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terça-feira, 8 de maio de 2012

EL IDIOMA ESPAÑOL EN VENEZUELA


LA LENGUA EN SALSA
Los títulos de dignidad se escriben en minúscula cuando se usan en genérico

PABLO RAMOS MÉNDEZ | EL UNIVERSAL - VENEZUELA

PERTRECHAR: ES abastecer de pertrechos; disponer lo necesario para la ejecución de algo. Decir apertrechar es cometer un error, porque se le añade una a que no debe existir.

ORATE: persona que ha perdido el juicio. La voz proviene del catalán, que se habla en Cataluña y otros dominios de la antigua Corona de Aragón.

CURUCUTEAR aparece registrado en el DRAE.
Significa: hurgar en cosas propias o ajenas.


¿SABE USTED A lo que se llama esotérico?
Respuesta: 1. Oculto, reservado; dicho de una cosa: que es impenetrable o de difícil acceso para la mente. Se dice de la doctrina que los filósofos de la Antigüedad no comunicaban sino a corto número de sus discípulos.

TEMAS A TRATAR. Son frecuentes en lo administrativo y periodístico expresiones como: temas a tratar, problemas a resolver, ejemplo a seguir, etc., más breves que las tradicionales españolas: Temas que hay que tratar, ejemplo que se debe seguir, etc. Su uso es especialmente frecuente cuando funcionan como sujeto o como atributo en oraciones copulativas: Los temas a tratar son dos; Esas son las cuestiones a dilucidar. En español solo son aceptables en algunos casos, por lo que se recomienda tener en cuenta las siguientes orientaciones generales: El infinitivo debe estar en forma activa, pues, como ya se ha indicado, los infinitivos de estas construcciones ya tienen valor pasivo: No diga: El tema a ser tratado presenta dificultades. La forma correcta es: El tema a tratar. Hay que evitar la cacofonía como en Tareas a hacer, ejecutar, etc.

PRESIDENTA. Hoy vamos a insistir en esto de presidenta, en femenino, debido a que todavía me siguen llegando notas sobre el masculino para la mujer, relacionadas con las próximas elecciones. Del Panhispánico: "Persona que preside algo' y, en una república, 'jefe del Estado'. Por su terminación, puede funcionar como común en cuanto al género (el -la presidente); pero el uso mayoritario ha consolidado el femenino específico presidenta. Sobre su escritura con mayúscula o minúscula inicial, los títulos, cargos y nombres de dignidad como rey, papa, duque, presidente, etc., se escriben con minúscula cuando aparecen acompañados del nombre propio de la persona que los posee, o del lugar o ámbito al que corresponden (el rey Felipe IV, el papa Juan Pablo II, la presidenta argentina), y cuando están usados en sentido genérico (El papa, el rey, el duque están sujetos a morir, como cualquier otro hombre). Existen casos, sin embargo, en que estas palabras pueden escribirse con mayúsculas.

PENSAMIENTOS.
La grandeza no consiste en recibir honras sino en merecerlas. Aristóteles.
Un experto es alguien que te explica algo sencillo de forma confusa de tal manera que te hace pensar que la confusión sea culpa tuya.

HUMOR.
Suena el teléfono a las cuatro a.m. Al descolgar alguien pregunta: Aló, aló, ¿La familia Silva? - Una voz dormilona contesta: ¡No, imbécil, la familia duerme!
Otro: Como por la reunión de presidentes se puso de moda el Celac, ¿sabe usted lo que significa Celac? Significa: ¡Confiero!, Encontré Leche, Azúcar y Café. Ya está.

lalenguaensalsa@hotmail.com

SOBRE O FRACASSO





"O SUCESSO SE CONSEGUE TRÁS FRACASSAR VARIAS VEZES"
Fonte: ABC.es
Salim Ismail é fundador e embaixador da Singularity University, um centro educativo seletivo cuja missão é formar líderes usando a tecnologia para solver os problemas da humanidade.
A universidade nasceu em 2008 no Silicon Valley e seus sócios são dois monstros: Google e a NASA.


Ismail tem um diploma em teoria física e computação pela Universidade de Waterloo, foi vice-presidente de Yahoo e visitou Espanha convidado pela Fundação Rafael del Pino, para proferir o discurso na cerimônia de entrega de prêmios “Call to Innovation 2012” que outorgou bolsas a espanhóis inovadores que apresentaram projetos para melhorar seu país.
Em seu discurso mencionou que não se devia machucar à pessoa que fracassa, porque fracasso é sinônimo de experiência.
Ismail afirmou a ABC que não se trata de premiar o fracasso senão de entender que o sucesso não se consegue na primeira vez o tempo tudo. Reprocha o caso dum sistema onde os estudantes anulam disciplinas, mas ainda assim ascendem de grau. “Num modelo educativo assim o que se tem é um fracasso sistemático, um sistema que falha”.
Isso não é correto. “Há muitos tipos de fracassos, entre eles os que aparecem quando se tomam riscos”, assinala este empreendedor que aponta que há vários tipos de fracasso: de mercado, tecnológico e de pessoal.
“La tecnologia é o maior condutor do progresso da civilização”,
Ismail se refere ao fracasso como um degrau para o sucesso. «Há que se focalizar no sucesso, que não vem necessariamente de fazê-lo tudo bem a primeira vez, senão em repetir varias vezes e se adaptar.
A natureza evoluciona assim, muda e se adapta por seleção natural para os ganhadores. Todas nossas ideias sempre são rejeitadas uma ou duas vezes antes de conseguir seu lar. “O sucesso se consegue trás fracassar várias vezes”, explica.
A solução é repetir? Absolutamente. Intenta-lo várias vezes. Repetir e repetir até que salga bem.
Um exemplo claro é o de Google. Eles tiveram que apresentar o projeto 359 vezes até que alguém lhes diz: ‘Tenham, aqui está o dinheiro’. Não o conseguiram na primeira vez. Em cada apresentação tiveram que melhorar aspectos e fizeram sua ideia melhor. E sim, devo afirmar que o fracasso não é sinônimo de experiência a menos que se aprenda dele. Necessita-se aprender do fracasso e logo se vai converter em experiência. Tampouco há que deixar de educar.
No caso de Singularity University — a matrícula para um curso de verão ultrapassa os 21.000 euros—, fomentam a liderança que trata de conhecer o que possa passar no futuro. «Os grandes líderes querem resolver desde problemas econômicos até diminuir a mortalidade infantil. Nós lhes ensinamos que a tecnologia é a via ideal para resolver estes problemas. Exemplo são os telefones, os carros. “O que sugerimos é que a tecnologia é o maior condutor do progresso da civilização”, diz em quanto olha a hora em seu iPhone. Explica também que a tecnologia muitas vezes se vê como una ferramenta daninha. “Todas as tecnologias e ferramentas se podem utilizar para o bem e para o mal”. “Podes utilizar fogo para aquecer ou para queimar uma casa”. A tecnologia da que falamos é poderosa e por isso nós ensinamos o uso correto dela”.
Em sua conferência “O impacto da tecnologia para resolver os grandes desafios da humanidade”, destacou estudos científicos e tecnológicos que, em teoria, melhoram a qualidade de vida do homem. Mencionou o «Google car», um carro com condução automática que não necessita do motorista para viajar a seu destino. Com este artefato que já tem sido testado num Toyota Prius os nãos videntes poderiam conduzir e os acidentes se reduziriam. “O único acidente que teve este carro foi quando um técnico intentou conduzi-lo”, brincou Ismail.
«Espanha está num grande momento»
Prima de risco, 25% de desocupação, ajustes econômicos e crise são as palavras más faladas em Espanha nos últimos anos. Porém, para Ismail esta é a época ideal para conseguir sucesso.
«Tudo é questão de percepção”. Em uma crise as pessoas são forçadas a pensar. Também acontece que as pessoas se motivam para fazer algo, para ser bem-sucedidas. As crises, são um grande problema mas enfocam às pessoas em procurar soluções. Espanha esta num grande momento», afirma.
Em sua universidade tem três objetivos claros: a inovação, a tecnologia e o impacto. Três âmbitos que em anos de crise econômicas os governos costumam recortar ou prestar menor atenção. «Nós lutamos por manter a ideia que a tecnologia se converteu em algo barato, que já não importa seu custo. Podem-se criar grandes companhias com pequenos investimentos e sem que o governo tenha que investir», diz para finalizar a conversação e sair do salão a parabenizar aos projetos ganhadores.


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en virtud de, no en virtud a ni a virtud de

La expresión en virtud de significa ‘como consecuencia de’, pero no son adecuadas variantes como en virtud a ni a virtud de.

En ocasiones aparecen en las noticias estas últimas formas, como en el siguiente ejemplo: «El centro exportará material genético de la raza retinta a Brasil, en virtud a un acuerdo internacional entre este país y España».

Sin embargo, las Academias de la Lengua desaconsejan en virtud a en el Diccionario panhispánico de dudas, al igual que la forma a virtud de, usada en el lenguaje jurídico, por lo que hubiera sido mejor «El centro exportará material genético de la raza retinta a Brasil, en virtud de un acuerdo internacional entre este país y España».

Cuando la locución va seguida de una oración introducida por que, no debe suprimirse la preposición de; así, lo adecuado es «La queja fue presentada en virtud de que se vulneraron los derechos de los niños» y no «en virtud que se vulneraron».
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