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terça-feira, 12 de junho de 2012

REPUTAÇÃO ON LINE





MIA
Reputação online

3 breves conselhos para administrá-la
Autor: Jesús David Palencia – Fonte: GestioPolis.

The Whuffie Bank: "Num mundo onde a reputação é a riqueza, só aqueles que fazem o bem e ajudam aos demais são os mais ricos",


Este é um projeto online, cujo propósito é recriar uma moeda virtual cujo valor esta suportado pela reputação que se tenha nas redes sociais.
Com os novos dispositivos moveis e o crescimento acelerado da internet, se um cliente está insatisfeito com um produto ou serviço ele expressa seu desgosto e irritação com a velocidade que demore escrever em suas redes sociais com seu móvel, assim milhares de pessoas estão a par de seu descontentamento e até o compartem com outros milhares, por isto o resultado nocivo de sua opinião é mais impactante e mais viral que anos anteriores.
Assim como uma boa reputação online atrai, gera confiança e mais vendas; uma má, pode se ver refletida numa caixa registradora vazia. Por isto gostemos ou não é necessário entender que a reputação online tem um valor muito importante, pois ao invés duma página web, esta a cria o consumidor e não a empresa. Hoje temos que escolher entre administrar a reputação ou deixar que circule livremente pela rede. Se decidir administrá-la, como fazê-lo? … Aplique o MIA...
1. Monitorar conversações: para isto há muitas ferramentas, por exemplo, Google Alert que permite criar alertas para conhecer o que estão falando ou escrevendo de tua empresa, marca, produto, etc., também é necessário estar a par do que passa nas redes sociais, para isto localize as menções em Twitter com Monitter, TweetBeep, Socialoomph e Twitter Search.
2. Informar: uma vez que conhece a existência da conversação, é necessário que participe informando e aclarando; no blog e foros, comente; nos wikis edite os conteúdos; nas redes sociais atinja uma comunicação direta; esta deve ser transparente e gerar confiança.
3. Agir: com a gestão da reputação você obtém uma valiosa informação de primeira mão de seus clientes, este feedback se deve usar para tomar ações que melhorem seu serviço ou produto.

FUNDÉU RECOMIENDA...






1.- rescate de la banca, no rescate a la banca

Con la palabra rescate, aquello que se recupera o se libera de un peligro o daño se introduce con la preposición de y no a, por lo que se recomienda hablar de rescate de la banca en lugar de rescate a la banca.

En las noticias sobre las ayudas de la Unión Europea a los bancos españoles no es raro ver el uso de la preposición a, como en los siguientes ejemplos: «El Eurogrupo supedita el rescate a la banca al compromiso de España con el déficit» o «El rescate a los bancos se coloca como tema de moda en Twitter».

Aunque con el verbo rescatar se usa la preposición a, con el sustantivo rescate lo apropiado es emplear de («rescate de la banca»), tal como se señala en el Diccionario de uso de las preposiciones españolas, de Emile Slager.

Así, de igual modo que se habla, por ejemplo, del rescate de unos mineros o de un submarino, lo apropiado en los ejemplos anteriores habría sido «rescate de la banca» y «rescate de los bancos».


2.- conllevar, no conllevar a

El verbo conllevar se construye sin la preposición a.

Conllevar es un verbo transitivo que significa ‘implicar o suponer’ y ‘sobrellevar o soportar’; así pues, no es sinónimo de llevar por lo que no es adecuado utilizar la preposición a seguida del verbo, tal como indica el Diccionario panhispánico de dudas.

Sin embargo, es frecuente escuchar y leer en los medios de comunicación frases como las siguientes: «Lo anterior conlleva a elevar las tasas municipales, pese a que en su campaña política prometió no incrementarlas», «La pérdida de yodo en la dieta conlleva a que se presenten desordenes en el organismo».

En estos casos lo adecuado habría sido: «Lo anterior conlleva elevar las tasas municipales, pese a que en su campaña política prometió no incrementarlas», «La pérdida de yodo en la dieta conlleva la aparición de desordenes en el organismo».

También conviene evitar la expresión conlleva consigo en lugar de lleva consigo, o simplemente conlleva, por ser redundante.
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