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sexta-feira, 4 de maio de 2012

PETRÓLEO

PETRÓLEO é um produto estratégico, não uma mercadoria: a Argentina e sua Imagem Internacional.


Pelo Dr. Umberto Mazzei – Fuente Global Researchs – 03/05/2012

Este lembrete é pertinente devido à geração dum tumulto internacional sobre o retorno da Argentina à frente da Yacimientos Petrolíferos Fiscales (YPF), a companhia petrolífera ex- estatal. Foi anteriormente controlada pela Repsol, uma empresa registrada em Espanha, mas cuja maioria de acionistas não são espanhóis. Repsol comprou o controle acionário da YPF durante disputa de Menem pela privatização. YPF opera 32% da produção de petróleo da Argentina e 23% do gás da Argentina. Há outras empresas que operam na Argentina, como Chevron, Petrobras e Occidental.

A tabela a ilustra como produção da YPF caiu com Repsol.

Repsol ganhou bilhões com o uso das instalações existentes da YPF, efetuando um investimento muito baixo. Além disso, sob a gestão da Repsol YPF, a Argentina passou de ser um exportador autossuficiente de energia para ser dependente de importações de combustíveis e de gás a uma taxa de US$ 9,300 milhões em 2011. Além da retórica do Sr. Rajoy sobre a propriedade e os investimentos, os fatos são claros.
Uma vez que a Repsol comprou o controle da YPF, por US$ 15 bilhões, em 1999, a produção de petróleo da Argentina caiu 38,3% e a produção de gás caiu 25,4%, entre 1999 e 2011. Durante esse tempo, a Repsol fez US$ 15.728 milhões em lucros, mais do que aquilo que pagou pela YPF. É bem conhecido que o futuro da produção de petróleo depende da atividade exploratória, que é um investimento dispendioso e arriscado e que foi negligenciada pela Repsol. Durante seu mandato, havia apenas 8 poços perfurados de forma exploratória, com um custo de apenas 0,2% da sua renda. A política da Repsol era explorar poços existentes até sua capacidade máxima, uma prática que perturba o equilíbrio de fluidos e gases, produz a queda da pressão natural, e faz da extração do petróleo remanescente um procedimento dispendioso e complicado. Argentina expropriou 51% das ações da YPF com o apoio esmagador da opinião pública e do ambiente político. A decisão é coerente com um velho princípio jurídico que considera os bens subterrâneos como uma propriedade pública. Um direito público aplicado por Roma, Bizâncio, o Império Espanhol, o Império Chinês ou da República Popular da China, Rússia, czarista ou soviética, e o Império Otomano. É uma abordagem legal aceito na Europa, Ásia, África ou na América Latina hoje. A exceção são os Estados Unidos, onde é possível possuir seu pedaço de terra até o núcleo da Terra ...
A imagem internacional do petróleo
Há ameaças relativas à oferta internacional de petróleo que fazem à medida do governo argentino, no momento, oportuna e justificada. Esta percepção é compartilhada pela classe política argentina, sua comunidade de negócios e o público em geral. Houve aprovação também na maior parte da América Latina, com a notável exceção do presidente do México, Calderón, que mais tarde foi repreendido pelo Congresso mexicano por interferir em um assunto bilateral. O argumento de Calderón era de que o exemplo da Argentina poderia espantar o investimento estrangeiro na região. Ele é, no mínimo, desinformado. É um crescimento econômico elevado e vastos recursos locais que atraem investimento e América do Sul atende a ambos os requisitos. É hoje a região a receber mais investimento de capitais, tanto que o Brasil teve de estabelecer limites. Em Buenos Aires, a nota discordante é dada por uma parte da imprensa que prefere desempenhar o papel de oposição política, em vez de relatar as notícias. Essas revistas destacam as ameaças feitas pelo governo do PP ou os líderes do PSOE, que são a mesma coisa. É um paradoxo, mas se alguém quiser ler as ameaças furiosas para a Argentina por Manuel Barroso, Presidente da Comissão Europeia ou por Karel de Gucht, Comissário Europeu do Comércio, é nesses jornais argentinos que aqueles podem ser encontrados. A imprensa europeia está mais preocupada com o sucesso de Marine Le Pen na França, ocupado com Sarkozy ou os problemas fiscais da Espanha, porque a opinião pública europeia não se importa muito com os lucros da Repsol.
Perigos de guerra do petróleo
É bem conhecido que o petróleo é um problema muito perigoso internacionalmente. Os governos que obedecem as multinacionais buscam monopolizar o fornecimento de petróleo para travar o desenvolvimento dos países emergentes. Assim, eles atacaram e invadiram, com pretextos ridículos, dois países, Iraque e Líbia, que eram grandes produtores independentes e faziam... Venda de petróleo para a China. A invasão do Afeganistão não é alheia à questão do petróleo. Foi destinada a permitir que o petróleo de Turcomenistão, Uzbequistão e Tajiquistão, que está localizado ao norte do Afeganistão feche os envios a China, e ser bombeado para os portos do Paquistão. Também ajudou a cercar o Irã, outro país que vende petróleo para a China. A guerra civil no Sudão tem a mesma matriz. China foi à compra de petróleo do Sudão e Chade. Petróleo do Sudão está situado no sul do Chade e o petróleo sai através de Darfur, no Sudão do Sul oeste. Em 2003, se produzo uma rebelião armada em Darfur argumentando diferenças religiosas e tribais no Sudão para pedir um estado separado. Rica em petróleo o Sul do Sudão tornou-se um Estado soberano reconhecido pelas "democracias ocidentais", como costumavam ser dito, ou a "comunidade internacional", como se diz hoje.
Na América do Sul, a empresa estatal brasileira, Petrobras, descobriu, em 2007, petróleo e outros campos marítimos de gás na Bacia de Santos, na plataforma continental, a 200/300 milhas da costa. O campo de Tupi já está em produção e tem reservas de cerca de 8 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural. Outros campos estão em uma fase exploratória, mas são conhecidos por ter maiores quantidades de petróleo e gás. Como retorno, em 2008, os EUA reativou a Quarta Frota, que foi criada em 1942 para monitorar o Atlântico Sul e da qual se desfez em 1950, por falta de inimigos na zona. O pretexto é o tráfico de drogas... Talvez os traficantes usam o Graf Spee.
Futuro incerto do fornecimento de petróleo
Estados Unidos têm de longe o maior poderio militar. Israel o pais melhor armado no Oriente Médio. Assim, o fantasma fautor pode justificar a histeria atual sobre ameaças de segurança. O objetivo real é para justificar a agressão e entregar petróleo e outros recursos para as grandes corporações. Com o pretexto de que o Irã poderia fabricar uma arma nuclear, porque ela adquire o conhecimento científico nuclear a que tem direito pelo Tratado de Não Proliferação, Estados Unidos proibiu unilateralmente o comércio internacional do petróleo. O objetivo é enfraquecer o Irã antes de atacá-lo para controlar seu petróleo, como foi feito com Iraque. Mais o embargo do petróleo iraniano tem sido planejado há muito tempo, porque 4 milhões de barris diários de petróleo não podem ser guardados sem compensar com mais petróleo de outro lugar, ou haveria um colapso econômico. O plano era, plausivelmente, para ocupar a Líbia - que vendeu petróleo à China - fornecedora da Europa que é dependente do petróleo iraniano. O restante do petróleo em falta pode ser adquirido através do bombeamento de fluxos dos sauditas, como de costume. O plano não funcionou porque Gaddafi não fugiu, como assumido pelo ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, mas preferiu ficar e lutar. A guerra na Líbia deu um déficit de 1,3 milhões bb / d no mercado. A Arábia Saudita prometeu compensar através do bombeamento de muito petróleo extra, mas não conseguiu. Por 10 meses, a OTAN bombardeou e gastou bilhões para impor o caos, ainda hoje, existem interrupções no fornecimento líbio, que após da guerra só chegou a 500.000 bb / d.
Na Arábia a produção de petróleo começou no início dos anos 50 no âmbito da empresa Arabian American Oil - Aramco, um consórcio da Chevron, Exxon, Mobil e Texaco. Em 1974, o governo assumiu 60% das ações e rebatizou-a Saudi Aramco. Em 1980, foi totalmente nacionalizada.
As democracias ocidentais evitam a retórica ideológica em seus negócios com a Arábia Saudita, uma monarquia absolutista e teocrática. Acontece que, desde 1973, a Arábia Saudita é o principal produtor de petróleo com cerca de 8 milhões bb / d. É uma supremacia vulnerável, porque seus campos de petróleo são enormes, mas poucos, são contíguos e colocados ao longo da costa do Golfo Pérsico. Os maiores sete são: Ghawar, Safaniya, Abqaiq, Berri, Marjan, Zuluf e Abu Sa'fah. Existem dois, Ghawar e Safaniya, que produzem 75% do total. O papel saudita é para ser o produtor do balanço que aumenta a oferta de petróleo, sempre que Wall Street pede. Mas, nos últimos 20 anos, a produção da Arábia de petróleo extra, independentemente das promessas, nunca passou mais de 10 milhões bb / d.
Desde 1974, não há muito detalhes técnicos sobre os poços da Arábia. O que se sabe vem de uma investigação do Senado dos EUA com os gestores da Aramco, que mostrou que em 1974, Aramco já enfrentou aumentos de produção "para salvar a economia mundial", não veio de novos poços, mas de simplesmente abrir as válvulas nos existentes. Este procedimento aumentou a presença de água e de gás no óleo e havia necessidade de construir plantas especiais para separá-los. Houve também necessidade de injetar grandes quantidades de água, para compensar a queda. Desde 1974 não foram descobertos novos campos de petróleo, por isso é provável que em recentes "resgates" o método permaneceu o mesmo.
Em reuniões internacionais do petróleo, os engenheiros da Arábia Saudita apresentar documentos que provam que os sauditas usam métodos muito sofisticados para a recuperação de petróleo. Pode-se supor que essas proezas técnicas e científicas foram alcançadas porque elas são necessárias. Arábia falha na substituição do abastecimento de petróleo da Líbia e a flexibilidade recente dos EUA com o Irã sugere que o aumento da produção saudita não seria capaz de substituir o petróleo iraniano. Isso pode evitar outra guerra, mas não é uma garantia de paz, porque há muitos psicopatas em governos poderosos.
Conclusão
A economia argentina vem crescendo cerca de 10% ao ano, mas perdeu sua autonomia energética, precisamente quando há ameaças à oferta internacional de petróleo. Isso pode acontecer quando algo vital para uma nação é confiado às empresas cujo único objetivo é a gestão dos lucros. Argentina fez o movimento certo e agora ela pode corrigir os objetivos de gestão e coordenar as suas políticas em toda a cadeia de hidrocarbonetos, com o Brasil e Venezuela, seus parceiros no MERCOSUL. Este pode ser o momento certo para recordar o que o presidente mexicano Lázaro Cárdenas disse de uma gota de petróleo receita após a sua nacionalização: "Melhor uma renda modesta que beneficia ao país e seus trabalhadores do que aquele que enriquece estrangeiros no exterior com lucros fabulosos"

Umberto Mazzei tem um PhD em ciência política pela Universidade de Florença. Ele tem ensinado teoria econômica internacional em universidades na Colômbia, Venezuela e Guatemala. Ele é diretor do Instituto de Relações Econômicas Internacionais, em Genebra.

METAS PESSOAIS


6 recomendações para estabelecer metas pessoais
Por: Olivia Reyes – Fonte: Gestiopolis

Se procuras melhorar a cada ano, com certeza já pensas nas metas que desejas alcançar e em teus propósitos futuros.



Infortunadamente a maioria das pessoas nunca atinge seus propósitos porque não sabe como estabelecer metas poderosas que se cumpram.
Depois de mais duma década de mergulhar em programas, processos, livros e exercícios para atingir minhas metas tenho chegado a conclusões muito interessantes que compartilharei com você neste artigo:
Erro N° 1: Se queimar o cérebro procurando os “porém”
Um dos erros que cometem as pessoas é que se dedicam a pensar na dificuldade da tarefa e se focam nessa energia de dificuldade.
Quando você focaliza todos os obstáculos a vencer para atingir algo --usando a mente lógica que é de vibração baixa— você está oferecendo vibrações parecidas ao anelo e se está mantendo no sentido do anseio.
Recomendo: Enfocar no que deseja e porque o deseja em lugar da dificuldade da tarefa.

Erro N ° 2 : Apatia versus Emoção

Outro dos erros que as pessoas cometem é que se colocam metas fracas, pensam nelas com apatia ou com pouca decisão.
A realidade é que o potencial nosso é extraordinário e só temos que nos decidir com todo o coração para atingir grandes coisas. Cada ponto de consciência por muito pequeno que seja tem um grande potencial.
Recomendo: Tomar em conta que não atingimos ainda nem 1% do potencial desta vida e você pode atingir o inimaginável. Pensa em grandes coisas e emociona-te com atingir teus sonhos, experimenta entusiasmo e paixão em lugar de impotência, desesperança ou apatia, já que com essas emoções/energias não atingiras tuas metas.
Erro N°3 : Acreditar que estás afastado de teu desejo

A fórmula da Criação Deliberada de Abraham-Hicks é:

Passo 1- Pede
Passo 2- O universo contesta, sem exceção alguma.
Passo 3 - Recebes
Isto significa que se pedes algo (passo 1), o universo contesta sem exceção alguma. E agora deves mover-te ao passo 3, a energia de receber.
É uma fórmula simples e fácil, porém frequentemente nos estancamos no passo N°3, receber, porque não sabemos praticar a energia de receber.

Recomendo: Implantar na consciência a firme crença de que podes alcançar tudo e que não há impossíveis porque o Universo te da tudo o que pedes (passo 2 da fórmula).

Erro N ° 4 : Avançar motivando-te, mas sem cortar de raiz as crenças negativas.

A este erro o chamo garrafal porque é onde mais desperdiçamos nossa vida.
Lembremos que todas nossas crenças são criações e partindo deste ponto poderíamos dizer que todo o que acreditas respeito de teu desejo é uma criação que colocas em marcha e que se materializará sem duvida alguma.
Por exemplo: Se desejas um aumento de salário, porém acreditas que em tua empresa os aumentos de salário são incomuns, ou que a economia será pior no ano próximo, ou que no poderás receber um aumento de salário porque não sabes como, então isso é exatamente o que receberas: “não” aumento de salário.
Por quê? Porque tens crenças que respaldam essa realidade, é dizer que você a esta criando, embora não lhe agrade.
Recomendo: descobrir essas criações/crenças e transformá-las para deixar de seguir criando elas, pois elas seguirão se as deixas, bloqueando a realização de tuas metas.
Erro N°5: Lutar por cumprir teu desejo, mas desde a energia do anelo.

O anelo e o desejo são 2 coisas totalmente diferentes. A energia do anelo está relacionada com querer algo, porém ao mesmo tempo estando consciente de não tê-lo.
Não há nada em nossas vidas que tenha um efeito tão limitante como o anelo, pois é um engano para nós, já que, querer algo pero ao mesmo tempo enfocar-te em como se sente não tê-lo é uma garantia total de que o seguirás anelando.
Ao invés, a energia do desejo é diferente, é querer algo com um sentimento de felicidade, de saber que já é nosso e que é seguro, de sentirmos em paz, felizes e com total segurança.
Esta cita me fascina porque o explica fabulosamente:
"Ao desejar, muitas pessoas têm um senso do anelo porque em tanto se concentram em algo que almejam experimentar ou ter, ao mesmo tempo estão conscientes de sua ausência. E então em tanto que estão usando palavras de desejo, eles estão oferecendo ao mesmo tempo uma vibração de carência. Eles chegam a pensar que o sentimento de desejo é aquele de querer algo e não tê-lo, mas não, esse é o sentimento de anelo. Não haveria sentimento de carência ou anelo num desejo puro se eles tiveram em mente que sempre que algo é pedido, sempre é outorgado". Abraham-Hicks.

Recomendo: tirar do meio o anelo antes de se impor qualquer meta. Não avances com senso de "não ter", nem tampouco atues desde esse sentimento porque teus resultados serão nulos ou medíocres. (Pensa nas coisas importantes que atingiste no passado e notarás que sempre tiveste certeza de que aconteceriam;)
Erro N°6: Não lançar teus desejos com energia

Neale Donald Walsch, autor do livro “Conversações com Deus”, nos diz que quando se formula um desejo, automaticamente aparece à contraparte desse desejo, e essa contraparte aparece para saná-la.
É a contraparte da energia que estas começando a pedir-lhe ao universo que nesse momento se apresenta para que você a ame, não para que você fique amarrado a ela.
Imagina una pilha – uma bateria - que dum lado tem energia positiva, e do outro lado tem energia negativa. Assim é de ambivalente cada área de nossa vida, (dinheiro, relaciones, saúde) absolutamente todo na vida tem dois polos opostos, o polo positivo que é igual à satisfação do que queremos e o polo negativo que é igual à falta do que queremos.

Recomendo: Lançar teu desejo com energia dedicando um dia a pensar no que ambicionas desde diferentes ângulos para que fortaleça a energia de tua meta, tua decisão se faça mais clara e tua intenção mais firme.

Isto é infalível, o tenho usado com muito sucesso para publicar meus livros, sanar de doenças, duplicar meus ingressos, ter mais tempo livre, atrair ideias, lançar meu negócio e atrair TUDO o necessário para atingir minhas metas cada ano, de fato é o passo que uso sempre antes de agir.
Se em verdade queres atingir tuas metas tens que te comprometer e dedicar um tempo para te preparar mentalmente porque só assim as converterás em realidade.
Pedir às 12 da noite dos 31 de dezembro ou solicitar desejos quando comes uvas durante as 12 badaladas não te darão resultado, porque é você quem esta criando tua realidade o tempo tudo e embora esses rituais te emocionem por uns instantes, não possuem o poder de trocar o que acreditas e o que você sente respeito ao que deseja atingir.

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Recomendación del día


favoritismo no es condición de favorito ni ventaja

El término favoritismo alude a la preferencia injusta por algo o alguien, al margen de sus méritos y, por lo tanto, no es adecuado emplearlo con el sentido de 'condición de favorito' o ‘ventaja’.

Sin embargo, en las informaciones sobre las elecciones presidenciales francesas se está empleando el sustantivo favoritismo para referirse a la ventaja en la intención de voto de un candidato respecto a otro: «Sarkozy redujo dos puntos su distancia de favoritismo con respecto al socialista Hollande», «Hollande afirma su favoritismo tras el debate con Sarkozy», «El favoritismo del candidato François Hollande complica la reelección del actual presidente».

En estas frases, lo adecuado hubiera sido: «Sarkozy redujo dos puntos su distancia en intención de voto con respecto al socialista Hollande», «Hollande afirma su ventaja tras el debate con Sarkozy», «La condición de favorito del candidato François Hollande complica la reelección del actual presidente».

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