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terça-feira, 26 de abril de 2011

IDIOMA ESPAÑOL


¿UN NUEVO IDIOMA?

www.diariolaprimeraperu
Del castizo español exhibido por Cervantes y el riguroso academicísimo que preserva el castellano más puro parece quedar poco o nada frente a la «propuesta lingüística» que las nuevas generaciones parecen haber adoptado en las redes sociales. Hoy es día del idioma y parece que cada vez muchas más personas están lejos de valorar ese lenguaje tal como la escuela quiso hacernos conocerlo y utilizarlo.

Hapla!, xq?, tas ahí?, chvr!, ztas lok!, son expresiones que forman parte de ese «novedoso» menú lingüístico habitual, familiar y hasta imprescindible entre los adolescentes que entablan una regular conversación de Messenger de o en sus cuentas de Facebook y Twitter.

Para los expertos el uso de este tipo de abreviaturas, omisión de tildes y signos de puntuación ha degenerado el idioma español en algo inintelegible, excepto para las personas que lo usan y que a la larga se han habituado a ellas.

El mayor problema reside en que este tipo de escritura empieza a expandirse a textos físicos y para sus usuarios, mayormente adolescentes y ahora conocidos como chaters, es difícil respetar las reglas de puntuación o recordar en qué casos se utiliza letras como la S y en cuales otros se usa la Z o C.

Hexo x ti y xa ti

Las operadoras internacionales de telefonía celular Movistar, Orange, Vodafone Msn y Leida. Net junto con la Asociación de Usuarios de Internet, AUI, realizaron un proyecto el año pasado para crear un nuevo diccionario cibernético que tendrá por nombre Hexo x ti y xa ti que explicará los nuevos términos surgidos del lenguaje virtual y su significado. Este nuevo lenguaje consta de una ortografía propia y se permite licencias como la ausencia de la h en tiempos compuestos y la supresión de comas, acentos y vocales.

Otra de las funciones de este diccionario será que la gente aprenda a entender esta nueva forma de comunicación ya que los jóvenes son los principales creadores y conocedores del nuevo lenguaje que produce la distinción del individuo en grupos, pero las personas mayores no están familiarizadas con su funcionamiento. Sin embargo, esta iniciativa ha sido duramente criticada porque el trasfondo de este diccionario es vender más celulares, ya que en los mensajes de texto también se usa mucho este lenguaje, y esto conlleva a fomentar una mala educación y un mal uso del idioma.

Revolución lingüística

Para algunos lingüistas, la deformación de las palabras es un avance inevitable para enriquecer el idioma. Para otros, el no respeto por la ortografía y la supuesta precarización del lenguaje son cosas del mundo moderno.

Para David Crystal, profesos de la Universidad de Gales, el uso de abreviaturas es un mecanismo de creatividad y es normal que este fenómeno se halla desarrollado porque la web es un nuevo medio lingüístico mucho más dinámico que al escritura tradicional y que estas nuevas formas de comunicación y escritura tras la llegada de las redes sociales son parte de una «revolución lingüística» que ha ayudado a que niños, jóvenes y adultos practique más la escritura aunque, para algunos, con menos calidad.

Manual de español para redes sociales

Sin embargo, existen entidades que sí están preocupadas por la aparición de esta nueva forma de comunicarse como Fundéu (Fundación del Español Urgente) que ha decidió crear el primer manual de español para redes sociales que tendrá como objetivo lograr un buen uso del lenguaje en Facebook, Twitter y otras redes sociales.

Este manual de estilo pretende abarcar no sólo algunos de los conceptos más básicos y fundamentales de la lengua española, sino adoptar una gran variedad de cambios y novedades que surgen en el mundo virtual, por lo que al final el resultad será un documento lo suficientemente amplio y tolerante con las nuevas expresiones, incluso contará con un capítulo dedicado completamente al Twitter donde se dará consejos y recomendaciones para hacer un buen uso del español sin exceder el límite de 140 caracteres a los que se limita esta red social.

Esta particular forma de transmisión de información se la identifica como la «comunicación del milenio» y su característica principal debe ser la rapidez porque vivimos en un mundo con prisa y que no puede detenerse; pero poner una coma y escribir hacer en lugar de acer no nos quitará media hora ni mucho menos. Nuestro idioma tiene reglar y debemos respetarlas, y no por eso estaremos menos a la moda, sólo demostraremos nuestra cultura y podremos celebrar todo los 23 de abril el Día del Idioma Español.

Publicado 26/04/2011
Angella Paulino
www.diariolaprimeraperu.com
Lunes, 25 de abril del 2011

AGROTÓXICOS


PESQUISA - | Nova York e Califórnia

Os pesticidas agrícolas podem reduzir a inteligência
●As crianças expostas em sua gestação obtêm agora piores resultados
●Três informes mostram este efeito, tanto em zonas rurais como na cidade
●Aos sete anos, apresentam cinco pontos menos em testes de cociente intelectual


Por Angel Díaz | Madrid
Fonte:El Mundo.com -26/04/2011.

A exposição a inseticidas organofosforados, que costumam se usar como praguicidas na agricultura podem ter um efeito nocivo sobre o desenvolvimento da inteligência, segundo mostram três estudos realizados em Nova York e nas áreas rurais da Califórnia (EEUU).
As crianças cujas mães apresentavam maior presença destes produtos durante a gravidez obtém agora, como padrão, piores resultados nos testes que medem o cociente intelectual ou outras provas similares, como as que avaliam a memória ou o razoamento perceptivo (habilidades não lingüísticas).
As três pesquisas, que se apresentam na revista 'Environmental Health Perspectives', são as primeiras em acompanhar durante anos crianças que foram expostas em sua gestação aos compostos tóxicos do pesticida. Todas elas têm coincidido em ressaltar os efeitos negativos que pode ter sobre o desenvolvimento cognitivo das crianças.
Os inseticidas organofosforados como o clorpirifós ou o diazidón, se empregam habitualmente para proteger cultivos agrícolas, tanto em EEUU como em outros locais do mundo, incluso Brasil. Nos EEUU, ademais, foram amplamente utilizados como pesticidas domésticos antes de 2001, quando foram proibidos para este uso.
Resíduos nos alimentos
A exposição pré-natal registrada nestas crianças foi anterior a dita proibição, porém o contato com as substâncias prejudiciais pode se produzir também através do consumo de alimentos em cujas lavouras se tenham usado pesticidas organofosforados. "Suspeitamos que a exposição se devesse principalmente aos resíduos de pesticida nos alimentos, embora também pudesse provir do ambiente e as casas dos agricultores", sinala a ELMUNDO.es a doutora Brenda Eskenazi, responsável da pesquisa em zonas rurais, dirigida desde a Universidade de Berkeley.
Esta experta lembra, não obstante, a importância que tem os vegetais e as frutas para levar uma dieta saudável, pelo que adverte de que estes resultados não devem se interpretar como uma desculpa para excluir estes alimentos da dieta. "É muito importante não limitar a dieta, especialmente nas mulheres grávidas. Porém há que lavar as frutas e vegetais, incluso quando tenham pele. “Se é possível, com uma escova”.
O estudo de Eskenazi e seus colegas se têm focado nas áreas agrícolas de Salinas (Califórnia) e tem encontrado rastros de pesticida muito superior, embora sempre no mesmo rango, às obtidas em Nova York, em ambos os estudos realizados pelo Hospital Mount Sinai e a Escola Mailman de Saúde Pública.
Na primeira pesquisa, se analisou a exposição pré-natal aos pesticidas de 329 crianças. Aos cinco anos, já se enxergou um deterioro do desenvolvimento cognitivo associado a estas sustâncias: quantos mais rastros se registraram na urina da mãe, piores resultados se obteriam como média. Agora, o estudo recém publicado há confirmado este mesmo efeito a uma idade na que já é muito mais visível, e mais preocupante: os sete anos.
Menos pontuação
Assim, um aumento de 10 vezes mais organofosfatos detectados na mãe durante a gravidez se corresponde estatisticamente com uma redução de 5,5 pontos nas provas de inteligência que medem o cociente intelectual aos sete anos. Quando se compara às crianças que estiveram mais expostas a estas partículas com os que menos sofreram dita contaminação, os primeiros arrojavam resultados de sete pontos por baixo, sempre como médios.
Em Nova York, o estudo realizado desde a Escola Mailman, que tem acompanhado a 256 crianças também nascidas antes da proibição, tem achado déficits na memória e o cociente intelectual associados aos rastros de organofosforados no cordão umbilical. As crianças que estavam no rango dos 25% superior de exposição pré-natal, apresentam aos sete anos uma media de 5,5 pontos menos nos testes de memória, e um resultado também inferior ao normal, embora menos significativo, quanto à inteligência geral.
Por último, o Mount Sinai há obtido resultados similares em crianças de seis a nove anos, a partir de provas da escala Bayley, que mede o desenvolvimento cognitivo e psicomotor. Este estudo, ademais, há podido determinar que este efeito nocivo afeta só às crianças cujas mães eram geneticamente mais susceptíveis aos organofosfatados (porque lhes custava mais metabolizar seus compostos prejudiciais). Este resultado confirmaria que a associação estatística responde à causa prevista: a exposição aos pesticidas.
Os autores também têm destacado, ademais, a coincidência entre os três estudos: "Há similitudes definitivas entre nossos achados, as quais, consideradas em conjunto, obrigam a uma cuidadosa consideração [dos efeitos do pesticida]", comenta a doutora Stephanie Engel, que há dirigido a investigação do Mount Sinai.


FUNDÉU RECOMIENDA...


Recomendación del día

boda real británica

Consejos para una redacción correcta de las informaciones sobre el próximo enlace entre Guillermo y Catalina:

Se escribirán en minúscula:

- Los títulos y los cargos: príncipe, princesa, rey, reina, monarca, duque, duquesa, lady, lord, chambelán, ministro, primer ministro, canciller, arzobispo, etc.

- También los términos como casa real, familia real, boda real, patrimonio real, orquesta de cámara, coro, capilla real, etc.

- Los nombres de edificios o monumentos se prefiere el uso de la minúscula en la parte genérica (abadía de Westminster, palacio de Buckingham, palacio de St. James)

- En el caso de los tratamientos protocolarios, si estos van seguidos del nombre propio de la persona a la que se refieren se escribirán en minúscula (su alteza real el príncipe Guillermo de Inglaterra)

Se escribirán en mayúscula:

- Los términos que hacen referencia a una institución: Corona, Gobierno, Parlamento, Cuerpo Diplomático, Fuerzas Armadas, etc.

- Las abreviaturas: S. A. (su alteza), S. A. R. (su alteza real), S. M. (su majestad), SS. AA. (sus altezas), SS. MM. (sus majestades), etc.

También conviene tener en cuenta los siguientes aspectos:

- Los nombres de los miembros de las familias reales se deben traducir al español: Isabel, Felipe, Guillermo, Catalina, Enrique, Carlos, Camila…

- Inglaterra , Gran Bretaña y el Reino Unido no son sinónimos. Gran Bretaña está formada por Inglaterra, Escocia y el País de Gales. El Reino Unido por Gran Bretaña e Irlanda del Norte.

- Entre los invitados a la boda figuran mandatarios de países que presentan dudas al escribirlos. Las formas correctas son Abu Dabi, Arabia Saudí, Brunéi, Dubái, Lesoto, Catar…

- Debe evitarse el empleo de anglicismos como merchandising o souvenirs para referirse a la comercialización de los objetos conmemorativos de la boda real o a dichos objetos y hablar de comercialización y recuerdos, respectivamente.

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