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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

LA LENGUA VIVA






Modas y manías del decir
Amando de Miguel en Libertad Digital - España



Jaime Fernández de Córdoba señala una tendencia de los administradores del gallego actual para diferenciarlo cada vez más del castellano. Una técnica es la adaptar vocablos castellanos en desuso. Por ejemplo, vermello (= bermejo) o can (= perro). En el caso de pulpo, que siempre se ha dicho así en castellano y en gallego, ahora los galleguistas imponen polbo. Entiendo que esos intentos de revitalización de una lengua regional en presencia de otra dominante se han hecho también con el catalán o el vascuence. Ese movimiento nos ayuda a entender el mito de la Torre de Babel, es decir, la diversificación idiomática. Una lengua nace y se desarrolla para distinguir a sus hablantes del resto (los bárbaros). Es así un símbolo de identificación cultural. Pero hay otros. Lo que llamamos naciones en Europa (en sentido histórico, cultural y político) suelen contener varios grupos lingüísticos. Es un error identificar nación con lengua.

Una observación curiosa es la de I. Ripollés, quien se pregunta por la moda de anteponer el adjetivo al sustantivo, como se hace en inglés. Por ejemplo, "una estupenda casa" en lugar de "una casa estupenda". Entiendo que el inglés es más rígido en esto: el adjetivo casi siempre va delante. En español podemos poner el adjetivo delante o detrás del nombre según nos cuadre o la musicalidad del conjunto. En el lenguaje poético o simplemente literario se utiliza mucho el adjetivo delante del sustantivo. Por ejemplo, los “claros clarines” o las “ínclitas razas ubérrimas” de Rubén Darío. Otra frase antológica: “La hermosa ciudad dormía la siesta”, de Clarín. No creo que el recurso sea una moda actual ni que responda a la influencia del inglés.

Me llegan muchos correos sobre la cuestión de la magia de los números, el tres y el siete. David Portolés me comunica su triada favorita: "Limpia, fija y da esplendor", el emblema de la RAE. José Antonio Martínez Pons añade estas triadas: "Un vasco, una boina; dos vascos, una apuesta; tres vascos, un orfeón". Versión catalana: “Dues dones i una col: un mercat”.

Me reconforta que la magia del número tres sea común a distintas culturas. A. Rodríguez me traduce algunos refranes del alemán en la misma dirección: "Todas las cosas buenas, de tres en tres", "tres cosas hay que requieren ser engrasadas: el abogado, la rueda del carro y la piedra de afilar", “tres cosas hay que no titubean: el fuego, el tirano y la serpiente”.

Laura Losada-Vázquez (profesora de español de Bruselas) me dice que sus alumnos andan intrigados con la significación de "eres la pera limonera". No sé si puedo aclarar algo sobre el particular. Me da que pera es aquí un ñoñismo para no decir pene. Por ejemplo, "tocarse la pera" es masturbarse. Para evitar esa connotación soez se pone un adjetivo a la pera y queda "pera limonera". Se busca la rima fácil para recordar mejor la frase, como tantas veces ocurre en otras muchas expresiones coloquiales. Por ejemplo, “poderoso caballero es don Dinero”, “no se ganó Zamora en una hora”, “saber más que Lepe, Lepijo y su hijo”.

A propósito de pera. Fidelio Herrera me pregunta por el origen y significado de "poner las peras al cuarto", o mejor "a cuarto". Equivale a ajustar las cuentas a alguien, reprocharle algo. Supongo que es una expresión de los mercadillos callejeros, pero no sé más. Pido ayuda a los curiosos libertarios.

Hemos hablado aquí, largo y tendido, de la magia del número siete. Pero hay más. Se puede articular también la magia de ese signo pitagórico. Se puede acreditar, por ejemplo, en el libro de Conny Méndez El maravillosos número 7 (Caracas, Giluz, 2013). El texto parte de los siete enunciados en que se articula el Padrenuestro, la oración que puede servir para todas las religiones. El libro es un tratado esotérico de carácter espiritualista y de autoayuda. Responde a ese interesante fenómeno cultural que es el sincretismo religioso de los países caribeños. Los siete colores del espectro permiten organizar el contenido filosófico del libro.

O ATROZ ENCANTO DE SER TRADUTOR, no Brasil (III)



“Many critics, no defenders,
Translators have but two regrets;
When they hit no one remembers,
When they miss no one forgets”.

(RASCHAUER, 1985, 355)




TRABALHO E PROFISSÃO
Conceito de profissão

O trabalho representa para o homem o meio pelo qual se produzem bens e serviços para outros, ao mesmo tempo é para o trabalhador a maneira de ter acesso à ingressos econômicos, e sua principal fonte de auto realização.
A concepção social que se tem do trabalho está relacionada com a percepção que se tem de sua utilidade social e, ao mesmo tempo, da valoração que se dá às qualidades que se requer para sua realização e do esforço e dedicação que se exige a quem o realiza.
Falar de profissão denota uma atividade econômico social específica; é dizer, o que a exerce ou desempenha através de suas atividades reconhecidas socialmente, recebe uma retribuição econômica que vai de acordo com o status social que lhe confere a comunidade.
O reconhecimento social a uma profissão determinada varia de acordo com a sociedade de que se trate e do momento em que se considere; por exemplo, o valor social que se outorga à profissão de médico é bem diferente ao que se lhe concede à profissão de tradutor, quiçá em função de que se percebe maior benefício coletivo na primeira que da segunda.
Outro exemplo é a valorização social que se dá às carreiras profissionais mais ligadas com o setor produtivo, em particular na indústria da transformação, como é o caso dos engenheiros químicos em comparação com as chamadas profissões humanistas como a psicologia.Aqui a valorização se faz desde o plano econômico.
A valorização social, não é estática, senão que se vai transformando em função de diferentes fatores, como o grau de conhecimento que se tem da profissão em questão.
Outro fator que incide ao valorizar uma profissão é a aparição de problemas “novos”, alguns, produto do avanço tecnológico.
Cada sociedade valoriza o exercício duma profissão de diferentes maneiras, de acordo com suas necessidades e à época em que se desenvolve.

“Things are happening, good and bad, and translators are envolved in numerous different ways”.
PYM (2001, 136).

Características do trabalho profissional
Se consideramos o trabalho profissional como uma forma diferente de resolver os problemas ou necessidades do homem nos diferentes aspectos: saúde, economia, bem-estar, vivenda, etc., é que é o profissional que está capacitado para fazê-lo porque foi formado para este fim, é necessário estabelecer a diferença entre um trabalho profissional e um que não o é.
Entre outras características que possui uma profissão, se pode reconhecer que têm:
- Um nível de competência
- Busca do bem-estar comum.

Competência.
Se diz que é juridicamente competente quem pode exibir um título universitário requerido e referendado pelo Estado para uma tutela do bem comum.
O campo duma profissão se encontra delimitado pelos problemas que deve resolver o profissional desse campo, para o qual haverá sido capacitado por uma instituição que o Estado reconheça para tal fim.
Dita instituição deve haver proporcionado tanto a informação teórico conceitual, como haver criado as condições necessárias para o desenvolvimento das habilidades práticas os valores éticos necessários que permitam ao graduado ter a capacidade de resolver os problemas específicos de sua comunidade em dita disciplina.
É dizer, os estudantes duma profissão esperam desenvolver a capacidade de resolver problemas particulares, para o qual recebem uma formação específica que os diferencia de outros profissionais; isto é, os saberes teóricos, metodológicos e técnicos de cada uma das profissões que existem, delimitam o campo do exercício profissional de cada uma delas: o advogado não possui os mesmos conhecimentos teóricos, metodológicos e técnicos que o engenheiro, por que não faz as mesmas coisas.
Não só se recebem os saberes requeridos pelo campo profissional, senão que esta formação científica vai acompanhada duma formação humanista para lhe conferir o grau de profissional.
Assim, em relação com a competência se pode dizer que faz referência às atitudes que deve desenvolver e possuir um profissional para o exercício das atividades próprias de seu campo. Cabe distinguir diferentes tipos de competência: por um lado, as referentes ao caráter intelectual da profissão; por outro, as que se referem ao aspecto técnico da mesma, e por último as que se relacionam com o aspecto humanista da profissão.

Competência intelectual. O exercício duma profissão demanda conhecimentos científicos específicos dum campo do saber particular que permita explicar, compreender e, num dado momento, transformar a realidade. A aplicação de ditos conhecimentos permitirá ao profissional resolver problemas da coletividade ou do indivíduo de forma sistemática e eficiente, seguindo caminhos que o diferenciam de outros modos de resolver problemas, chamados não científicos ou não profissionais.
O trabalho profissional demanda de quem o exerce uma formação científica sólida. Este tipo de competência faz ênfases no aspecto informativo, em particular no caso do conhecimento que se relaciona com as ciências, pelo qual a educação universitária têm como uma de suas responsabilidades prioritárias capacitar aos alunos na claridade conceitual, nos descobrimentos científicos, nos métodos de investigação de que dispõe a ciência.
Competência técnica. Quando se fala dum trabalho profissional, se pensa numa pessoa capacitada para realizar um conjunto de ações que permitam, por exemplo no caso dum médico, administrar um tratamento que restitua a saúde ao enfermo. O profissional deve contar não só com o conhecimento teórico e sistemático das ciências que lhe competem, senão ademais deve ser capaz de aplicar estes conhecimentos a casos e problemas concretos.
A competência técnica supõe desta forma que as instituições encarregadas da formação de quadros de profissionais não só se abocarão a proporcionar informação científica, senão que ademais procurarão o equilíbrio na formação prática dos estudantes, por meio da adequação de seus planos e programas de estudo.
A responsabilidade do desenvolvimento da competência técnica e científica não só compete às instituições formadoras de profissionais, senão que lhe compete ao aspirante a profissional e à sociedade em geral, que devem buscar as opções que encurtem a distância entre o teórico e o técnico, entre a teoria e sua aplicação.
Competência humanística. A formação científica e técnica num campo particular não basta para reconhecer a um profissional como tal; o que lhe confere esta característica sem dúvida é a formação humanista; é dizer, toda profissão deve ter como objetivo fundamental ao homem.
Em sua hierarquia de valores, o profissional coloca ao homem em primeiro lugar, já seja para desenvolver seu espírito, buscar sua saúde, promover seu bem-estar econômico, etc., do qual se desprende sua responsabilidade social, que é outra das características duma profissão. Assim, o sentido de serviço com que se deve viver e conceber a profissão se separa de qualquer outro tipo de interesse ou utilidade.
O serviço na profissão supõe uma atitude que a leva a um nível além do meramente material, ao mundo do ideal, que reclama em não poucas ocasiões a generosidade do que possui o conhecimento teórico e técnico para a busca do bem-estar do indivíduo e da sociedade.
Quando se fala da competência humanística, se faz referência ao aspecto formativo do profissional, os valores em que se forma para o uso e aplicação dos conhecimentos científicos que adquire.
No processo educativo as instituições, em particular as universidades, não só buscam o aspecto informativo e a acumulação de conhecimentos científicos, senão também o formativo; ou seja, que o profissional reconheça sua responsabilidade social.

Entre os três tipos de competência existe uma estreita inter-relação. Não se pode falar dum trabalho profissional se uma delas se desenvolve de forma deficiente, o qual repercutiria tanto em quem a exerce como aos usuários dos bens ou serviços que se derivam de seu exercício profissional.
É necessário outorgar um significado mais amplo ao termo competência no sentido de não só fazer ênfases no aspecto intelectual e quanto a conhecimento científico, senão que deve significar uma colaboração dinâmica e permanente de toda a pessoa, em todas suas dimensões: física, intelectual, emocional e moral, com uma tendência ao bem comum.

Busca do bem comum
Quando se fala do bem comum, se faz referência a que no exercício profissional se busca o bem-estar individual e coletivo do homem. Basta mencionar que o surgimento das profissões surge das necessidades humanas em aspectos específicos de sua vida individual e coletiva; por tanto, a relação entre profissão e sociedade leva a reconhecer o forte vínculo que existe entre elas.
Uma profissão que não responda às necessidades sociais não tem razão de existir; sua existência está determinada socialmente.
Toda profissão tem por fim uma prestação de serviços ou uma produção de bens, e ambos fins se conjugam num momento determinado. São bens e serviços concretos específicos de cada profissão. A demanda individual ou social lhes confere seu valor social, no sentido de que o professional deve ser sensível a reconhecer estas demandas e buscar satisfaze-las da forma mais adequada e eficiente.
Quando se fala do sentido social das profissões, se refere à responsabilidade que têm os profissionais, mais que a uma visão meramente altruísta; é dizer, esclarecer que benefícios ou valor têm para a sociedade o trabalho. Neste sentido cobra um dobro significado a função profissional: por um lado o referente à finalidade particular da profissão; o outro, em quanto ao valor que tem a atividade profissional e sua repercussão sobre o indivíduo e a sociedade, já que é o indivíduo e a sociedade em geral os que recebem o produto do trabalho profissional.
Uma função importante das profissões é que se podem considerar como o meio através do qual a sociedade pode ser cada vez melhor em benefício do mesmo homem.
O sentido social da profissão tem que ver com o vínculo que se estabelece entre a sociedade e o profissional, onde a primeira determina as necessidades que o segundo deve satisfazer e este desenvolve habilidades, destrezas e atitudes que satisfaçam à sociedade.
A comunidade confia em que o profissional será capaz de resolver seus problemas, já que conta com o saber especializado para fazê-lo.


1 * BERUMEN, GOMAR, GÓMEZ. (2005) Ética del ejercicio profesional. México: CECSA.

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE

un wasap y wasapear, adaptaciones adecuadas al español

Recomendación urgente del día

El sustantivo wasap (‘mensaje gratuito enviado por la aplicación de mensajería instantánea WhatsApp’), así como su verbo derivado wasapear (‘intercambiar mensajes por WhatsApp’), son adaptaciones adecuadas al español, de acuerdo con los criterios de la Ortografía de la lengua española.

Esta obra señala que la letra w es apropiada para representar la secuencia /gu/, entre otras, en palabras extranjeras adaptadas al español (waterpolo y web, por ejemplo), criterio por tanto aplicable a wasap como españolización del nombre que se da a los mensajes enviados por WhatsApp, cuya denominación comercial conviene respetar: «Facebook compra WhatsApp por más de 13 800 millones de euros».

Así pues, frases como «Su segundo hijo también le manda wasaps desde París, donde está cursando un máster» o «¿Quieres promocionar tu negocio con una aplicación para wasapear?» pueden considerarse correctas, sin necesidad de cursivas ni comillas.

El plural de wasap es wasaps, sin tilde, pese a acabar en s, dado que se trata de una palabra aguda terminada en grupo consonántico.

Por otra parte, aunque también pueden resultar admisibles las adaptaciones guasap, plural guasaps, y guasapear, al perderse la referencia a la marca original y percibirse como más coloquiales, se prefieren las formas con w.

CULTURA


De «¿Lo pillas?» a Mire usted»: las muletillas más usadas en español
AITOR SANTOS MOYA@AITORETE10 / ABC - MADRID

Nuestro idioma acoge una gran cantidad de tics verbales que sirven de apoyo a la hora de expresar un discurso. ¿Qué función tienen? ¿Se utilizan de forma consciente? ¿Es contraproducente su uso?
De «¿Lo pillas?» a Mire usted»: las muletillas más usadas en español
J.M. NIETO

Según la RAE, una muletilla es la «voz o frase que se repite mucho por hábito»
Como quien no quiere la cosa, en el transcurso de cualquier conversación se repiten constantemente una serie de expresiones que los interlocutores han adquirido de modo rutinario. ¿Me entienden? De algún modo, ninguna persona, por raro que parezca, es ajeno a tal situación. Por decir algo, hasta hace unas semanas ni siquiera yo había caído en la cuenta de este tipo de costumbres verbales. Esto... ¿qué os iba a decir...? Ah, sí, que según el Diccionario de la lengua española (DRAE) una muletilla queda definida como la «voz o frase que se repite mucho por hábito». Fin de la cita.

Todos aquellos que han leído el párrafo anterior pensarán, y con razón, que quien suscribe estas palabras ha perdido la cabeza. Nada más lejos de la realidad. Se trata de un ejemplo totalmente exagerado del uso, o más bien abuso, que una persona puede hacer de las muletillas en cualquier tipo de contexto. Normalmente son un recurso oral y sirven para complementar el discurso, ya sea con la intención de mantener el interés, subrayar una puntualización, poner énfasis en algo o buscar la aprobación del resto, entre otras funciones.

Sin embargo, el empleo constante de éstas puede derivar en un vicio que deja en evidencia la falta de mensaje y las carencias lingüísticas de todo aquel que las emplea. Como ejemplo, vuelvan al primer párrafo y observen el arte de hablar sin decir nada. Mª Teresa Estellés, presidenta de la A.L.E. (Asociación de Logopedas de España) y directora de Centros Ortofón, respalda esta última postura, «el uso de las muletillas es siempre contraproducente. El motivo es claro: son un distractor para el receptor del discurso, al que no llega el mensaje».

«Las muletillas son un distractor para el receptor del discurso»
Paula Martos, licenciada en Filología Hispánica por la Universidad de Granada, explica la importancia de elegir con atención los registros en que se deben utilizar, «a pesar de que la función que tienen es justamente facilitar la comunicación, puede ocurrir que el uso inapropiado de determinadas unidades genere situaciones en las que no sea así. En función de la pretensión que tengamos, emplearemos unos recursos u otros, por lo que la selección de estos debe ser cuidada».
En determinadas ocasiones, las muletillas son empleadas exclusivamente para hacer mas armoniosa la locución sin aportar nada al sentido de la frase. Martos aconseja tener en cuenta los valores expresivos que escogemos para hablar, «aun cuando se entiende que uno de los rasgos de las muletillas es su repetición, podemos crear una imagen de pobreza lingüística si recurrimos a ellas de manera excesiva. De este modo, no solo hay que atender a las unidades que escogemos, sino al peso de los elementos con valor expletivo que empleamos en nuestro discurso».

Extenso repertorio
«Es decir», «digo yo», «¿me explico?», «como si dijéramos», «pues nada», «¿lo pillas?», «no es porque yo lo diga pero...», «escucha un momento» o «mire usted», son solo algunos ejemplos del amplio abanico de muletillas que abarca nuestro idioma. Englobadas dentro del mismo término general, conviene saber los diferentes tipos que existen: El latiguillo, caracterizado por su naturaleza temporal de modo similar al recorrido que traza una moda; la empuñadura, necesaria para encauzar y conducir determinados coloquios; y el timo, cuya principal característica es su carácter repetitivo en varias fases de un mismo alegato.

Frontera de la consciencia
Volviendo a la definición de la RAE, no queda clara el grado de voluntariedad que tienen los seres humanos cuando reproducen una serie de muletillas. Estellés resalta que «en un primer momento son conscientes pero, con su constante repetición, llegan a automatizase y utilizarse de forma inconsciente». Mientras que Martos responde en base al sentido organizacional o intencional que posean, «generalmente, son automáticas, ya que su valor está relacionado con la gestión del discurso. No obstante, no hay que olvidar que existen diversos tipos de muletillas en función de la actitud que tengamos. Por lo tanto, podemos marcar su carácter inconsciente, pero sin olvidar que en algunos casos la elección puede estar determinada por una serie de factores externos».

FORMACIÓN DIGITAL EN ESPAÑOL


Fundación CSEV y Fundéu BBVA, unidas por la formación digital en español

20/02/2014
El Centro Superior para la Enseñanza Virtual (CSEV) ha firmado hoy un acuerdo en Madrid con la Fundación del Español Urgente (Fundéu BBVA) que tiene como fin asesorar en plataformas, cursos y comunidades de aprendizaje masivos (MOOC-COMA).


El director general de la Fundación Centro Superior para la Enseñanza Virtual (CSEV), Daniel Torres Mancera, y su homólogo de la Fundación del Español Urgente (Fundéu BBVA), Joaquín Müller-Thyssen, han suscrito un acuerdo de colaboración para impulsar la formación digital.

Con este convenio, CSEV se compromete a asesorar a la Fundéu BBVA en plataformas, cursos y comunidades de aprendizaje masivos, conocidos por sus siglas (MOOC-COMA). En ese sentido, pondrá a su disposición contenidos, asesoramiento y creación de materiales ex profeso.

Para la Fundéu BBVA, que ofrecerá a CSEV asesoramiento en materia de corrección lingüística y apoyo en la organización de cursos, este convenio supone un herramienta para favorecer su objetivo principal: el buen uso del idioma, la mejora de su imagen, su desarrollo y su expansión.

Sobre Fundéu BBVA

Fundéu, acrónimo de Fundación del Español Urgente, es una organización sin ánimo de lucro patrocinada por la agencia EFE y BBVA y asesorada por la Real Academia Española. Inició su actividad en el 2005 como heredera del Departamento de Español Urgente y tiene como objetivos impulsar el buen uso del idioma en los medios de comunicación y servir de guía lingüística a todos los hablantes.

Sobre CSEV

La fundación CSEV, con un patronato formado por la UNED, Telefónica, Santander y los ministerios de Industria, Educación, Exteriores y Economía y Competitividad, tiene entre sus fines propiciar el avance en la investigación, innovación, aplicación y transferencia de conocimiento referido a las TIC a la enseñanza superior y a la formación a lo largo de la vida.

EL LENGUAJE EN EL TIEMPO








Un
Por: FERNANDO ÁVILA |


A veces el artículo ‘un’ es indispensable, como se ve en “Plegaria por un papa envenenado” y “Gerenció un negocio de Villalobos”.
A veces se puede prescindir de él, “Alan García afirma en un reciente artículo que América Latina está pagando los costos” (mejor, “…afirma en reciente artículo…”).
A veces, quitarlo le da mucha fuerza al texto, y se ve claramente su inutilidad. “No se considera un poeta, sino un narrador” o “Vidales no era conocido como un poeta vanguardista”, quedan más contundentes así: “No se considera poeta, sino narrador” y “Vidales no era conocido como poeta vanguardista”.
Observe lo mismo en el siguiente caso. “El triple sec se ha usado tradicionalmente como un digestivo o ‘pousse-café’ ”. Mejor, “…se ha usado tradicionalmente como digestivo…”. Y en este otro: “Caycedo decretó que la lectura de Viaje a pie era un pecado mortal”. Mejor, “…era pecado mortal”.
Martínez de Sousa, en su Diccionario de usos y dudas del español actual, 2003, indica que la tendencia a escribir el artículo ‘un’ cuando es innecesario es galicismo o anglicismo; es decir, forma tomada del francés o del inglés.
Para rematar el tema, esta cita del Canal Caracol: “Pacheco nació un 13 de septiembre de 1932”. Como hay un solo 13 de septiembre en 1932, no cabe el artículo ‘un’. Simplemente, “…nació el 13 de septiembre de…” Distinto, si no se dice el año, “Nació un 13 de septiembre”, día que puede corresponder a cualquier año.
Puscafé. Respecto a la expresión francesa pousse-café, de otra de las citas, el Diccionario de americanismos, 2010, registra la versión española, usada en Colombia y Venezuela, ‘puscafé’, definida como ‘trago de una bebida alcohólica que se suele tomar con el café, después de la comida’.

FERNANDO ÁVILA, DELEGADO DE LA FUNDÉU BBVA PARA COLOMBIA

FUNDACIÓN DEL ESPAÑOL URGENTE




idea fuerza se escribe sin guion

Recomendación urgente del día
El compuesto idea fuerza, que el diccionario de Seco, Andrés y Ramos define como la ‘idea capaz de impulsar a un individuo o colectividad o de influir en su evolución’, se escribe en dos palabras, sin guion y sin resalte tipográfico.


En los medios de comunicación, sin embargo, se percibe cierta vacilación en su escritura: «Los empresarios catalanes estuvieron especialmente activos en la transmisión de una “idea-fuerza”» o «Lo conocido del anteproyecto de LES suena bien: es una idea-fuerza muy potente».

El término idea fuerza, que fue creado por el filósofo francés Alfred Fouillée en el siglo XIX, se ha generalizado en el español actual, en particular en el ámbito de las ciencias sociales.

Se trata, por tanto, de un compuesto ya plenamente asentado y, como señala la Ortografía académica, resulta más adecuado que los dos sustantivos que lo integran se escriban por separado, sin guion: idea fuerza. Tampoco necesita resalte tipográfico.

Así, en los ejemplos anteriores, habría sido preferible escribir «Los empresarios catalanes estuvieron especialmente activos en la transmisión de una idea fuerza» o «Lo conocido del anteproyecto de LES suena bien: es una idea fuerza muy potente».

Se recuerda, además, que en este tipo de compuestos los rasgos del plural solo se manifiestan, en general, en el primer sustantivo, mientras que el segundo permanece invariable: ideas fuerza, no ideas fuerzas.

EL MISTERIO DE LAS PALABRAS

Sin misterios ni palabras
Publicado por Susana Anaine - Revista Ñ - Clarín - Buenos Aires
Ya no habrá dead line. El Misterio de las palabras se cae y con él sus columnas más activas. La primera imagen de esa clase de caídas es el derrumbe, un edificio que se viene abajo. Exploto, me deprimo, pero de a poco me envuelve una suerte de súbito, irrefrenable, “exceso de optimismo”. Catarsis, corte, disparada hacia. Y entre estas tres secuencias pasa de todo: extrañar, quedarse vacía y, de a poco, irse reinventando.
Siete años, 2007-2014, de buscar palabras que hablaran del país, de ideas, del mundo, el que me gusta y el que no, que en lo posible contaran los vaivenes del habla que dice la cultura. Así me tomé La palabra del día, sección ya clásica en los sitios digitales de periódicos o diccionarios. Secreta o inevitablemente también hablé de mí. “Quién, qué piensa, qué poco ortodoxa en cuestiones de lengua, qué irreverente, qué”, alguno quizá haya dicho o se haya preguntado.


Como les pasó a mis compañeros de blog, la escritura salió en medio de todas las situaciones imaginables. En ese pasar bueno o malo, salían también los artículos posteados. El remanso, el parate obligado y placentero en medio de corridas, el que impulsaba a compartir las obras vistas o leídas, o a buscarlas para proponerlas.
Sobrevino la comezón del séptimo año. Y aquí estamos.
Amigos lectores, cuando esta Susana sobreadaptada –años de psicoanálisis me lo hicieron ver– avizora columnas que se quiebran, no piensa en derrumbes: se le aparece la Mezquita de Córdoba y encuentra otras miles de columnas alineadas en múltiples direcciones. Se maravilla por la combinación de colores, por la elegancia, por la belleza que el templo ins/j/ertado no logró estropear.
Y ya sacó el pasaje “Last Minute” en muchas cuotas y reservó hotel y está analizando la geografía del destino para ver las direcciones que salen de ese nuevo centro. Viaje corto y medio rasposo, no piensa todavía en la vuelta. Las valijas son otro tema: es difícil saber qué dejar, qué llevarse. El iPad va, enterado de que no llegará al hotel a las corridas buscando la conexión wifi para escribir con poca batería él y mucho sueño ella. Digo “yo”. Qué bronca la distancia que crea esa tercera persona tan frecuentada por los deportistas. Bueno, podría interpretarse como un recurso brechtiano. Distancia, extrañamiento, reflexión, entrada a la ilusión, ruptura de la ilusión. Un juego entretenido que se pone en funcionamiento sobre la escena para que comprendamos las contradicciones, la complejidad de la realidad.
Escribo esta última línea mientras se imprime el pasaje. Ya casi salgo. Un fuera de campo.

Pasarla pipa
Locución verbal. Coloquial. Disfrutar mucho de algo, gozar.

Entonces, ¿por qué va a cambiar el teatro? Al revés, se afirma. El teatro dominante mira nuestras experiencias y dice: “Bueno, son unos chicos que todavía están empezando y tienen derecho a hacer estas cosas”. Pero están muy indiferentes a eso. Y uno también a lo de ellos. Y así va el mundo. En ese aspecto, digo que no es tanto una idea de elección y de creencia de que somos una especie de vanguardia resistente, sino decir: “Yo sé hacer esto. Y eso no me interesa para nada”. Lo veo y me aburre, y digo: “Qué mal la deben pasar”. Yo *la paso pipa* ensayando. Me divierto, me río a carcajadas, mi teatro es un lugar de mucho goce. Soy mucho más inteligente ahí que en mi casa, que en la calle, es un lugar en donde me siento inteligente, poderoso. Y eso tiene que ver con los procedimientos y las situaciones de circulación. Son lugares que quedan más poetizados por los intercambios y no quedan tan definidos por la producción.
Ivanna Soto. Ricardo Bartís: “En una época de pura tecnología, el teatro es la única actividad a sangre”. En: Ñ. Revista de cultura. Clarín. Buenos Aires, 30.01.2014.

LA SOLEDAD DEL LECTOR





Por Maximiliano Tomas | Para LA NACION - Buenos Aires


Hace un par de años la Biblioteca Nacional, cuya interesante política de reimpresiones habría que señalar más a menudo, distribuyó una edición facsimilar de la revista Los Libros , publicada entre 1969 y 1976 y dirigida por Héctor Schmucler. Recuerdo haber pasado una tarde entera atrapado en esas páginas, deteniéndome en algunos artículos del primer volumen de los cuatro, que totalizan unas 1400 páginas, leyendo las reseñas tempranas de libros hoy clásicos, firmadas por críticos que publicaban sus primeros trabajos: Beatriz Sarlo, Ricardo Piglia, Josefina Ludmer. En las páginas de esa revista de artes y política, pero sobre todo, en un comienzo, de literatura, todo hacía referencia, como su nombre lo indica, a los libros: la realidad se pensaba a través de los libros, no había para sus autores nada más importante que los libros, las publicidades (de una creatividad que sorprende aún hoy) vendían únicamente libros. Ni siquiera autores: libros. Vista desde el presente, con sus páginas grises llenas de texto, con los márgenes estrechos para aprovechar mejor el espacio, no parece una publicación del siglo pasado, sino directamente de otro universo. Los libros (insisto: sobre todo la literatura) eran, para sus autores y colaboradores, el único centro de interés posible (una centralidad tan categórica como excluyente). E imagino que también para sus lectores. Los lectores. Algún día un historiador perspicaz, si es que para entonces queda alguno, deberá dar cuenta de cómo fue que en apenas treinta o cuarenta años la literatura perdió ese potencial de atracción, esa capacidad de funcionar como catalizador de discusiones y debates, y acabó siendo desplazada definitivamente por otras artes, otras técnicas y otros intereses. Mientras tanto Los Libros , al igual que esos objetos de la infancia que décadas después son exhumados en una mudanza o aparecen luego del derrumbe de una vieja casa, funciona como la cautivante memoria de un tiempo pasado, tan cercano y tan distante que parece increíble que las cosas hayan podido ser de esa manera.

La realidad se pensaba a través de los libros, no había para sus autores nada más importante que los libros
Pensaba en todo esto mientras caminaba por una playa desierta y gris de mediados de febrero, y en las pocas sillas y carpas ocupadas me costaba encontrar gente leyendo. Mucho menos gente leyendo literatura. El primer día contabilicé un libro de Isabel Allende y uno, al parecer, de Marcelo Polino. Al segundo no tuve mejor suerte. Al tercero llovió. Y como llovía me puse a leer los diarios en Internet y algunas páginas y suplementos literarios, sobre todo extranjeros (ya que en la Argentina, como se sabe, no existen: se llaman revistas de cultura y traen un montón de cosas, incluso cada tanto una entrevista a algún escritor, pero pocos artículos sobre literatura). Entre algunas curiosidades (un par de amigos inventaron una aplicación llamada Hemingway que corrige y convierte automáticamente cualquier texto al estilo breve y seco del americano; un ensayista que explica por qué los escritores son los reyes de la procrastinación) llego, como todas las semanas, a la columna del amigo Ignacio Echevarría en El Cultural . Se llama "La soberbia del lector" , y se refiere tanto al lector cuyo gusto es compartido por una mayoría (el lector de un best seller, por ejemplo) como al que se siente parte de una exclusiva minoría. Echevarría es demasiado inteligente como para perder el tiempo diseccionando el gusto del lector medio: no es algo sobre lo que crea que vale la pena insistir. Con quienes se mide esta vez, siempre buscando despertar la polémica e incomodar a las buenas conciencias, es con aquellos que se jactan públicamente del placer que la lectura literaria les genera. "En la literatura contemporánea hay una importante franja de libros destinados a lectores a los que les gusta que les guste leer (...) La soberbia de estos lectores es fomentada por tantos y tan conspicuos escritores que se dedican a sembrar sus libros con referencias y guiños que inducen un sentimiento de complicidad, que alientan en los lectores la excitación de ser ellos actores y no sólo espectadores de la aventura de leer", escribe.

En la Argentina los lectores de literatura parecen ser cada vez menos
Repasé una y otra vez estas líneas, tratando de entender su significado más profundo, pensando si estaba de acuerdo con ellas o no, hasta que llegué a la conclusión de que no sabía muy bien quiénes eran esos lectores que mencionaba Echevarría. No sé cómo andarán las cosas por Madrid y Barcelona pero, en todo caso, en la Argentina los lectores de literatura parecen ser cada vez menos. La literatura no está de moda (como las series televisivas) ni es una industria ni un buen negocio (como el cine, la música). Nadie entra a un bar o a un restaurante alardeando de sus lecturas. La literatura ni siquiera sirve, como nos cuentan que podía suceder en la época de Los Libros , como argumento para intentar seducir al sexo opuesto. Y tal vez sea mejor así. ¿Cómo sería un mundo de lectores, un lugar donde se hablara todo el tiempo de novelas y cuentos? Si la literatura no le importa a nadie, o a casi nadie, como ahora, es de esperar que más temprano que tarde desaparezcan las modas literarias, las discusiones accesorias, las batallas por los pequeños feudos de poder. Dejaremos las campañas de lectura a quienes corresponde: a los funcionarios políticos. Mientras tanto algunos de nosotros, discretamente, recrearemos una y otra vez el placer de leer en soledad. Para eso no hace falta más que un buen libro, y algo de tiempo..
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