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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

OSHO


Osho

As pessoas vivem inconscientemente.

Não são conscientes do que dizem, do que fazem; não são observadores. A gente se dedica a adivinhar, não a ver; não tem nenhuma profundidade, não podem ter-la. A profundidade surge só depois de muita observação; então podes ver incluso com os olhos fechados. Agora não olhas nem sequeira com os olhos abertos. Adivinhas, supões, impões, projetas.




Luisa está deitada no divã do psiquiatra.
—Fecha os olhos e relaxa-te —lhe diz o doutor—; vamos a fazer um experimento.
Tira de seu bolso um chaveiro de pele, o abre e agita as chaves.
—A que te lembra este som? —lhe pergunta.
—Ao sexo —sussurra ela.
Então ele fecha o chaveiro e toca com ele a palma aberta da paciente. O corpo da garota se tensa.
—E isto? —lhe pergunta o psiquiatra.
—Ao sexo - murmura nervosa Luisa.
—Agora abre os olhos — diz o doutor—, e me diz por que isso era tão sexualmente invocador para você.
Insegura, pestaneja até abrir os olhos. Luisa vê então o chaveiro na mão do psiquiatra e se põe vermelha como um tomate.
—Bueno, em fim!... para começar —balbuciou—, acreditei que o primeiro som era de teu zíper ao abrir-se...
Tu mente está continuamente projetando, projetando-se a se mesma.
Tua mente está constantemente interferindo com a realidade, dando um colorido, uma imagem e uma forma que não lhe correspondem.
Tua mente nunca te permite olhar o que existe; deixa-te ver o que quere ver.


Osho


La gente vive inconscientemente.

No son conscientes de lo que dicen, de lo que hacen; no son observadores. La gente se dedica a adivinar, no a ver; no tienen ninguna profundidad, no pueden tenerla. La profundidad surge sólo después de mucha observación; entonces puedes ver incluso con los ojos cerrados. Ahora no ves ni siquiera con los ojos abiertos. Adivinas, supones, impones, proyectas.

Luisa está tumbada en el diván del psiquiatra.
—Cierra los ojos y relájate —le dice el doctor—; vamos a hacer un experimento.
Saca de su bolsillo un llavero de piel, lo abre y agita las llaves.
—¿A qué te recuerda este sonido? —le pregunta.
—Al sexo —susurra ella.
Entonces él cierra el llavero y roza con él la palma abierta de la paciente. El cuerpo de la chica se tensa.
—¿Y esto? —le pregunta el psiquiatra.
—Al sexo —murmura nerviosa Luisa.
—Ahora abre los ojos —le dice el doctor—, y dime por qué eso era tan sexualmente evocador para ti.
Insegura, parpadea hasta abrir los ojos. Luisa ve entonces el llavero en la mano del psiquiatra y se pone colorada como un tomate.
—Bueno, ¡ejem!, para empezar —balbuceó—, creí que el primer sonido era el de tu cremallera al abrirse...
Tu mente está continuamente proyectando, proyectándose a sí misma.
Tu mente está constantemente interfiriendo con la realidad, dándole un color, una imagen y una forma que no le corresponden.
Tu mente nunca te permite ver lo que existe; te deja ver lo que quiere ver.


Osho
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