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segunda-feira, 19 de maio de 2014

LA LENGUA VIVA


Un personaje de 


Baroja


A Santiago Abascal, jr. (Shanti) yo lo llamo el Aviraneta del siglo XXI, y él así se reconoce. Ahora ha salido de las prensas su autobiografía, a falta de completarla con ulteriores inquietudes. Está escrita mano a mano con su amigo del alma Gonzalo Altozano. Se titula No me rindo.
El lector creerá que es un libro ocasional de propaganda ante las elecciones europeas. No exactamente, por mucho que ese propósito sea bien legítimo. Es mucho más que eso. Es un testimonio estremecedor de un vasco que ha sufrido directamente el terrorismo de su tierra y se ha enfrentado a él con arrojo y dignidad. Por eso este libro será un clásico. Por lo menos está admirablemente escrito y deja claros los significados de las palabras. Como resulta que es más bien una saga, la de los Abascal (con ocho apellidos vascos), pronto continuarán las aventuras.
Aparte de lo dicho, hay que echarle valor para abandonar un partido político que gobierna y que ha sido todo en la vida pública de nuestro personaje. Eso es lo que ha hecho Shanti, y por ello merece un respeto. No es que reniegue de los principios éticos e ideológicos del partido de origen. Antes bien, ha guardado esa semilla para plantarla en otro campo más fértil. Por eso se ha unido a otros como él para fundar un nuevo partido: Vox. Sus dirigentes comparten estas dos ideas: España como nación y la primacía de la libertad. Ahí es nada en estos tiempos que vuelan. Mi impresión es que, ante todo, esos fundadores son personas honradas, cultas y viajadas. Hay vascos, catalanes, asturianos, madrileños y de otros rincones de España. Su verdadero equipo de fútbol es la Roja, después de todo el color de Castilla. Qué le vamos a hacer.
El libro es el mayor alegato contra la creencia mostrenca de que la ETA ha sido derrotada. Todo lo contrario, ese siniestro monstruo de las varias cabezas ha penetrado en los entresijos del poder. Pero el libro es algo más. Es un grito de valor y optimismo para los desanimados, que somos muchos. Cabe, pues, una aspillera para defender la fortaleza sitiada, que es España. Ahí está la de Vox junto a otros partidos emergentes y no subvencionados. Ojalá se unan algunos de ellos. Pero ese empeño ya no me corresponde como cronista que soy. Este rincón es para homenajear a la palabra precisa, a los que no se rinden. Quizá todo deba empezar por llamar a las cosas por su nombre en este árido terreno de la política. No hay muchos libros en esa línea, y por eso registro aquí el de Abascal y Altozano, los primeros de la clase por orden alfabético. Será polémico porque está escrito a contracorriente. Por eso va a resultar atractivo para los libertarios de esta seccioncilla. Espero sus escolios a un texto muy explícito.

A ARTE DE ESCREVER











Quem como eu, dedica boa parte de seu tempo útil à tarefa de se comunicar de forma escrita, sabe da importância duma boa redação.
Tenho apelado a recopilar diversas sugestões de exímios jornalistas e escritores sobre a arte de escrever "bem."

Confiramos:
Em The Elements of Style, William Strunk y E. B. White aconselham:
A escrita contundente é concisa.
Uma oração não deve conter palavras desnecessárias, nem um parágrafo orações desnecessárias pela mesma razão que um desenho não deve ter linhas desnecessárias, nem uma máquina partes desnecessárias.
Isto não requer que o escritor faça todas suas orações curtas ou evite todos os detalhes, “senão que cada palavra fale”.
Dizia Churchill “as palavras curtas são as melhores e as velhas palavras quando são curtas são as melhores de todas”.
Para Nielsen, as palavras exatas são a miúdo melhores que as palavras curtas, que podem ser demasiado amplas. Porém coincide com Churchill em que as “velhas” palavras são as melhores. As “velhas” palavras se impõem porque as pessoas as têm incorporadas. As palavras familiares são as primeiras em saltar à mente do usuário em suas buscas.
Escrever claro.
Lorenzo Gomis, jornalista, nos dá sua receita.
Os ingredientes são:
·         Palavras curtas, melhor que longas. As palavras curtas costumam ser palavras vivas e populares.
·         Frases singelas, melhor que complicadas.
·         Dizer uma coisa por frase, como quando se fala.
·         Escrever bem é ajudar a ler bem; (e eu agrego: e a traduzir bem)
·         Palavra exata, a que diz o que se quer dizer.
·         Uma ideia.
·         As palavras curtas, frases singelas e palavras exatas não são suficientes. Se necessita uma ideia, que é o motor que procura por nós as palavras.
·         O tom adequado para expressar a ideia que se pretende comunicar.
·         Parágrafos curtos: pontos e aparte para distinguir uma coisa de outra, um assunto de outro, um momento de outro.
·         Um pouco de espaço em branco gera ordem.
·         Os artigos quase sempre ganham se,se encurtam.
Por sua parte, Jordi Pérez Colomé, editor da citada publicação, procura que o texto seja preciso, que diga algo, ainda só seja uma coisa. Cada palavra tem sua função, as desnecessárias devem ser destruídas.
Comparte a dica de George Orwell:
Se uma palavra pode se suprimir, suprima-la.
Em relação aos parágrafos, sugere como Strunk e White que o parágrafo seja a unidade da composição. Embora, aclara que existem três pontos claves para redigir um bom parágrafo:
·         Progredir do conhecido ao novo.
·         Manter o número de sujeitos ao mínimo.
·         Cada parágrafo deve ter um assunto a tratar, um ponto e uma discussão.
A sua vez o acadêmico e jornalista espanhol Amando de Miguel em um de seus artigos em Libertad Digital nos orienta:

1.   As frases não devem superar as 30 palavras.
2.   Os parágrafos não devem ocupar mais de 30 linhas.
3.   Os capítulos não devem ir além das 30 páginas.
4.   As notas de pé de página estão demais.
5.   As referências a outros autores devem ser as mínimas.
6.   As observações sobre Espanha devem se entender no contexto do que acontece fora.
7.   Os dados numéricos devem ser só os imprescindíveis.
8.   Os termos técnicos devem se reduzir todo o possível.
9.   As palavras ou expressões em outros idiomas devem se dar com a tradução castelhana.
10.  Não deve se abusar dos recursos tipográficos (cursiva, negritas, etc.).

Agora, você possui as dicas para uma boa redação, mas lembre-se sempre que a prática faz ao mestre. Exercite, estude, pratique e, sobretudo, leia, leia muito para atingir a capacidade de redigir como um verdadeiro profissional.









SOU TRADUTOR TÉCNICO...






Não poucas vezes, em diferentes reuniões de todo tipo, ao falar-se de profissões e mencionar que sou “tradutor técnico” me vejo obrigado a explicar em que consiste minha profissão.                                                                 

O campo da tradução técnica e empresarial é muito amplo e complexo, além de anônimo e pouco conhecido.                                                                                                                   
Vou procurar explicar em que consiste minha tarefa de tradutor:

Minha missão como especialista em serviços de comunicação intercultural é auxiliar às pessoas e organizações a eliminar as barreiras linguísticas e culturais para atingir o sucesso no entorno global de negócios ou no campo acadêmico.
Razões de marketing e relacionamento me obrigam a usar o pomposo título de Fornecedor de serviços linguísticos no Idioma Espanhol”.

Minha profissão envolve tanto prestigio que a legislação brasileira, apesar de reunir todos os requisitos para isto, não nos permite ser MEI (Microempreendedor Individual).
Basicamente sou um fornecedor de serviços linguísticos, um tradutor técnico, um filólogo, que atua no Brasil, mais exatamente em Florianópolis, estado de Santa Catarina e presta seus serviços, graças a Internet, no Brasil, Argentina, Venezuela e alguns países europeus (Espanha e Portugal).

Meus Serviços linguísticos são nas línguas PT e ESP.
Eles consistem em:

Traduções
Tradução de textos de todo tipo: manuais técnicos, catálogos de produtos, memorias anuais, protocolos médicos, monografias, apresentações em PowerPoint, páginas web, etc.
Redação empresarial e técnica
Redijo textos empresariais, levando em consideração a adequação à norma culta e a coesão de construção, que exige simplicidade, objetividade, coerência, clareza e concisão para obter uma comunicação escrita eficaz.
 A redação técnica, a sua vez, consiste em conceber, redigir, editar e publicar documentos com informação técnica clara e concisa para o mercado de destino. Normalmente requer um conhecimento acabado de determinados campos da engenharia.                                                     Os produtos finais da redação técnica são os seguintes:
• Cartas de negócios
• Vários tipos de informes: anteprojetos, informes de avance, informes finais e outros.
• Artigos para revistas técnicas
• Resumos
• Folhetos
• Propostas
Os auxiliares gráficos -gráficas, diagramas, desenhos e outros- são simultaneamente um produto e implicam o domínio duma técnica.       Estes devem ser indispensáveis.
Correções de originais
Correção de ortografia, gramática, estilo e ortotipografía de textos originais escritos por nativos da língua na que estão redigidos.
Correções de provas
Uma vez formatados os textos, e antes de enviar à imprensa, realizo correções de provas finais e de maquetes para assegurar de que o texto se tem formatado corretamente.

Você perguntará: Por que contratar um tradutor profissional?
Os tradutores profissionais possuem muitas destrezas (esqueçamos a modéstia) entre as quais se destacam:
 ● um excelente conhecimento de sua própria língua;
 ● aptidões especiais para a escrita em sua língua nativa;
 ● o domínio de uma ou mais línguas estrangeiras a uns níveis excepcionalmente altos;
 ● grande experiência nas áreas temáticas de sua escolha;
 ● grandes destrezas nas pesquisas; e,
 ● uma percepção e entendimento das culturas relacionadas com suas línguas de trabalho superiores aos da maioria das pessoas.
Ademais, os tradutores profissionais respeitamos estritos códigos de conduta profissional para assegurar um trabalho de qualidade, estando entre as mais conhecidas traduzir somente para sua língua materna (que dominam à perfeição) ou cumprir com as recomendações das associações de tradutores enquanto a formação continua em sua área temática, línguas e profissão.
Isto, pode não ser importante para todas as pessoas; mas acredite, isto faz diferença.

Mais de 80% dos meus serviços são para empresas de tradução, brasileiras ou estrangeiras (normalmente europeias e argentinas).
Isto obedece ao fato que eu, como tradutor de um só par de idiomas (PT_ESP), não posso oferecer um serviço de qualidade em todas as línguas e demais misteres que as empresas necessitam. Além disso, o fato de estar radicado a muitos quilômetros de meus principais clientes potenciais dificulta brindar uma atenção integral a suas necessidades.                                         
E isso, as empresas para as quais trabalho, o fazem com excelência.

Saiba como selecionar um FSL:

CONFIRA QUE MARCA A DIFERENÇA DE UM FORNECEDOR DE SERVIÇOS LINGUÍSTICOS (FSL)?
* Baseado na publicação de Stephen Whiteley , tradutor.

A diferença clave entre os diferentes fornecedores de serviços linguísticos (FSL) é o valor que agregam ao processo de tradução.
A um extremo da escala, está o clássico “bróker”, que subcontrata projetos a tradutores freelances a preços de exploração, e depois envia a tradução final ao cliente, muito provavelmente sem revisar, e inclusive ainda mais provável, faturando como mínimo o dobro do que paga ao infeliz tradutor.
Trabalhar com empresas assim é sempre um desastre para seu negócio. As traduções serão de má qualidade e perderá tempo e recursos tentando corrigi-las. Supondo que conte com os recursos necessários, é dizer, se não há ninguém em sua empresa encarregado de revisar a tradução, então fica nas mãos do tradutor, que com certeza estará trabalhando a toda pressa, em outro projeto, por uma miséria.
Ficará aborrecido de ouvir que o suposto gestor do projeto não está no escritório …
As agencias de tradução de gama media agregam valor de diversas formas. Algumas oferecem um bom sistema de revisão, o que permite eliminar a maior parte dos erros cometidos pelo tradutor freelance, ademais de prestar-lhe mais atenção ao estilo do texto.
A revisão duma tradução, merece um parágrafo aparte; elas sempre devem ser feitas por outro profissional da tradução que possua, como mínimo, as mesmas qualificações que o tradutor. As normas de tradução dos principais organismos internacionais assim o requerem.                       
Eu aplico em minhas traduções a norma de qualidade EN 15038:2006, ela é uma norma do CEN – Comitê Europeu de Normalização, que certifica exclusivamente os serviços do processo de tradução, assim como outros aspectos que influem na prestação do serviço, como o asseguramento da qualidade e a rastreabilidade.
A norma UNE-EN 15038:2006 foi aprovada pelo CEN no 13 de abril de 2006 e publicada oficialmente no mês de maio de 2006. Os organismos de normalização dos seguintes países estão obrigados a adotar esta norma europeia: Alemanha, Áustria, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, Francia, Grécia, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Unido, República Checa, România, Suécia e Suíça.
No Brasil ainda não existe esse requisito, mas por ser formado como tradutor na Espanha estou familiarizado com ela.
Outras contam com o último software de tradução, ou se dedicam mais a oferecer um serviço de assessoramento linguístico a seus clientes, ou estão mais especializadas em uma área em particular, como a localização de páginas web.
Cada um destes fornecedores de serviços linguísticos de gama media têm algo a seu favor e, baixo circunstancias adequadas, são capazes de produzir uma tradução que lhe deixe satisfeito.
Porém olhemos como marca a diferença um FSL e a razão pela qual é tão importante para seu negócio contratar um FSL que supere amplamente suas expectativas.
Uma das claves é a duração da relação. O bróker trata cada projeto como algo isolado, sem se importar da frequência com a qual recorra a ele.                  
Um bom FSL cuidará a relação desde o princípio, e em seguida chegará a responder a suas necessidades com eficiência; necessidades que são imprescindíveis para sua empresa.

Aqui se apresentam alguns critérios que deverá ter em conta à hora de escolher um FSL. Lembre-se que se não se cumpre nem sequer um destes pontos de referência, o FSL em questão não lhe interessa.

• Serviço proativo ao Cliente. Uma resposta rápida nas primeiras etapas (qualificação, orçamento) são uma sinal de que tenha achado um sócio confiável. Se demora mais de 24 horas em responder um correio, provavelmente não esteja muito bem organizado ou focado no cliente.
• Pesquisa. Quando se analisam os projetos e se levam em conta suas expetativas por cima de tudo, é muito provável que o resultado final seja de primeira qualidade.
● Uso da terminologia especifica da indústria ou do cliente. Se criam glossários de projeto para garantir o uso coerente dos termos clave.
Revisão Técnica. Se revisam às traduções para assegurar a precisão técnica e a legibilidade na língua alvo.
• Revisão. Linguistas profissionais revisam a precisão, gramática e pontuação dos documentos.
• Formato. Os textos traduzidos se criam com o mesmo formato que o original para que coincidam em disposição e desenho. Os documentos ficam prontos para imprimir ou transferir ao formato digital.
• Entrega garantida. Uma sólida trajetória de entregas exatas lhe dá segurança de que um fornecedor entregará seu projeto antes da data limite. Pergunte a seu fornecedor qual a porcentagem de projetos que entregam a tempo.
Averigue onde estão localizados os tradutores. Todos os idiomas estão em constante mudança, e os tradutores que vivem no mercado alvo costumam oferecer resultados muito melhores.
Assegure-se que os editores estão bem formados e são tradutores profissionais, capazes de reconhecer variantes regionais, matizes culturais e terminologia industrial comum.
As boas agencias de tradução possuirão estritas normas de qualidade em lugar de isolar e pôr na lista negra aos maus tradutores. Assegure-se de que contam com a norma ISO 9001, ou similar, como garantia de qualidade e cumprimento dos processos internos.
Porém um dos fatores distintivos clave é o valor agregado que oferece seu FSL. Fornecedores linguísticos dinâmicos encontrarão formas criativas de fazer sua vida mais fácil e, a miúdo, oferecem serviços relacionados com a tradução, tais como:
• Edição eletrônica (DTP). Têm senso contar com páginas web multilíngues em HTML, catálogos e folhetos de InDesign ou QuarkXpress, e desenhos de pacotes de produtos ou placas de museus de CorelDRAW ou Adobe Photoshop.
• Localização. Este processo consiste em traduzir um produto a diferentes idiomas ou adaptar um idioma para um país ou uma região específica. Presente sua página web em inglês britânico e americano, ou nas diferentes peculiaridades regionais do espanhol.
• Consultoria linguística. Recomendações para o desenvolvimento duma estratégia linguística antes de se expandir aos mercados globais. Os linguistas realizam auditorias para determinar as necessidades dum idioma estrangeiro em termos de tarefas, o mercado global e o fluxo da comunicação.
Em resumo, o melhor fornecedor é aquele em quem você confie.               Porém se pode responder afirmativamente a todas as perguntas anteriores, então saberá que têm uma muito boa base para desenvolver essa confiança.


Boa escolha e sucesso na comunicação!

LENGUAJE



El Atlético "campeona" en 


España

lainformacion.com



Fiel a su estilo, sufriendo y haciendo sufrir hasta el último segundo, sobreponiéndose a dos lesiones y al golazo inesperado de Alexis, el Atlético de Madrid, el querido Atleti de los colchoneros, logró "campeonar" en España dieciocho años después.
David Gallego Barbeyto
Madrid, 19 may.- Fiel a su estilo, sufriendo y haciendo sufrir hasta el último segundo, sobreponiéndose a dos lesiones y al golazo inesperado de Alexis, el Atlético de Madrid, el querido Atleti de los colchoneros, logró "campeonar" en España dieciocho años después.
Ocurra lo que ocurra en Lisboa, los pupilos de Simeone ya tienen premio a su magnífica temporada. Él, como máximo responsable del equipo, es el gran artífice de este triunfo colosal, pues a dos colosos como elBarcelona y el Real Madrid ha logrado doblegar. Y él también, casi dos décadas atrás, fue pieza clave del histórico doblete del 96.
Como jugador entonces y como entrenador ahora, el Cholo, con sus gestos jaleando al público y sus testiculares palabras de encomio a la plantilla ("Gracias a las mamás de estos chicos, que nacieron con unos huevos así de grandes"), conoce el camino del triunfo rojiblanco, el camino al corazón de los atléticos.
Argentina estará de fiesta. Ya fuese el Cholo o el Tata, lo que estaba claro el sábado era que un técnico de su tierra y sangre iba a salir vencedor de esta Liga BBVA. El cholismo se encumbra en España y la Liga de Campeones puede también coronarlo en Europa.
La Orejona, seguro, será un trofeo para Madrid, y recuérdese que Madrid no es solo de los madrileños o, como suele decirse, madrileño es todo aquel que en Madrid vive. ¿Cuántos extranjeros integran la plantilla de Cerezo?, ¿acaso el triunfo del Manzanares no alcanza a tocar costas atlánticas?, ¿habrá uruguayo futbolero que no haya festejado el gol de Godín?
Y de allí, de Argentina y Uruguay, de Bolivia y Ecuador, y de Chile y de México y Perú, sobre todo de Perú, procede también el verbo "campeonar". Nada puede objetarse a su empleo, ya sea escrito u oral, por más que a oídos ibéricos extrañe: al fin y al cabo, el idioma español cuenta con tantas madres como la victoria, esto es, pertenece igualmente a todos los millones de hispanohablantes, no solo a los nacidos en la madre patria.
"Campeonar", como Simeone, viene de América y el criterio del uso extendido, cuánto más si se da entre hablantes cultos, supone en sí excelente carta de presentación. Los corpus léxicos de la Academia incluyen ejemplos con este verbo que datan de 1995 y muestran, además, una expansión creciente por numerosos países.
Y así, con suavidad, como agua que riega y hace crecer el césped de los campos de fútbol, los periódicos españoles han empezado a acoger también este verbo intransitivo, equivalente a 'ganar un campeonato': "El Atlético de Madrid logró campeonar en la Liga Española después de 18 años de sequía", han titulado en Perú, y en la jornada anterior podían leerse en España frases como "Martino confía vencer a Atlético de Madrid y campeonar en el Camp Nou" o "Caballero se había encargado de desmoronar la última opción del 'Atleti' de campeonar ante su hinchada".
A partir de "lesión", "selección", "presión" o "sanción" se forman "lesionar", "seleccionar", "presionar" y "sancionar". ¿Por qué de "campeón" no crear "campeonar"? Cierto es que todos estos sustantivos terminan en "-ión", pero tampoco faltan ejemplos sin tal diptongo: de esa hambre de títulos de Simeone, de ese "deseo" del Cholo surge el "desear". ¿Qué oponer a "campeonar"? Si el empleo está asentado y la formación es regular, ¿no habrá que concluir que se trata de un término válido, intachable desde cualquier punto de vista?
Úsese, pues, con alegría para celebrar esta victoria merecida y cuantas puedan llegar. Y si el Atlético de Madrid perdiera en Lisboa, aun con eso podrá decir: "Campeoné en España. Basta ya de ser el Pupas". Las lesiones del primer tiempo hacían presagiar lo peor, la maldición de ese apelativo infausto que lo ha perseguido sin motivo como Bela Guttman alBenfica.
Y es que el Atlético no solo peleaba fuera de casa contra otros grandes equipos. Como Ulises al regresar junto a Penélope y encontrarse con otros pretendientes, también los colchoneros, además de superar al Barcelona y al Real Madrid, debían vencer a un adversario intestino: el peso de su propio victimismo. Este triunfo lo cambia todo. Aunque algunos jugadores salen maltrechos de la gesta y quizá no lleguen a la final de la Liga de Campeones, ahora sabemos que no se trata de impotentes pupas. Sabemos, y los futbolistas podrán gritarlo con orgullo, que los golpes recibidos son las heridas de la hazaña consumada, la marca del héroe, el recuerdo de la gloria en la batalla.
La Liga del Español Urgente es una iniciativa de la Fundación del Español Urgente, promovida por la Agencia Efe y patrocinada por el BBVA, que tiene como objetivo principal el buen uso del español en los medios de comunicación.
(Agencia EFE)

LAS 500 DUDAS MÁS FRECUENTES DEL ESPAÑOL


Un libro del Instituto Cervantes despeja 500 dudas sobre la lengua

 |
EL LIBERAL.COM.AR (SANTIAGO DEL ESTERO, REPÚBLICA ARGENTINA)

El volumen, editado por el sello Espasa, funciona como un antídoto frente a las dudas acerca de la utilización de la lengua, que a lo largo de 510 páginas aparecen clarificadas con precisión en una estructura en forma de un catálogo de preguntas y respuestas.


Libro Cervantes
¿Es un vulgarismo decir quizás? No, según el manual esta forma del adverbio es válida: la formulación preferida por la Academia sería «quizá», pero por analogía con otros adverbios como «además» se creó la versión que le agrega a la palagra una «s», ya legitimada.
Algunos pronuncian o escriben «adecue» y otros «adecúe» y se aceptan como válidas ambas opciones, al igual que el término «periodo», cuya utilización está recomendada con acentuación llana, aunque también se acepta que lleva tilde en la «i» al igual que aeróbic/aerobic, cartel/cártel, haiku/haikú, entre otros.
Entre los cambios está el del vocablo «solo», que hasta hace un tiempo admitía un acento diacrítico cuando era empleado como adverbio (solamente) para diferenciarlo del adjetivo que funciona como sinónimo de solitario: ahora no lleva tilde en ningún caso.
Se escribe como en el primer ejemplo cuando puede sustituirse por «todavía», mientras que no lleva acento cuando equivale a «hasta», «incluso», «también» o (ni) «siquiera».
Un error frecuente cometido por quienes utilizan teclados es el de no acentuar las mayúculas, que de acuerdo al manual deben llevar tilde siempre que los exijan las reglas de acentuación, una regla que se aplica tanto a las que van en posición inicial en los nombres propios (África) como las que aparecen al comienzo de un enunciado («Él lo determinó»).
El surgimiento de la red trajo también algunos dilemas: ¿se debe escribir internet con minúscula o con mayúscula? El diccionario de la Real Academia presenta la entrada de esta palabra en minúscula, aunque admite que también se puede escribir con mayúscula inicial y puede estar precedida de un artículo femenino como masculino. Los usos de una palabra sufren alteraciones con el tiempo: así ocurre con el prefijo «ex» que antes escribía separado del sustantivo —por un espacio o por un guión— y ahora se prescribe la escritura en una sola palabra (exempleado, exministro).
[...]
Leer más en elliberal.com.ar

LÍNEA DIRECTA


La ortografía viaja en subte


Viajes hacia lo esencial de la ortografía.
El tema del viaje es uno de los más atractivos en la literatura, tanto que ha dado origen a numerosos títulos inolvidables. Quien esto escribe recuerda dos en particular: Viajando con mi perro (Travels with Charley: In Search of America, 1962) de John Steinbeck, y Viajes con mi tía(Travels with my Aunt, 1969) de Graham Greene, probablemente porque estaban magníficamente escritos, y también llenos de humor y piedad.
Hay, por supuesto, viajes mucho más modestos y de todos los días; viajes en subterráneo, por ejemplo, pero que también encierran sorpresas, a veces agradables. Hace unos días, en un trayecto entre las estaciones Ministro Carranza y Tribunales, en el subte de la línea D, un vendedor ambulante ofrecía a los señores pasajeros una selecta variedad de libros. Nunca hay que dejar de comprar a un vendedor si nos ofrece libros, lapiceras o cuadernos, pueden sernos muy útiles en algún momento del viaje de la vida. Por eso, fueron muchos los que prestaron un poco más de la atención habitual para este tipo de ofertas.
Un librito de no más de 32 páginas, de tapas blandas, con un diseño casi infantil, ostentaba orgulloso su título: Ortografía. Para escribir mejor. En una bajada, se detallaba el contenido: sinónimos, antónimos, parónimos, sustantivos, conjugaciones, adjetivos, sujeto y predicado, verbos; por fin, en el espacio habitualmente dedicado al nombre de la editorial, este propósito: "Para comunicarnos adecuadamente por escrito".
No tuvo más de tres compradores; otros pasajeros prefirieron elegir entre Pescados o Postres, títulos quizá más tentadores o con recetas más fáciles de poner en práctica, vaya uno a saber.
En la Introducción, "Nuevas reglas de ortografía", se advertía al lector que "las «faltas de ortografía», o sea, la forma incorrecta de escribir las palabras son una antigua preocupación de padres y maestros", para luego explayarse muy brevemente sobre las posibles causas: "el desconocimiento de las reglas de ortografía y la falta de lectura. Así como para manejar un auto correctamente debemos conocer las reglas del tránsito, o para jugar al tenis debemos conocer el reglamento del juego, para escribir sin cometer errores es necesario conocer las reglas de ortografía". Como se ve, una lógica sencilla e irrefutable.
El contenido del librito era de una síntesis excesiva: para los verbos, solo estaba desarrollada la primera conjugación (la de amar, por supuesto), aunque se explicaba que hay tres y que se llaman primera, segunda y tercera conjugación. Nada más. Por alguna razón, los signos de puntuación recibían un tratamiento más extenso, y así con otros temas. La persona que lo redactó tenía sus conocimientos bien aprendidos, o había consultado algunos textos escolares sobre el tema.
¿Les habrán servido estas clases de ortografía rápida a los compradores que las prefirieron a las recetas de los libros de cocina? Ojalá, porque ellos no solo depositaron su fe en un libro por el que pagaron 10 pesos, sino que demostraron voluntad de "comunicarse adecuadamente por escrito", un valor que no puede comprarse con nada en la actualidad.

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE

Agencia EFEFundéu - BBVA
FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE

cumplimiento 


normativo, mejor 


que compliance

Recomendación urgente del día

Cumplimiento normativo o, simplemente, cumplimiento son alternativas preferibles al anglicismo compliance, término usado para referirse a los ‘sistemas de detección de infracciones en las empresas’.
En los medios de comunicación aparece con frecuencia la voz inglesa: «Los consultores corporativos aconsejan aplicar manuales de buenas prácticas empresarias y conducta, así como departamentos de compliance» o «Diferentes expertos analizaron en profundidad la función de sus programas de compliance».
El Diccionario de expresiones y términos económicos y financieros, de Juan Ramón del Pozo, señala que la traducción de compliance es cumplimiento, sustantivo derivado del verbo cumplir, que la Academia define como ‘hacer aquello que se debe o a lo que se está obligado’
Asimismo, puede resultar adecuado emplear el término observanciaque, pese a tener menos uso, recoge igualmente en su significado (‘cumplimiento exacto y puntual de lo que se manda ejecutar, como una ley, un estatuto o una regla’) el concepto de compliance.
Por ello, habría sido preferible escribir los anteriores ejemplos de la siguiente forma: «Los consultores corporativos aconsejan aplicar manuales de buenas prácticas empresarias y conducta, así como departamentos de cumplimiento normativo» y «Diferentes expertos analizaron en profundidad la función de sus programas de observancia».
Se procura um serviço de máxima qualidade e profissionalidade, podemos ajudar-lhe