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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O IDIOMA ESPANHOL 2012



Alguns dados...
Segundo informa o jornal ABC da Espanha: “Quinhentos milhões de pessoas falam espanhol em vinte e um países do mundo. E para o ano 2050 calcula-se que essa cifra se incremente numa centena, superando os seiscentos milhões de falantes de espanhol. Nos Estados Unidos, grande fronteira norte, território de promissão do idioma espanhol, falam a língua de Cervantes uns quarenta e oito milhões de pessoas; na União Européia, uns trinta milhões, ademais dos 47 milhões de espanhóis. No mundo há repartidos dezoito milhões de estudantes de espanhol, um idioma que, pese à crise geral, se encontra em alta. Na internet, o espanhol é a segunda língua internacional com 136 milhões de usuários, o que equivale aos 8 % do total mundial”.
Como assinalam Juan Carlos Jiménez e Aránzazu Narbona em seu artigo “ECONOMIA E LÍNGUA: O ESPANHOL NO COMÉRCIO INTERNACIONAL” (1) :“Por um lado, a língua é, ante tudo, uma tecnologia social de comunicação, se bem tem sido vista habitualmente, por dizê-lo dum modo atual, como uma espécie de software livre, sem custos, e, por tanto, sem retribuição específica dentro do produto. Por outro lado, a língua, em tanto que destreza comunicativa é parte do capital humano, e, por tanto, do fator trabalho tal e como hoje se concebe: deste modo, o conhecimento de várias línguas-ou o bom uso duma– se monetiza no mercado de trabalho, bem o sabe qualquer imigrante, como o faz qualquer outra habilidade educativa. Por último, a língua também contribui à formação do capital; mas não do capital físico, na concepção neoclássica, senão do capital social, esse «aglutinante social» - na acepção de Putnam– em forma de redes de relação e laços de confiança que tanto contribuí ao crescimento, como se reconhece cada vez mais amplamente na literatura, embora siga sendo em todas suas facetas tão difíceis de quantificar.

Tudo isto se deriva de três qualidades econômicas da língua - duma língua compartida, se entende– que potencializam os intercâmbios, e tanto mais quanto mais estendida seja ela: em primeiro lugar, como bem do clube que difunde externalidades da rede e permite, com isto, multiplicar o potencial comunicativo duma coletividade; em segundo lugar, a língua como redutora dos custos de transação, ao modo em que o faz uma moeda comum ou no levantamento duma barreira comercial, e, terceiro, como amortecedora da distância psicológica entre os mercados, um conceito que remete à Escola sueca de Uppsala.

Cada uma destas propriedades opera em sentidos distintos –ampliação do mercado, redução dos custos, aproximação pessoal–, porém numa mesma direção, que Lazear tem sabido resumir numa frase só:
«Uma cultura e uma linguagem comuns facilitam o comercio entre os indivíduos»
O valor econômico do espanhol é de 4,5 bilhões de dólares de capacidade de compra, uns 9 % do Produto Interno Bruto (PIB) mundial. “O espanhol aspira ser a segunda língua franca, um objetivo ambicioso, porém não irrealizável”. Segundo o informe, o espanhol é a única das grandes línguas internacionais que hoje têm um dicionário, uma ortografia e uma gramática comuns.
“Uma língua têm valor econômico se o têm as economias dos países que a falam”.

http://www.elpais.com/articulo/cultura/potencia/440/millones/hablantes/elpepicul/20061105elpepicul_1/Tes
Embora resulte praticamente impossível quantificar o valor econômico duma língua, o professor Angel Martín Municio atreveu-se a situar-lo nos 15% do PIB de Espanha, somando todas as atividades relacionadas com a língua.
(1).- Circunstancia. Año V - Nº 13 - Septiembre 2007 – Ensayos - Juan Carlos Jiménez y Aránzazu Narbona
“ECONOMIA Y LENGUA: EL ESPAÑOL EN EL COMERCIO INTERNACIONAL”
(2) .- “Internet le pone el acento a la ortografía” La Gaceta de Tucuman - www.lagaceta.com.ar

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Recomendación del día


seis claves para usar las siglas y las abreviaturas

Las siglas y las abreviaturas tienen características distintas; conocerlas permite escribirlas apropiadamente.

Siglas

Se forman por lo general con las iniciales de la expresión que abrevian, normalmente las iniciales de los sustantivos y los adjetivos (Organización de las Naciones Unidas: ONU), pero a veces también las de otras palabras (organización no gubernamental: ONG).
No llevan punto abreviativo: ONU, no O. N. U.
Las Academias de la Lengua desaconsejan el uso de una ese minúscula para formar el plural en la forma escrita (las ONG mejor que las ONGs), aunque en la lengua oral es normal y correcto que se pronuncie la ese («oenegés»).

Abreviaturas

Se forman con parte de la palabra o las expresiones que abrevian; una palabra puede tener más de una abreviatura: para página, por ejemplo, se usan p. y pág.
Llevan punto abreviativo (a. C.; pl., admón.) o, más raramente, barra (c/ Bailén); en las abreviaturas con más de un elemento, tras el punto abreviativo se deja un espacio (se escribe EE. UU. y no EE.UU.); si la abreviatura lleva una parte volada, el punto se coloca antes de esta (n.º, no nº. ni nº).
Cuando tienen más de una letra, generalmente se pluralizan añadiendo una ese (pág. – págs.); si constan de una sola letra, esta se suele duplicar (p. – pp.)
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