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sábado, 26 de junho de 2010

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT




A gestão da demanda no supply chain management
Autor: Centro Espanhol de Logística (CEL)



A variabilidade na demanda gera elevados custos logísticos. O presente documento trata de demonstrar como pode o sub-processo de geração da demanda ajudar a reduzir esta variabilidade e aportam algumas soluções baseando-se em exemplos concretos.
O "Supply Chain Management" (SCM) se há definido como “a integração, desde o consumidor até os primeiros provedores, dos processos de negocio chave que proporcionam os produtos, serviços e informação que agregam valor aos clientes e acionistas” (Lambert, Cooper & Pagh, 1998). O "Global Supply Chain Forum" identificou oito processos que deviam ser implantados nas empresas e administrados de forma integrada ao longo da cadeia de subministros, que são:

1. Gestão das relações com os clientes (customer relationship management).

2. Gestão do serviço ao cliente.

3. Gestão da demanda.

4. Satisfação dos pedidos (order fulfillment).

5. Gestão dos fluxos de produção.

6. Aprovisionamentos,

7. Desenvolvimento de novos produtos e comercialização.

8. Devoluções.

Neste artigo nos focaremos na gestão da demanda, cujo principal objetivo é nivelar as necessidades dos clientes com as capacidades de subministro da empresa. Isto inclui a geração da demanda (1) e a elaboração de previsões e a sincronização da distribuição, a produção e os aprovisionamentos com a demanda (2).

O sub-processo de geração da demanda tem como principal objetivo eliminar ou minimizar as flutuações da demanda, que ocasiona elevados custos e uma maior complexidade nos processos logísticos. Uma demanda com muita variabilidade gera uns elevados custos logísticos pela necessidade de mais pessoal nos picos (geralmente a um maior custo por hora de trabalho), necessidade de subcontratação de capacidade extra de armazenagem e transporte, excesso de stock nos vales, etc. A volatilidade na demanda também gera uma maior complexidade no sistema, fazendo mais inexatas as previsões.

Esta menor precisão conduze a duas situações: uma com excedentes de inventários e outra com rupturas de stocks. No primeiro caso existem maiores custos associados com os inventários (custos de posse, armazenagem e obsolescência) e no segundo, uma perda de vendas ou serviço com retraso (com a conseqüente perda em serviço ao cliente).

Volatilidade induzida

Como pode o sub-processo de geração da demanda ajudar a reduzir a variabilidade na demanda? Algumas empresas se têm dado conta de que são suas próprias políticas de preços, faturamento, tamanho mínimo de pedido, etc. as que induzem aos consumidores a apresentar uma demanda tão volátil. Um exemplo típico de volatilidade induzida na demanda é a gerada pelas promoções de preços. Para alguns produtos, uma promoção de preços não gera um maior consumo senão um pico nas vendas durante a promoção e um vale no período imediatamente posterior. Tome-se, por exemplo, o caso dos dentifrícios, donde uma promoção de preços pode induzir aos clientes a comprar mais durante a promoção (atualizando compras futuras). Embora, a pesar de haver comprado mais, sua hábito de limpeza bucal continuará sendo o mesmo: não por ter mais dentifrício se vão a escovar mais os dentes. O efeito global da promoção de preços pode haver levado à empresa a captar clientes de outras marcas, porém este incremento pontual nas ventas deveria ser comparado com os custos logísticos da promoção para determinar se há resultado ou não eficiente. Para reduzir as flutuações na demanda algumas organizações, como Walmart, Asda e Mercadona, tem implantado a estratégia de preços conhecida como "Every Day Low Price" (EDLP), que consiste em não realizar promoções de preços e tratar de oferecer aos clientes o mesmo preço "baixo" cada vez que visitam o supermercado.

A sincronização da logística e a demanda tem que ver com a elaboração das previsões e a sincronização das atividades logísticas necessárias para servir aos clientes. Este sub-processo está intimamente relacionado com o anterior, já que uma demanda menos volátil permite maior precisão nas previsões e, pelo tanto, melhorar a sincronização das atividades logísticas com a demanda.

O tempo que os clientes estão dispostos a esperar para receber o produto ou serviço (customer lead time) e o tempo de subministro total (o requerido pela empresa para os aprovisionamentos, a produção e a distribuição) determinarão como se podem sincronizar as atividades logísticas com a demanda. Todas as empresas com uma diferencia entre estes dois tempos de subministro baseiam sua sincronização com a demanda nas previsões, sejam estas utilizadas para decidir que comprar e/ou que produzir.

Uma maior precisão nas previsões acarreta uma redução de inventários, uma diminuição de rupturas de stock e um melhor serviço ao cliente (pelos cumprimentos nas quantidades e datas de entrega). E todo isto se traduze nuns menores custos (por diminuição de inventários e melhor uso dos recursos) e uns maiores ingressos (por diminuição de rupturas de stock).

Para melhorar as previsões muitas empresas do setor de distribuição de produtos de grande consumo têm adotado programas de re-aprovisionamento continuo (CRP- Continuous Replenishment Programs) ou de CPFR (Collaborative Planning Forecasting & Replenishment). Um CRP consiste em que o fabricante subministre ao distribuidor em função das vendas reais e os níveis de stock que este tem do produto em questão. O fabricante tem visibilidade "quase" a tempo real sobre as vendas de seu produto nos estabelecimentos desse distribuidor; e em base a ela decide quanto enviar (o distribuidor já não faz pedidos). A maior visibilidade sobre níveis reais de ventas permite aos fabricantes melhorar suas previsões e sincronizar melhor a produção com a demanda.

Num programa de CPFR, fabricantes e distribuidores não só colaboram no re-aprovisionamento senão também na elaboração das previsões. O CPFR consiste basicamente em comparar duas previsões (a do fabricante e a do distribuidor) e decidir qual é mais correta. A comparação se realiza usando as novas TIC e a implantação de softwares de CPFR. Neste tipo de programas o fabricante não só tem maior visibilidade sobre as vendas reais senão que melhora suas previsões compartindo-las com o cliente.



La gestión de la demanda en el supply chain management
Autor: Centro Español de Logística (CEL)

La variabilidad en la demanda genera elevados costes logísticos. El presente documento trata de demostrar cómo puede el subproceso de generación de la demanda ayudar a reducir esta variabilidad y aporta algunas soluciones basándose en ejemplos concretos.
El "Supply Chain Management" (SCM) se ha definido como “la integración, desde el consumidor hasta los primeros proveedores, de los procesos de negocio clave que proporcionan los productos, servicios e información que añaden valor a los clientes y accionistas” (Lambert, Cooper & Pagh, 1998). El "Global Supply Chain Forum" identificó ocho procesos que debían ser implantados en las empresas y gestionados de forma integrada a lo largo de la cadena de suministros, que son:

1. Gestión de las relaciones con los clientes (customer relationship management).

2. Gestión del servicio al cliente.

3. Gestión de la demanda.

4. Satisfacción de los pedidos (order fulfillment).

5. Gestión de los flujos de producción.

6. Aprovisionamientos,

7. Desarrollo de nuevos productos y comercialización.

8. Devoluciones.

En este artículo nos centraremos en la gestión de la demanda, cuyo principal objetivo es nivelar las necesidades de los clientes con las capacidades de suministro de la empresa. Esto incluye la generación de la demanda (1) y la elaboración de previsiones y la sincronización de la distribución, la producción y los aprovisionamientos con la demanda (2).

El subproceso de generación de la demanda tiene como principal objetivo eliminar o minimizar las fluctuaciones de la demanda, que ocasionan elevados costes y una mayor complejidad en los procesos logísticos. Una demanda con mucha variabilidad genera unos elevados costes logísticos por: la necesidad de más personal en los picos (generalmente a un mayor coste por hora de trabajo), necesidad de subcontratación de capacidad extra de almacenaje y transporte, exceso de stock en los valles, etc. La volatilidad en la demanda también genera una mayor complejidad en el sistema, haciendo más inexactas las previsiones.

Esta menor precisión conduce a dos situaciones: una con excedentes de inventarios y otra con rupturas de stocks. En el primer caso existen mayores costes asociados con los inventarios (costes de posesión, almacenaje y obsolescencia) y en el segundo, una pérdida de ventas o servicio con retraso (con la consecuente pérdida en servicio al cliente).

Volatilidad inducida

¿Cómo puede el subproceso de generación de la demanda ayudar a reducir la variabilidad en la demanda? Algunas empresas se han dado cuenta de que son sus propias políticas de precios, facturación, tamaño mínimo de pedido, etc. las que inducen a los consumidores a presentar una demanda tan volátil. Un ejemplo típico de volatilidad inducida en la demanda es la generada por las promociones de precios. Para algunos productos, una promoción de precios no genera un mayor consumo sino un pico en las ventas durante la promoción y un valle en el período inmediatamente posterior. Tómese por ejemplo, el caso de los dentífricos, donde una promoción de precios puede inducir a los clientes a comprar más durante la promoción (actualizando compras futuras). Sin embargo, a pesar de haber comprado más, su hábito de limpieza bucal continuará siendo el mismo: no por tener más dentífrico se van a limpiar más los dientes. El efecto global de la promoción de precios puede haber llevado a la empresa a captar clientes de otras marcas, pero este incremento puntual en las ventas debería ser comparado con los costes logísticos de la promoción para determinar si ha resultado o no eficiente. Para reducir las fluctuaciones en la demanda algunas organizaciones, como Walmart, Asda y Mercadona, han implantado la estrategia de precios conocida como "Every Day Low Price" (EDLP), que consiste en no realizar promociones de precios y tratar de ofrecer a los clientes el mismo precio "bajo" cada vez que visitan el supermercado, como Walmart, Asda y Mercadona.

La sincronización de la logística y la demanda tiene que ver con la elaboración de las previsiones y la sincronización de las actividades logísticas necesarias para servir a los clientes. Este subproceso está íntimamente relacionado con el anterior, ya que una demanda menos volátil permite mayor exactitud en las previsiones y, por tantos, mejorar la sincronización de las actividades logísticas con la demanda.

El tiempo que los clientes están dispuestos a esperar para recibir el producto o servicio (customer lead time) y el tiempo de suministro total (el requerido por la empresa para los aprovisionamientos, la producción y la distribución) determinarán cómo se pueden sincronizar las actividades logísticas con la demanda.Todas las empresas con una diferencia entre estos dos tiempos de suministro basan su sincronización con la demanda en las previsiones, sean utilizadas para decidir qué comprar y/o qué producir.

Una mayor exactitud en las previsiones conlleva una reducción de inventarios, una disminución de rupturas de stock y un mejor servicio al cliente (por los cumplimientos en las cantidades y fechas de entrega). Y todo ello se traduce en unos menores costes (por disminución de inventarios y mejor uso de los recursos) y unos mayores ingresos (por disminución de rupturas de stock).

Para mejorar las previsiones muchas empresas del sector de distribución de productos de gran consumo han adoptado programas de reaprovisionamiento continuo (CRP- Continuous Replenishment Programs) o de CPFR (Collaborative Planning Forecasting & Replenishment). Un CRP consiste en que el fabricante suministre al distribuidor en función de las ventas reales y los niveles de stock que éste tiene del producto en cuestión. El fabricante tiene visibilidad "casi" a tiempo real sobre las ventas de su producto en los establecimientos de ese distribuidor; y en base a ella decide cuánto enviar (el distribuidor ya no hace pedidos). La mayor visibilidad sobre niveles reales de ventas permite a los fabricantes mejorar sus
previsiones y sincronizar mejor la producción con la demanda.

En un programa de CPFR, fabricantes y distribuidores no sólo colaboran en el reaprovisionamiento sino también en la elaboración de las previsiones. El CPFR consiste básicamente en comparar dos previsiones (la del fabricante y la del distribuidor) y decidir cuál es más correcta. La comparación se realiza usando las nuevas TIC y la implantación de softwares de CPFR. En este tipo de programas el fabricante no sólo tiene mayor visibilidad sobre las ventas reales sino que mejora sus previsiones compartiéndolas con el cliente.
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