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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

AMISTAD




Quem são meus verdadeiros amigos?




Será que sempre procuramos o que nunca tivemos?

Alguma vez meu pai me disse: "os amigos se contam com os dedos das mãos e muitas vezes até sobram".

Daí que me pergunto sempre "Quem são meus verdadeiros amigos?"

Acaso hei de desconfiar de todos aqueles que tenho conhecido?
Não sei. Como saber quem são meus amigos?
Serão acaso aqueles que me chamam para sair, ou aqueles que me acordam quando estou dormido?

Os que me apóiam quando estou aflito, ou os que fazem ver meus erros, embora não seja o que eu tenha querido?

Os que me parabenizam em meu aniversário e celebram comigo toda a noite, ou os que com uma simples chamada me fazem sentir vivo?

Os que estão incondicionalmente aí quando os necessito, ou os que apesar de sua ausência são os que mais me tem querido?

Serão aqueles aos que lhes conto meus amores em segredo, ou com os que alardeio de conquistas sem fundamentos?

Os que me dizem que tudo está bem, ou os que me dão contra e o mal me fazem ver?

Os que me emprestam dinheiro quando o necessito, ou os que me negam, porque sabem seu destino?

Os que ao verme me saúdam com um grande abraço, ou os que me recebem com um sorriso e um sincero aperto de mãos?

Os que me contam sobre tudo o que lhes pergunto, ou os que sem pedir-lo choram comigo pelo que há acontecido?

Os que me dizem que me querem, ou os que com um sorriso transmitem mais do que podem?

Com os que nunca brigo, ou com os quais as vezes pelejo?


¿Quienes son mis verdaderos amigos?


Será que siempre buscamos lo que nunca hemos tenido?

Alguna vez mi padre me dijo: "los amigos se cuentan con los dedos de las manos y muchas veces hasta sobran".

De ahí que me pregunto siempre "¿Quienes son mis verdaderos amigos?"

Acaso he de desconfiar de todo al que he conocido? No sé, ¿Cómo saber quienes son mis amigos?
¿Serán acaso aquellos que me llaman para salir conmigo, o aquellos que me despiertan cuando estoy dormido?

¿Los que me apoyan cuando estoy afligido, o los que me hacen ver mis errores, aunque no sea lo que yo he querido?

¿Los que me felicitan en mi cumpleaños y celebran conmigo toda la noche, o los que con una simple llamada me hacen sentir vivo?

¿Los que están incondicionalmente ahí cuando los necesito, o los que a pesar de su ausencia son los que más me han querido?

¿Serán aquéllos a los que les cuento mis amores en secreto, o con los que alardeo de conquistas sin fundamentos?

¿Los que me dicen que todo está bien, o los que me dan la contra y lo malo me hacen ver?

¿Los que me prestan dinero cuando lo necesito, o los que me lo niegan porque saben su destino?

¿Los que al verme me saludan con un gran abrazo, o los que me reciben con una sonrisa y un sincero apretón de manos?

¿Los que me cuentan sobre todo lo que les pregunto, o los que sin pedirlo lloran conmigo por lo que les ha sucedido?

¿Los que me dicen que me quieren, o los que con una sonrisa transmiten más de lo que pueden?

¿Con los que nunca peleo, o con los que a veces riño?
Desconozco su autor
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