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sábado, 23 de abril de 2011

23 DE ABRIL


"La pluma es la lengua de la mente",
Miguel de Cervantes Saavedra


¿Qué es el Día del Idioma?
El Día del Idioma Español se celebra cada 23 de abril para conmemorar la muerte de Miguel de Cervantes y Saavedra,

El Día del Idioma es un homenaje a la memoria del gran escritor español Miguel de Cervantes Saavedra, quien contribuyera al engrandecimiento de la lengua española por su obra maestra "El Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha". Esta novela, publicada en el año 1605, logró consolidar nuestro idioma y su autor llegó a la cima de la gloria de la Literatura Universal, compartiendo honores con Homero, Dante y Shakespeare.
La profunda realidad del personaje ha hecho que el famoso caballero "Don Quijote de la Mancha" se convierta en el símbolo universal de la lengua española. Por la capacidad de haber creado una fábula y una serie de personajes en los que caben los defectos, las virtudes, las debilidades y aspiraciones de la vida humana, Miguel de Cervantes mereció el título de "Príncipe de los Ingenios Españoles".
Este día, por casualidades históricas fallecen además, William Shakespeare, padre de la lengua inglesa y el Inca Garcilaso de la Vega, representante de las letras hispanoamericanas.

MARÍA JESÚS ÁLAVA


“Podemos viver com pouca saúde ou dinheiro, porém não sem ilusões”

A psicóloga María Jesús Álava nos dá as chaves para aprender a ser feliz em seu último livro «Recuperar a ilusão»
FONTE: ABC - CRISTINA GARRIDO / MADRID - Dia 23/04/2011



“Se controlamos nossos pensamentos, controlamos nossa vida». Esta é a filosofia da psicóloga María Jesús Álava, que após ensinar-nos em “A inutilidade do sofrimento» (250.000 livros vendidos) que os 95% das vezes que sofremos é «inútil, evitável e não agrega nada positivo», agora apresenta «Recuperar a ilusão», uma guia prática na que nos obsequiam uns quantos truques para nos sentir melhor. “Uma consulta de psicologia num pequeno livro», como ela o denomina.

-Se desaparece um dia a ilusão, onde a encontro?
-Dentro de você. O que te ensina este livro são as ferramentas para recuperar-la. “Podemos viver mal, com pouca saúde ou dinheiro, porém não sem ilusões” É o que faz que te atives ante uma situação delicada, que ponhas toda tua energia em solucionar-lo.
-Tem crescido o número de jovens que passam pelas consultas de psicologia; por quê?
-Nos últimos quatro anos, se têm duplicado as visitas de gente jovem. Os temos sob protegido muito e não estão preparados para momentos de dificuldade. Vem com problemas singelos que eles consideram gravíssimos. O ideal seria que a escola lhes ensine a utilizar a inteligência emocional.
-Levamos a vida demasiada a sério?
-A levamos com um sentimento muito trágico e com muita inflexibilidade. As coisas não são brancas ou pretas. Focamo-nos no que nos causa a dor em lugar de enfocar nossa inteligência para superar essas dificuldades.
-Devemos fugir dos pessimistas?
-O otimismo é contagioso, porém ainda mais o pessimismo. Os pessimistas ademais de viver uma média de oito anos menos, vivem pior e fazem viver dum jeito pior aos que tem perto. O melhor é ficar a distância.
-Porque às vezes nos agarramos a coisas que nos fazem dano?
-Há uma resistência enorme a trocar. Agarramo-nos ao que conhecemos, embora nos faça mal, ante a insegurança que nos provoca o novo. É uma selvajaria pensar que "mais vale mal conhecido que bem por conhecer". Este tipo de pessoas necessita trabalhar sua própria segurança, recuperar sua confiança nelas mesma e a ilusão para poder levar a cabo as trocas.
-Como podemos lutar contra o medo?
-O medo é provocado por um pensamento e a maioria das vezes é irracional. Não é difícil combater-lo. Se aprendermos a controlar nossos pensamentos o resultado é rápido.
-Um truque para se enfrentar a um ataque de estresse ou ansiedade...
-Levar nossa mente a outro sitio, por exemplo, fazendo uma atividade que nos resulte gratificante. Porém nunca trates de solucionar um problema num estado de ansiedade porque é perturbador.
-O que nos afasta da felicidade?
Não acreditar em nós mesmos, sofrer inutilmente, não saber aceitar o inevitável, acreditar que possuímos a verdade, não confiar nos outros, jogar a culpa no que nos rodeia, não ser conscientes de nossos limites, pensar que não temos solução...
-Tenho tudo na vida, porém não sou feliz...
-É que a felicidade não está fora, não no que podes ter, está dentro de você. Depende de que saibamos pôr nossos pensamentos a favor de nossa mente e nossos objetivos. Aprender a motivar-nos. A felicidade não se pode comprar, há que conquistar-la.

TRADUÇÃO





O tradutor ranheta
18ABR



Tenho que reconhecer que os tradutores autônomos somos bastante ranhetas. Todos, em algum momento de nossa vida profissional, nos queixamos de que os clientes nos pagam pouco, de que tardam demasiado em pagar-nos ou temos que ir atrás deles para que nos paguem, de que temos demasiado trabalho e estamos agoniados, de que o que traduzimos nos aborrece, de que a profissão está muito mal, de que há muita intrusão, de que necessitamos um colégio de tradutores, de que é injusto pagar a parcela da Seguridade Social todos os meses embora não temos faturado nada…
Queixamo-nos de tudo isso e de muito mais, sem dar-nos conta de que a solução a muitos desses problemas está em nossas mãos.
Porque há clientes que nos pagam pouco?
Porque há clientes que se fazem os demorados na hora de pagar?
Porque nos vemos transbordados de trabalho?
Porque aceitamos trabalhos insofríveis que nos são desagradáveis?
A resposta é simples: porque os deixamos, o aceitamos e nos tragamos isso.
Ninguém mais que nós mesmos somos responsáveis dessas situações.
Tenho quase cientificamente comprovado que os tradutores autônomos que se queixam de que lhes pagam pouco, de que têm problemas com os pagamentos ou de que estão agoniados pela quantidade de trabalho ou o detestável deste possui uma ou várias das seguintes condições:
Não acreditam que seu trabalho seja uma atividade profissional séria, senão que o consideram um emprego passageiro ou secundário para obter uma grana extra ou ir tirando, enquanto procuram outro trabalho como empregados.
Se olham como assalariados em vez de como autônomos ou microempresários. Possuem uma mentalidade de empregado submetido a um chefe (o cliente) em vez duma mentalidade de trabalhador independente que presta um serviço a outro profissional, empresa ou particular, de igual para igual. Isto lhes induz a aceitar qualquer coisa que lhes caia encima, incluindo tarifas injustas, prazos de pago não razoáveis, condições de trabalhos inaceitáveis, trabalhos insuportáveis, etc., da mesma forma que um assalariado se vê obrigado a engolir tudo o que o chefe lhe imponha por medo a ser dispensado.
Não sabem negociar tarifas nem condições, o qual está estreitamente relacionado com o ponto anterior. Como não se consideram trabalhadores independentes, senão que possuem uma atitude de empregados assalariados, não se sentem capazes de estabelecer e «impor» ou negociar suas próprias tarifas, prazos de pago e condições de trabalho, senão que diretamente esperam que o cliente lhes diga quanto vai pagar, quando e como.
Como conseqüências do anterior não sabem dizer «não», em muitos casos por temor a perder o cliente. Não se dão conta de que, como trabalhadores autônomos, estão em condições de selecionar os trabalhos e os clientes que mais lhes interessem e não tem por que aceitar tudo o que os clientes queiram encarregar-lhes. Isto lhes leva a aceitar mais trabalho do que podem assumir em condições ótimas, a fazer-se cargo de projetos torturadores que supõem um claro problema ou a passar pelo aro das tarifas ridículas.
Não são conscientes de que a atividade do tradutor autônomo não se circunscreve à região onde este reside, senão que somos profissionais com uma projeção internacional. Como conseqüência, em vez de procurar clientes mais atrativos em outras regiões ou países, a miúdo com uma cultura empresarial diferente mais favorável, se limitam ao mercado local ou nacional, embora os clientes deste sejam medíocres.
Estão isolados dos demais profissionais do ramo. No se relacionam com outros tradutores, não pertencem a nenhuma associação, não estão subscritos a foros nem listas de distribuição, não lêem blogs. Em definitivo, não estão comunicados, só conhecem sua realidade pessoal e não tem nenhuma informação sobre o resto do mercado ou sobre outros profissionais.
Como conseqüências do anterior desconhecem que é possível ter outra atitude ante a profissão e que são possíveis outros modelos de negócio mais eficazes e bem sucedidos. De fato, nem sequer concebem a idéia de trocar ou inclusive de planificar sua vida profissional.
Como pode ver-se, a responsabilidade de todo o dito anteriormente recai unicamente no tradutor, e também é responsabilidade sua se esforçar para resolver esta situação. A solução é óbvia, embora não sempre é fácil pôr-la em prática: Faz falta uma troca de atitude.
Como bem diz o lema de meu blog, a tradução não é um passatempo, senão uma atividade profissional. Se nós mesmos não acreditamos que seja assim, é muito difícil que nossos clientes nos levem a sério.
• Os tradutores autônomos somos profissionais independentes, microempresários que podemos escolher os clientes e os trabalhos que mais nos interessem.
• Não temos porque aceitar todos os encargos e condições dos clientes.
• Como profissionais independentes que prestamos um serviço, somos nós os que devemos ficar e comunicar aos clientes nossas tarifas e condições de pagamento e de trabalho, e não ao invés. Embora, isto não impede negociar em caso necessário para chegar a um acordo satisfatório para ambas as partes.
• Devemos aprender a dizer «não»: não às tarifas insustentáveis, não aos prazos de pagamento inaceitáveis, não às condições de trabalho abusivas, não, aos projetos que nos desgostam e nos torturam, não, aos encargos que não podemos realizar em condições por falta de disponibilidade. Na maioria dos casos, rejeitar um projeto não supõe irremediavelmente perder ao cliente. Se for um cliente habitual que valoriza nosso trabalho, voltará. Se for um cliente novo quiçá o perderá, porém perder um cliente potencial que paga pouco, atrasado ou mal o que quer encaixar-nos um trabalho que não queremos ou não podemos fazer não supõe em realidade perder algo, senão todo o contrário:
• Supõe ganhar a oportunidade de estar disponível para outros possíveis clientes melhores.
• Há que assumir que nosso mercado de trabalho é o mundo inteiro, e que os bons clientes não têm porque estar (de fato, não costumam estar-lo) em nossa localidade ou país de residência. Com todas as tecnologias que existem hoje em dia, é crime que nós mesmos nos fechamos as portas buscando clientes somente no mercado local.
• É imprescindível, fundamental, irrenunciável, vital estar em contato com outros tradutores, participar em listas de distribuição, ler blogs, formar parte de alguma associação, etc. (como já comentei neste artigo). Só assim obteremos a informação necessária para desempenhar nosso trabalho com dignidade, para fixar umas tarifas e umas condições justas para todos; só assim descobriremos que há tradutores que não se queixam porque, com esforço, vontade, sorte e perspicácia têm conseguido alcançar o sucesso e viver bem deste trabalho. E se eles o tem conseguido, porque os demais não? Só faz falta trocar o chip, ser menos ranhetas e ter uma atitude positiva, porém, sobre tudo, ser conscientes de que é responsabilidade de cada um procurar sua própria sorte. Sim, é certo, às vezes não nos queda mais remédio que render-nos ante as condições adversas e indesejáveis para poder pagar as despesas, mas é importante ser consciente de que isso não é uma maldição que nos vem imposta, senão que aceitar ou não esse tipo de condições depende única e exclusivamente de nós.


Autora: Isabel García Cutillas
Mais informação em www.igcutillas.com.
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