro país. Esses movimentos de profissionais, conta ele, estão congelados desde 2011. Afirma que, dos 28 professores efetivos que estavam no Brasil, nove deixaram seus postos e dois conseguiram voltar para Madri para fazer outros trabalhos no Instituto. Permaneceram 17. “Não temos opções de mudar. Mas não quero que a opção seja deixar o Brasil, quero que, no Brasil, o Cervantes continue sendo uma instituição de prestígio e qualidade. E deixará de sê-lo se não cuidarem de nós”, avisa.




MANUAL DEL TRADUCTOR DE LAS NACIONES UNIDAS

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Novedades del Manual (abril, mayo y junio)

a) En las denominaciones siguientes se respetará estrictamente la forma que figure en el original en inglés en cuanto a las mayúsculas y al número:
  • Occupied Palestinian Territory/Territories » Territorio(s) Palestino(s) Ocupado(s)
  • occupied Palestinian territory/territories » territorio(s) palestino(s) ocupado(s)
  • Occupied East Jerusalem » Jerusalén Oriental Ocupada
  • occupied East Jerusalem » Jerusalén Oriental ocupada
b) Se escribirá “República Árabe Siria” o “Siria” siguiendo estrictamente el original.
Esta norma se recoge en el apartado iv) del artículo Nombres geográficos.
c) Los nombres de tribus, al igual que los de pueblos y etnias, se escriben siempre con minúscula y sin cursiva:
  • las tribus de los rizeigats, los beni hussein y los abalas
  • la tribu de los maaliyas
Esta norma se recoge en el apartado d) del artículo Mayúsculas: RAE.
c) Ramadán se escribirá con mayúscula inicial salvo cuando se refiera al mes o al ayuno.
Esta norma se recoge en el apartado e) del artículo Mayúsculas: RAE.
d) En las enumeraciones de instituciones, al igual que en las de países, no se usará artículo cuando la enumeración no forme parte de una oración:
  • Alemania, Argentina, Brasil, Estados Unidos de América: proyecto de resolución
  • Han ratificado el Convenio los siguientes países: Ecuador, Reino Unido de Gran Bretaña e Irlanda del Norte y Túnez.
  • Es miembro de las siguientes instituciones: Red Europea de Formación Judicial, Oficina Europea de Apoyo al Asilo y Oficina del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados.
  • Participaron dos entidades (Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente y Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura).
Pero
  • Los patrocinadores del proyecto de resolución fueron Alemania, la Argentina, el Brasil y los Estados Unidos de América.
  • Han ratificado el Convenio el Ecuador, el Reino Unido de Gran Bretaña e Irlanda del Norte y Túnez.
  • Es miembro de la Red Europea de Formación Judicial, la Oficina Europea de Apoyo al Asilo y la Oficina del Alto Comisionado de las Naciones Unidas para los Refugiados.
  • Participaron el Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente y la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura.
Esta norma se recoge en el artículo nuevo Listas, incluido en la sección Cuestiones de la ONU.
e) Cuando se mencionen varios temas de un mismo programa, primero se indicará “temas del programa” y seguidamente los números.
  • tema 7 del programa
  • temas del programa 8, 11 y 15

NOVEDADES DEL MANUAL DEL TRADUCTOR


Novedades del Manual (febrero y marzo)

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A continuación figuran los cambios realizados en el Manual en febrero y marzo:
a) Las unidades de medida solo se abrevian cuando siguen inmediatamente a una cifra:
  • Santa Elena está situada a unos 1.900 km de Angola
  • anduvo varios kilómetros hasta llegar al campamento de refugiados
  • 75 millones de metros cúbicos

Esta norma se recoge en el 

apartado c) del 

artículo Símbolos.


Novedades del Manual (febrero y marzo)


A continuación figuran los cambios realizados en el Manual en febrero y marzo:
a) Las unidades de medida solo se abrevian cuando siguen inmediatamente a una cifra:
  • Santa Elena está situada a unos 1.900 km de Angola
  • anduvo varios kilómetros hasta llegar al campamento de refugiados
  • 75 millones de metros cúbicos
Esta norma se recoge en el apartado c) del artículo Símbolos.

NOVEDADES DEL MANUAL DE TRADUCCIÓN DE LA ONU

Resultado de imagen para SERVICIO DE TRADUCCIÓN AL ESPAÑOL - MANUAL DEL TRADUCTOR 01/02/2016
a) La palabra “interino” se escribirá siempre con mayúscula en cargos:
  • Encargado de Negocios Interino
  • Alto Representante Interino
  • Director General Interino
Esta norma se recoge en el apartado s) i) del artículo Mayúsculas: ONU.
b) Se ha añadido el ejemplo “Estado observador” al apartado i) del artículo Mayúsculas: ONU.
c) Gobierno se escribirá:
  • Con mayúscula inicial cuando representa a un Estado o Territorio No Autónomo:
    • los Gobiernos de Italia y Zambia
    • los Gobiernos de algunos países en desarrollo
    • el Gobierno Nacional de Transición de Liberia
    • el Gobierno del Territorio
  • Con minúscula inicial en el resto de los casos:
    • el gobierno local
    • sistema de gobierno
Esta norma se recoge en el apartado f) del artículo Mayúsculas: ONU.
d) En el caso de las revoluciones, se escriben con mayúscula los sustantivos y adjetivos que forman parte de sus nombres, salvo los adjetivos especificativos que expresan nacionalidad, que se escribirán con minúscula inicial:
  • la Revolución Industrial
  • la Revolución cubana
Esta norma se recoge en el apartado e) del artículo Mayúsculas: RAE.
e) Los Objetivos de Desarrollo Sostenible y sus metas se indicarán siempre con cardinales en cifras:
– Sustainable Development Goal 7
» Objetivo de Desarrollo Sostenible 7
– target 4.1
» meta 4.1
Esta norma se recoge en el apartado a) v) del artículo Numerales.
f) Los apellidos en cualquier idioma que empiecen por preposición se escribirán con minúscula inicial cuando acompañen al nombre de pila pero con mayúscula si este se omite:
  • Luis de Torres Pero Sr. De Torres
  • Jean-Marc de La Sablière Pero Sr. De La Sablière
Esta norma se recoge en el apartado c) del artículo Nombres propios.
g) En los nombres propios transliterados del árabealbin e ibn se escriben con mayúscula inicial cuando son el primer elemento del nombre y con minúscula inicial cuando se encuentran en el medio:
  • Al-Jazeera Pero Mohammed al-Ansari
  • Abu al-Walid ibn Rushd Pero Ibn Sina
Esta norma se recoge en el apartado d) del artículo Nombres propios.
h) Estado de Palestina es tanto el nombre oficial como el corto de este Estado y se situará siempre al final de las listas de países, justo antes de la Santa Sede, por tener condición de observador.
Esta norma se recoge en el apartado c) vi) del artículo Nombres geográficos.

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE

Agencia EFEFundéu - BBVA
FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE

huaico


con i latina, 


mejor que huayco

Recomendación urgente del día
La grafía huaico, con i latina, es la recomendada para las masas de lodo y peñas que se desprenden de los Andes, mejor que huayco.
En las noticias sobre las inundaciones en el Perú es frecuente encontrar esta voz escrita con ye: «Un huayco destruyó el puente de concreto en Monte Chimbote», «Sedapal ha registrado más de 20 huaycos» o «Las intensas lluvias, el desborde de los ríos y los huaycos vienen afectando a varios departamentos del Perú».
Según el Diccionario académico, huaico es una palabra peruana que significa ‘masa enorme de lodo y peñas que las lluvias torrenciales desprenden de las alturas de los Andes y que, al caer en los ríos, ocasionan su desbordamiento’.
Aunque el Diccionario de americanismos, de las Academias de la Lengua, recoge el uso de las grafías huayco y guaico, la forma huaico es la que mejor se ajusta al modo en que se han adaptado las voces del quechua y a las pautas ortográficas del español. La variante con la letra g en lugar de h es muy minoritaria y, por ello, menos aconsejable.
Así, en los ejemplos anteriores habría sido mejor «Un huaico destruyó el puente de concreto en Monte Chimbote», «Sedapal ha registrado más de 20 huaicos» y «Las intensas lluvias, el desborde de los ríos y los huaicos vienen afectando a varios departamentos del Perú».
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