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quarta-feira, 14 de julho de 2010

KANBAN


Kanban
Fuente: Wikipédia





Kanban es una palabra japonesa que significa literalmente registro o placa visible.
En la Administración de la producción significa una tarjeta de señalización que controla los flujos de producción o transportes en una industria. La tarjeta puede ser substituida por otro sistema de señalización, como luces, cajas vacías y hasta locales vacios demarcados.
Se coloca un Kanban en piezas o partes específicas de una línea de producción, para indicar la entrega de una determinada cantidad. Cuando se agotan todas las piezas, el mismo aviso es llevado a su punto de partida, donde se convierte en un nuevo pedido para más piezas. Cuando sea recibido el cartón o cuando no hay ninguna pieza en la caja o en el local definido, entonces se debe mover, producir o solicitar la producción de la pieza.
El Kanban permite agilizar la entrega y la producción de piezas. Puede ser empleado en industrias montadoras, siempre que el nivel de producción no oscile demasiado. Los Kanbans físicos (tarjetas o cajas) pueden ser Kanbans de Producción o Kanbans de Movimiento y transitan entre los locales de almacenado y producción substituyendo formularios y otras formas de solicitar piezas, permitiendo que la producción se realice Just in time .
El sistema Kanban es una de las variantes más conocidas del JIT (Lopes dos Reis, 2008, p.191)
Kanban Electrónico
No obstante el sistema de Kanban físico sea el más conocido, muchas empresas han implementado sistemas de Kanban Electrónico (e-Kanban) en substitución del sistema tradicional. Varios sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) ofrecen la posibilidad de utilización integrada del Kanban Electrónico, permitiendo la señalización inmediata de la demanda real del cliente en toda la Cadena de suministros. El sistema electrónico tiene como uno de sus principales objetivos eliminar problemas comunes a la utilización del sistema físico de Kanban como la perdida de tarjetas y la actualización de los cuadros.
Kanban de Producción
Kanban de Producción es la señal (usualmente tarjeta o caja) que autoriza la producción de determinada cantidad de un ítem. Los cartones (o cajas) circulan entre el proceso proveedor y el supermercado, siendo fijados junto a las piezas inmediatamente después de la producción y retirados después del consumo por el cliente, retornando al proceso para autorizar la producción y reposición de los ítems consumidos.
Kanban de Movimiento
Kanban de Movimiento, también llamado de Kanban de Transporte, es la señal (usualmente una tarjeta diferente del Kanban de Producción) que autoriza el movimiento físico de piezas entre el supermercado del proceso proveedor y el supermercado del proceso cliente (si hubiera). Las tarjetas son fijadas en los productos (en general, la tarjeta de movimiento es fijada en substitución del cartón de producción) y llevados a otro proceso o local, siendo retirados después del consumo y estando liberados para realizar nuevas compras en el supermercado del proceso proveedor.
Referencias
LOPES DOS REIS, Rui - Manual da gestão de stocks: teoria e prática. Lisboa: Editorial Presença, 2008. ISBN 978-972-23-3307-8
PACE, João Henrique. O Kanban na prática. Rio de janeiro:Qualitymark, 2003. ISBN 85-7303-4-1-7
RITZMAN, Larry P. Administração da produção e operações. São Paulo: Prentice Hall, 2004. ISBN 85-87918-38-9.

Kanban
Origem: Wikipédia
Kanban é uma palavra japonesa que significa literalmente registro ou placa visível.
Em Administração da produção significa um cartão de sinalização que controla os fluxos de produção ou transportes em uma indústria. O cartão pode ser substituído por outro sistema de sinalização, como luzes, caixas vazias e até locais vazios demarcados.
Coloca-se um Kanban em peças ou partes específicas de uma linha de produção, para indicar a entrega de uma determinada quantidade. Quando se esgotarem todas as peças, o mesmo aviso é levado ao seu ponto de partida, onde se converte num novo pedido para mais peças. Quando for recebido o cartão ou quando não há nenhuma peça na caixa ou no local definido, então deve-se movimentar, produzir ou solicitar a produção da peça.
O Kanban permite agilizar a entrega e a produção de peças. Pode ser empregado em indústrias montadoras, desde que o nível de produção não oscile em demasia. Os Kanbans físicos (cartões ou caixas) podem ser Kanbans de Produção ou Kanbans de Movimentação e transitam entre os locais de armazenagem e produção substituindo formulários e outras formas de solicitar peças, permitindo enfim que a produção se realize Just in time - metodologia desenvolvida e aperfeiçoada por Taiichi Ohno e Toyoda Sakichi conhecida como Sistema Toyota de Produção.
O sistema Kanban é uma das variantes mais conhecidas do JIT (Lopes dos Reis, 2008, p.191)
Kanban Eletrônico
Embora o sistema de Kanban físico seja mais conhecido, muitas empresas têm implementado sistemas de Kanban Eletrônico (e-Kanban) em substituição ao sistema tradicional. Vários sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) oferecem a possibilidade de utilização integrada do Kanban Eletrônico, permitindo sinalização imediata da demanda real do cliente em toda a Cadeia de fornecimento. O sistema eletrônico tem como um de seus principais objetivos eliminar problemas comuns à utilização do sistema físico de Kanban como a perda de cartões e a atualização dos quadros.
Kanban de Produção
Kanban de Produção é o sinal (usualmente cartão ou caixa) que autoriza a produção de determinada quantidade de um item. Os cartões (ou caixas) circulam entre o processo fornecedor e o supermercado, sendo afixados junto às peças imediatamente após a produção e retirados após o consumo pelo cliente, retornando ao processo para autorizar a produção e reposição dos itens consumidos.
Kanban de Movimentação
Kanban de Movimentação, também chamado de Kanban de Transporte, é o sinal (usualmente um cartão diferente do Kanban de Produção) que autoriza a movimentação física de peças entre o supermercado do processo fornecedor e o supermercado do processo cliente (se houver). Os cartões são afixados nos produtos (em geral, o cartão de movimentação é afixado em substituição ao cartão de produção) e levados a outro processo ou local, sendo retirados após o consumo e estando liberados para realizar novas compras no supermercado do processo fornecedor.
Referências
LOPES DOS REIS, Rui - Manual da gestão de stocks: teoria e prática. Lisboa: Editorial Presença, 2008. ISBN 978-972-23-3307-8
PACE, João Henrique. O Kanban na prática. Rio de janeiro:Qualitymark, 2003. ISBN 85-7303-4-1-7
RITZMAN, Larry P. Administração da produção e operações. São Paulo: Prentice Hall, 2004. ISBN 85-87918-38-9.
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