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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

RSE


Que fazer com as pilhas ?
( e as baterias?...)

Baseado num artigo de Susana Papale(2003)




Embora as pilhas sejam uma cômoda fonte de energia produtora de eletricidade a partir de reações químicas, uma vez esgotadas e no lixo constituem um resíduo especialmente perigoso.
A todas as chamamos genericamente pilhas, porém seus nomes são variados e derivam da composição interna. Podem ser alcalinas, carvão-zinco, níquel- cádmio, botão segundo tenham mercúrio, lítio e óxido de prata, zinco-ar.
Delas se alimenta hoje boa parte dos aparelhos que usa o homem moderno, porém o problema principal começa no momento de jogar-las ao lixo, já que, por exemplo, uma micro-pilha de mercúrio pode contaminar 600.000 litros de água ao liberar seus componentes de mercúrio ou cádmio, o qual ao entrar em contato com a terra e posteriormente quando se furam e chegam ao lençol de água, contaminam a cadeia alimentar.
Se tomarmos em conta que, só em Estados Unidos se eliminam 200 milhões de pilhas por ano, nos daremos conta que o tema é mais que preocupante.
Quando a indústria eletrônica atingiu níveis de miniaturização quase inimagináveis em seus desenhos, com a conseqüente facilidade para a fabricação de aparelhos portáteis, se produziu uma grande explosão de produção seguida dum grande consumo. Igual que em muitos outros ramos, a indústria e o comércio não se perguntaram pelo impacto que causariam no meio ambiente tais produtos. Assim nos encontramos hoje no mundo e em nosso país (está falando da Argentina), que não há escapado desta corrente, com o uso crescente de pilhas, sem se haver desenvolvido métodos adequados para a eliminação ou reciclagem destes elementos.
Brasil aprovou a Lei 12305, de 2 de agosto de 2010 que cria a “Logística Reversa”, porém eu ainda não conheço as previsões em o referido a pilhas e baterias.
Na Argentina e segundo o INDEC, ingressaram em 1991 4.013.539 k de pilhas.
Não existem iniciativas governamentais tendentes a procurar soluções a pesar de considerar-se a pilha um resíduo perigoso segundo a lei nacional (Argentina) N°24051. A lei chama de substâncias eco tóxicas a todo aquele desfecho que quando se libera, produz efeitos adversos imediatos ou retardados no meio ambiente.
Tem surgido nos últimos anos algumas experiências levadas a cabo por organizações não governamentais (ONG), em diferentes pontos do país tais como Bariloche, Córdoba e Mar del Plata, porém ainda não se pode afirmar cientificamente com absoluta segurança sobre os resultados dessas experiências (vitrificado, encapsulado, aterro, etc. ).
Em outros países, tais como Suécia, desde 1986 se faz coleta de pilhas.
Em Suíça se consideram resíduos perigosos e está proibido enterrar-las ou depositar-las em aterros sanitários. Neste país se recupera o mercúrio, o zinco e o manganês para ser reciclados, ademais de alentar o uso de equipes com pilhas recarregáveis, tendo ditos aparatos um desconto dos 10% e um cartão com o símbolo ISO, que alerta ao consumidor sobre o perigo das pilhas, recordando ao usuário que uma vez esgotadas devem retornar ao ponto de venda.
Em Áustria desde 1991 se proíbe jogar-las com o lixo comum.
Em Espanha desde 1993 já não se fabricam pilhas com alto conteúdo de mercúrio e na Alemanha obrigam ao fabricante e ao comerciante a reciclar-las desde 1993.
A Associação Européia de Fabricantes de Pilhas Secas (Euro pile),é uma entidade que representa a várias companhias e propôs e instrumentou um programa de redução gradual do uso do mercúrio.
Desde 1994 já não se fabricam pilhas com dito metal pesado.
Finalmente, no Japão se reciclam.
A pergunta é: que podemos fazer? Ainda sendo prática, a pilha não é energeticamente eficiente, sua fabricação consume 50 vezes mais energia que a que produz.
É conveniente o uso de aparelhos conectados à rede elétrica e preferir as pilhas recarregáveis, embora sejam mais caras e contém cádmio, sua durabilidade as faz menos perigosas.
Alternativa é optar pelas pilhas alcalinas com mínimo de mercúrio e preferentemente opções das que se pode fazer uso.
Também é recomendável usar calculadoras ou aparelhos a energia solar e não deixar as pilhas ao alcanço das crianças. Podem levar-las à boca e fazer uma inconsciente ingestão de metais pesados com seu conseguinte perigo para a saúde.
Em nosso país, (volta a falar de Argentina), pelo momento, é preferível e mais prudente arrojar as pilhas com o lixo doméstico, por quanto ela irá parar nos aterros sanitários e contaminará menos, já que neles se conta com uma cobertura para que os metais e outros elementos contaminantes não cheguem aos lençóis freáticos.
No Brasil, está possibilidade não é geral, existem aterros com a proteção dos lençóis e outros lixões sem nenhuma proteção. Deve se estudar cada caso.
Os lixiviados ou águas lixiviantes dos aterros, líquidos altamente contaminantes, devem ser tratados adequadamente antes de seu destino final, é importante não jogar as pilhas com o lixo doméstico naquelas cidades que não contam com aterro sanitário, por quanto terminariam nos lixões a céu aberto e contaminariam severamente o solo danando ao ecossistema.
Neste caso é preferível se conectar com organizações que se ocupem da coleta seletiva, como assim também peticionar às autoridades competentes, tanto locais como nacionais, a posta em prática de programas de coleta e reciclagem.
Os fabricantes de pilhas têm a responsabilidade de colaborar na solução apropriada que evite a contaminação produzida por seus produtos, pondo toda sua tecnologia ao serviço do ambiente.
O Estado deve intervir urgentemente para definitivamente estabelecer os mecanismos que facilitem a coleta das mesmas em recipientes adequados e adotar as medidas para sua reciclagem e destino final ambientalmente seguro (aterro de segurança para resíduos perigosos).
Este tema compromete por igual a fabricantes, técnicos e governos, que devem desenvolver obrigatoriamente e à breve, métodos eficazes para a eliminação segura das pilhas e evitar assim o impacto ambiental que produzem seus componentes contaminantes, pondo em prática políticas ambientais que façam da qualidade de vida não uma declaração senão uma realidade.
As pilhas respondem a essa caracterização de substâncias perigosas chamadas eco - tóxicas porque são desfechos que, liberado, têm ou podem ter efeitos adversos imediatos ou retardados no meio ambiente.
• USAR APARELHOS CONECTADOS A REDE ELÉTRICA.
• PREFERIR PILHAS RECARREGAVEIS.
• OPTAR POR PILHAS ALCALINAS.
• NÃO COMPRAR BRINQUEDOS A PILHA.
• USAR CALCULADORAS E APARELHOS A ENERGÍA SOLAR.
• NÃO DEIXAR PILHAS AO ALCANÇO DAS CRIANÇAS.


¿Qué hacer con las pilas?
Por Susana Papale *

Aunque las pilas son una cómoda fuente de energía productora de electricidad a partir de reacciones químicas, una vez agotadas en la basura constituyen un residuo especialmente peligroso.
A todas las llamamos genéricamente pilas, pero sus nombres son variados y derivan de la composición interna. Pueden ser alcalinas, carbón-zinc, níquel-cadmio, botón según tengan mercurio, litio y óxido de plata, zinc-aire.
De ellas se alimenta hoy buena parte de la aparatología que usa el hombre moderno, pero el problema principal comienza en el momento de arrojarlas a la basura, ya que, por ejemplo, una micrópilo de mercurio puede contaminar 600.000 litros de agua al liberar sus componentes de mercurio o cadmio, el cual al entrar en contacto con la tierra y posteriormente cuando perchonan y llegan a la ñapa de agua, contaminan la cadena alimentaría.
Si tomamos en cuenta que, sólo en Estados Unidos se eliminan 200 millones de pilas por año, nos daremos cuenta que el tema es más que preocupante.
Cuando la industria electrónica logró niveles de miniaturización casi inimaginables en sus diseños, con la consiguiente facilidad para la fabricación de aparatos portátiles, se produjo una gran explosión de producción seguida de un gran consumo. Al igual que en muchos otros rubros, la industria y el comercio no se preguntaron por el impacto que causarían en el medio ambiente tales productos. Así nos encontramos hoy en el mundo y en nuestro país, que no ha escapado a esta corriente, con el uso creciente de pilas, sin haber desarrollado métodos adecuados para la eliminación o reciclado de estos elementos.
En la Argentina y según el INDEC, ingresaron en 1991 4.013.539 k de pilas.
No existen iniciativas gubernamentales tendientes a buscar soluciones a pesar de considerar a la pila un residuo peligroso según la ley nacional 24051. La ley llama sustancias ecotóxicas a todo aquel desecho que si se libera, produce efectos adversos inmediatos o retardados en el medio ambiente.
Han surgido en los últimos años algunas experiencias llevadas a cabo por organizaciones no gubernamentales (ONG), en diferentes puntos del país tales como Bariloche, Córdoba y Mar del Plata, pero aún no se puede afirmar científicamente con absoluta seguridad sobre los resultados de esas experiencias (vitrificación, encapsulado, enterramiento, etc).
En otros países, tales como Suecia, desde 1986 se hace recolección de pilas.
En Suiza se consideran residuos peligrosos y está prohibido enterrarlas o depositarlas en rellenos sanitarios. En este país se recupera el mercurio, el zinc y el manganeso para ser reciclados, además de alentar el uso de equipos con pilas recargables, teniendo dichos aparatos un descuento del 10% y una etiqueta con el símbolo ISO, que alerta al consumidor sobre la peligrosidad de las pilas, recordando al usuario que una vez agotadas deben retornar al punto de venta.
En Austria desde 1991 se prohíbe arrojarlas con la basura común.
En España desde 1993 ya no se fabrican pilas con alto contenido de mercurio y en Alemania obligan al fabricante y al comerciante a reciclarlas desde 1993.
La Asociación Europea de Fabricantes de Pilas Secas (Euro pile), es una entidad que representa a varias compañías y propuso e instrumentó un programa de reducción gradual del uso del mercurio.
Desde 1994 ya no se fabrican pilas con dicho metal pesado.
Finalmente, en Japón se reciclan.
La pregunta es ¿qué podemos hacer?. Aunque práctica, la pila no es energéticamente eficiente, su fabricación insume 50 veces más energía que la que produce.
Es conveniente el uso de aparatos conectados a la red eléctrica y preferir las pilas recargables, si bien son más caras y contienen cadmio, su durabilidad las hace menos peligrosas.
Otra alternativa es optar por las pilas alcalinas con mínimo de mercurio y preferentemente opciones de las que se puede hacer uso.
También es recomendable usar calculadoras o aparatos a energía solar y no dejar las pilas al alcance de los niños. Pueden llevarlas a la boca y hacer una inconsciente ingesta de metales pesados con su consiguiente peligro para la salud.
En nuestro país, por el momento, es preferible y más prudente arrojar las pilas con la basura doméstica, por cuanto esta irá a parar a los rellenos sanitarios y contaminará menos, ya que en ellos se cuenta con una cobertura para que los metales y otros elementos contaminantes no pasen a las ñapas.
Los lixiviados de los rellenos, líquidos altamente contaminantes, son tratados adecuadamente antes de su destino final, Es importante no arrojar las pilas con la basura domiciliaria en aquellas ciudades que no cuentan con relleno sanitario, por cuanto irían a parar a los basurales a cielo abierto y contaminarían severamente el suelo dañando el ecosistema.
En este caso es preferible conectarse con organizaciones que se ocupen de la recolección, como así también peticionar a las autoridades competentes, tantos locales como nacionales, la puesta en práctica de programas de recolección y reciclado.
Los fabricantes de pilas tienen la responsabilidad de colaborar en la solución apropiada que evite la contaminación producida por sus productos, poniendo toda su tecnología al servicio del ambiente.
El Estado debe intervenir urgentemente para definitivamente establecer los mecanismos que faciliten la recolección de las mismas en recipientes adecuados y adoptar las medidas para su reciclado y destino final ambientalmente seguro (relleno de seguridad para residuos peligrosos).
Esta tema compromete por igual a fabricantes, técnicos y gobiernos, quienes deben desarrollar obligatoriamente y a la brevedad, métodos eficaces para la eliminación segura de las pilas y evitar así el impacto ambiental que producen sus componentes contaminantes, poniendo en práctica políticas ambientales que hagan de la calidad de vida no una declaración sino una realidad.
Para concluir es preciso tener en cuenta la Ley Nacional de Residuos Peligrosos número 24051, la cual incluye con la categoría de desechos peligrosos a aquellos que tengan como constituyentes, compuestos de zinc, cadmio, mercurio, etc.
Las pilas responden a esa caracterización de sustancias peligrosas llamadas ecotóxicas porque son desechos que, si se liberan, tienen o pueden tener efectos adversos inmediatos o retardados en el medio ambiente.
• USAR APARATOS CONECTADOS A LA RED ELÉCTRICA.
• PREFERIR PILAS RECARGABLES.
• OPTAR POR PILAS ALCALINAS.
• NO COMPRAR JUGUETES A PILA.
• USAR CALCULADORAS Y APARATOS A ENERGÍA SOLAR.
• NO DEJAR PILAS AL ALCANCE DE LOS NIÑOS.
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