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sexta-feira, 10 de junho de 2011

A GUERRA DA ÁGUA


A Guerra da água começa: Os primeiros passos o dão as grandes empresas

FONTE: TARINGA.NET

Faz anos, cada certo tempo, surge timidamente uma voz que pretende nos avisar que num futuro próximo as cruentas guerras originadas pelo petróleo ficarão esquecidas no passado; e embora não será porque se tenha solucionado o problema energético do planeta, senão porque outros problemas ainda maiores nos ameaçarão.
Este novo problema não ameaçará com fazermos retroceder 50 anos no tempo se não somos capazes de detê-lo a tempo, não nos devolverá à era pré-tecnológica, este problema de escassez ameaçará nossa própria existência.
A água, um bem muito escasso no planeta e pouco apreciado no chamado primeiro mundo, começara a escassear, os distintos povos, as grandes empresas e os governos começarão a se situar num dos dois únicos bandos que se criarão; os que possuem a água e lutam para preservar e comercializar a preço de ouro seu excedente, e frente a eles, os governos que carecem da suficiente água para manter a seu povo e estão dispostos a conseguir a qualquer preço.
As estimações feitas pelos cientistas nos dizem que para o ano 2025 (apenas 14 anos) a demanda deste elemento tão necessário para a vida humana será 56% superior que o subministro...e aqueles que possuam água poderão ser alvo dum saqueio forçado.
Calcula-se que para os 6,25 bilhões de habitantes aos que temos chegado se necessitaria já um 20% mais de água.
A pugna é entre quem acredita que a água deve ser considerada um bem comercializável (como atualmente o são bens básicos como o trigo, o arroz...) e aqueles que expressam que é um bem social relacionado com o direito à vida.
Os alcances da soberania nacional e as ferramentas legais são também parte deste combate.
Só o 3 % da água do planeta é água doce, e dessa porcentagem, só os 0.4 % é água superficial ou atmosférica, ou o
que é o mesmo, acessível, e por si fora pouco, a metade dos grandes rios do planeta tem ano trás ano diminuído seu caudal ou bem apresentam grandes signos de contaminação .
De fato, no dia de hoje, 1,5 bilhões de pessoas não têm acesso a água potável..., porém por fortuna para a paz mundial, estes 1,5 bilhões de pessoas são as mesmas que tampouco têm um acesso direto ao resto de bens básicos para garantir
a própria existência como são, por exemplo, o trigo e o arroz antes mencionados.
São do terceiro mundo, não possuem armas, não têm força política, não têm voz, não importam.
Embora esta é uma situação que irremediavelmente terá que trocar, e o fará quando os países que se importam comecem a pugnar entre eles por água.
A só 14 anos de que essas cifras se materializem já se podem apreciar as trocas e os movimentos preguiçosos dos distintos países para pouco a pouco se preparar.
No ano 2000, em Haia, Holanda, 160 governos acordaram que a água seria uma necessidade humana e não um direito do homem; cuidado com a semântica, esta diferenciação não é por acaso, se podem fazer negócios as custas das necessidades humanas, porém não a custa dos direitos humanos.
E como não, tampouco perdem tempo as distintas empresas que olham neste futuro, não é um reto para a humanidade, senão uma oportunidade.
Nos últimos anos, por exemplo, temos visto a grandes corporações posicionando se neste mercado.
As francesas Vivendi e Suez (classificadas nos postos 51 e 99 respectivamente no Global Fortune 500 do 2001).
A alemã RWE (no posto 53), que adquiriu duas importantes empresas de água, Thames Water no Reino Unido e American Water Works, nos Estados Unidos de Norte América.
Temos visto também, grupos de investimentos de risco adquirindo os direitos de exploração de distintos glaciares.
Mas um de destes exemplos, o que põe o título a esta entrada e se leva a palma, o pôde observar na Argentina, particularmente no Paraná.
A empresa estadunidense Makhena SA com sede em Miami e filial em Buenos Aires é a proprietária da marca de água engarrafada Gold Spring.
O particular deste caso é sem dúvida o método de extração desta água.
Qualquer navio, para navegar e manter sua flutuabilidade e equilíbrio necessita ser lastrado com água.
Esta empresa atua da seguinte maneira; aproveita sua presença na zona para importar a Argentina todo tipo de produtos através do rio Paraná, porém seu negócio não está só no transporte desses produtos.
Uma vez depositados em porto os produtos, seus navios são lastrados a sua máxima capacidade com água diretamente obtida do rio Paraná, uma água que uma vez tirada do país é transportada, tornada potável e vendida nos mercados de Oriente Médio, África e Europa
O negócio é redondo, obtém a água de maneira totalmente gratuita e a vendem ao melhor preço e com as melhores referências de origem possíveis.
Um navio carregado de água doce com capacidade para 70 mil toneladas, pode se vender essa mesmo água por 2 milhões de dólares no Oriente Médio, sem sequer necessitar engarrafar-la.

Buques no rio Paraná


E tudo isto o fazem ante o olhar e o conhecimento do que acontece das próprias autoridades portuárias que não
possuem meios jurídicos para atuar contra este tráfico ilegal da água. A fatalista predição de que começaríamos a nos roubar uns aos outros algo tão básico como a água há começado a fazer-se realidade.



ALMAFUERTE (Pedro B. Palacios)


"Muchas gracias por las empanadas, señoras putas"




Ignacio Ruiz-Quintano - Madrid
10 de junio de 2011






Camba hubo de salir fuera para darse cuenta de que el gran vicio de Francia era la mujer, y el alcohol, el gran vicio de Inglaterra.
–Si Inglaterra es un pueblo muy casto es porque es un pueblo muy borracho.
España, para vicio supremo, sólo puede ofrecer el hambre. Incluso la proverbial pasión del alma española sólo constituye una confusión con la necesidad de carne.
–¿Es que está demostrado que el estómago no es la residencia del alma?
Se hace entrañable pasar muy de mañana por la calle de la Ballesta y que señoras augustas por vetustas inviten a los caballeros a “cariño verdadero”, que en esa calle tiene Rosalía de Castro placa puesta en el portal donde cultivó su flor:
–¿Por qué si tras él corrí? / ¿Por qué si hasta aquí llegué? / ¿Por qué si tanto esperé / a verle más no volví?
Cuando llegué a Madrid, en esa calle papeaban a dos carrillos los “snobs” de la intelectualidad, y a mí me llevaba un tábano del casticismo, Rafael Herrero Mingorance, a verlos comer.
Ahora me sobrecoge ese mural de la sicalipsis evocador de la luz violácea que Gironella atribuía a esas tiernas mujeres que prolongan los muros, humanizan los faroles y entibian las esquinas.
Al frígido Borges lo impresionaba de Almafuerte su vecindad con un prostíbulo cuya dueña le envió una noche una fuente con empanadas calientes:
–Al otro día Almafuerte fue personalmente a devolver la fuente, y les agradeció a las mujeres con estas palabras: “Muchas gracias por las empanadas, señoras putas.”
Me gusta la Ballesta porque huele a cortesías y verdades que nada tienen que ver con Casa Perico.

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Recomendación del día

el plural de led es ledes

La palabra led se escribe en minúscula y en redonda ya que con motivo de la extensión de su uso, la sigla LED de la expresión inglesa light-emitting diode (‘diodo emisor de luz’) se ha lexicalizado y ha pasado a emplearse como sustantivo común; de esta manera lo recogerá la Real Academia en la próxima edición de su Diccionario.

Por tanto led, ‘diodo de material semiconductor que emite luz al aplicar una tensión eléctrica, y que se utiliza para componer imágenes en pantallas de diversos instrumentos, como calculadoras, relojes digitales, etc.’, se debe escribir en minúscula y en redonda.

En cuanto a su plural, en los medios de comunicación aparece de diferentes maneras:«En España se ha propuesto que, para el 2016, todos los municipios de más de 25 mil habitantes cuenten con lámparas led en sus calles», «Los LEDs aspiran a ser las bombillas del futuro», «Los led redibujan el mundo», etc.

El plural de led se forma atendiendo a las normas del español, por tanto, al ser una palabra que termina en -d debe añadirse –es y escribirse ledes en lugar de leds o LEDs, del mismo modo que se escribe redes y no reds.
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