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segunda-feira, 24 de maio de 2010

EL MENSAJE DE LOS SABIOS




O REGRESSO



Escolhemos quando queremos passar ao estado físico e quando queremos abandonar-lo. Sabemos quando temos conseguido aquilo pelo que nos enviaram aqui embaixo... Quando tenha tido tempo de descansar e revigorar a alma, se te permite escolher quando regressar ao estado físico.

Não nascemos em nossa família por acidente nem por casualidade. Escolhemos as circunstâncias e preparamos um plano para nossa vida antes incluso de ser concebidos. Ajudam-nos nessa preparação os seres espirituais cheios de amor que depois nos guiam e protegem quando estamos no corpo físico e se vai desenvolvendo o plano de nossa vida. Podemos chamar destino aos fatos que vão desenvolvendo-se depois de que os hajamos escolhido.

Existem provas importantes de que vemos os principais acontecimentos da vida que temos por diante, os pontos do destino, na etapa de preparação que precede a nosso nascimento. Trata-se de provas clínicas, recopiladas por mim e por outros terapeutas a partir dos pacientes que tem experimentado lembranças prévias ao nascimento quando estavam hipnotizados ou medicados, ou de forma espontânea. Já está programado quem serão as pessoas mais importantes que conheceremos, quais os reencontros com almas gêmeas e companheiros da alma, incluso os lugares nos quais acontecerão esses fatos. Alguns casos de “déjà vu”, essa sensação de haver estado antes num lugar ou de haver vivido um momento, podem se explicar como uma vaga lembrança dessa antecipação da vida que está cristalizando na vida física que vivemos.

O mesmo acontece no caso da gente. As pessoas adotadas costumam perguntar-se se o plano de sua vida se tem visto alterado de algum modo. A resposta é negativa. Os pais adotivos se elegem, o mesmo que os naturais. Tudo tem sua razão, e no curso do destino não existem casualidades.

Embora todos os seres humanos temos um plano vital, também temos livre alvedrio, o mesmo que nossos pais e todas as pessoas com as que nos relacionamos. Nossas vidas e as de vocês quedarão afetadas pelas eleições que faremos quando estejamos em estado físico, porém os pontos do destino acontecerão de todos os modos. Conheceremos às pessoas que projetamos conhecer e nos enfrentaremos às oportunidades e os obstáculos que havíamos previsto muito antes de nascer. Embora, a forma de desenvolvemos ante essas situações, nossas reações e decisões subseqüentes são as expressões de nosso livre alvedrio. O destino e o livre alvedrio coexistem e interatuam constantemente. São coisas complementárias não contraditórias.

As provas procedentes dos pacientes aos que tem submetido às regressões coincidem em que a alma parece reservar-se um corpo concreto, aproximadamente no momento da concepção. Não pode ocupar-lo outra alma. Sem embargo, a união do corpo e a alma não se completa até o momento do nascimento. Antes disso a alma dum ser nonato pode estar tanto dentro como fora do corpo, e freqüentemente é consciente de experiências que acontecem no outro lado. Também pode se advertir de fatos que sucedem fora de seu corpo e incluso do de sua mãe. A alma não pode danar-se jamais. Nem os abortos espontâneos nem os provocados podem fazer-lhe dano. Quando uma gravidez não termina bem, não é infreqüente que a mesma alma ocupe o corpo dum filho posterior dos mesmos pais.

Ao término duma conferência sobre fenômenos paranormais que proferi, um estudante de pós grau de psicologia me contou um sonho que havia tido quando sua mulher estava grávida de quatro meses. Naquela data ainda no sabiam o sexo da criança. Uma noite lhe apareceu sua filha, ainda por nascer, num sonho muito real e lhe anunciou seu nome, lhe relatou sua vida imediatamente anterior e lhe contou porque havia escolhido ser filha daquele casal jovem, quais eram seus objetivos e seus planos karmicos. O homem despertou com aquele sonho fascinante gravado firmemente na cabeça. Olho a sua mulher e lhe diz:
- Acabo de ter um sonho incrível...
- Eu também! -lhe interrompeu ela-. Sonhei que me aparecia nossa filha...
O mesmo nome, a mesma vida anterior, os mesmos planos, os mesmos detalhes... Haviam tido o mesmo sonho. Ficaram impressionados. O fato de que tanto a mãe como o pai tiveram recebido a mesma mensagem durante sonhos simultâneos dava validez à informação e lhes convencia mais ainda. Cinco meses mais tarde tiveram uma filha preciosa.

Vanessa é uma jovem de origem hispânico que até agora tem levado uma vida sumamente difícil. Ficou viúva depois de que seu marido morreu duma enfermidade repentina e lhe custava muito superar a dor. A conheci numa de minhas oficinas com grande número de assistentes, onde a escolhi por casualidade dentre o público para fazer uma demonstração duma regressão individual. Em tanto quinhentas pessoas a observavam com expectativa e seu pai assistia à cena com nervosismo, entrou num transe profundo. O mais importante da regressão de Vanessa aconteceu no ventre de sua mãe, antes de nascer.
Achando-se num estado profundo de concentração relaxada descreveu a luz formosa e aprazível que impregnava tanto a ela como ao útero e que aportava um alimento espiritual que complementava ao do corpo de sua mãe. Sentia o amor de seus pais, como a esperavam. Naquele momento trocou a expressão de Vanessa, e dum estado de felicidade absoluta passou a outro de surpresa e sobressalto.
-Me dou conta de todo - anunciou-, tanto dentro como fora do útero. São tantas coisas... O vejo e o sinto tudo!
Vanessa parecia estonteada pela profunda que era sua consciência desde dentro do ventre de sua mãe. Em tanto permanecia em silêncio, suas pálpebras, fechadas, palpitavam. Mais tarde me contou que naquele momento estava observando muitas coisas. Depois seu pai confirmaria detalhes de cenas que ela havia vislumbrado antes de nascer.
-Vejo o que vai a passar... Vejo coisas de minha vida que ainda não tem sucedido... Possuem um sentido; não são acidentes, como acreditava - afirmou com seguridade, desde uma perspectiva superior.
Quando experimentava aquela luz, a sensação de consciência elevada e o reconhecimento do plano e o destino de sua vida, a dor que havia levado dentro começou a desaparecer. Sua vida atual se havia transformado graças a lembranças e experiências ancoradas em sua experiência pré-natal.

As lembranças do período anterior ao nascimento são importantes por muitos motivos. Fomentam as melhorias clínicas em pacientes cujos sintomas derivam de traumas e relações da primeira infância. Ademais, estas lembranças demonstram que incluso antes de nascer já existe uma consciência ativa, que o feto e o recém nascido são conscientes de muitas mais coisas das que acreditamos. Percebem e integram uma grande quantidade de informação. Uma vez temos esse conhecimento, deveríamos voltar a perguntar-nos como nos relacionamos com esses seres diminutos. Estão profundamente sintonizados com as expressões do amor que lhes comunicamos, a través de palavras, pensamentos e sensações.

Durante o segundo dia de oficinas aconteceu diante de todo o grupo um desses acontecimentos vitais estranhamente simultâneos. Voltei a sacar a um voluntário para fazer uma demonstração duma regressão individual, porém esta vez utilizei um tipo de indução hipnótica mais rápida.

Ana, a paciente voluntária havia perdido a sessão do dia anterior por estar enferma. Ninguém lhe havia falado da regressão de Vanessa. Trás meter-se de forma rápida e profunda no estado de trance, Ana regressou também ao período no qual estava no útero. Começou a descrever a formosa luz entre dourada e branca, sua consciência do que acontecia tanto dentro como fora do corpo de sua mãe e do próprio corpo, os motivos pelos que havia elegido aqueles pais para sua próxima vida e como ia a estruturar-se para alcançar da melhor forma possível os objetivos de sua alma.

Fiquei pasmo. Embora em ocasiões me encontre em meu trabalho com situações simultâneas ou sincrônicas como estas, seguem me surpreendendo sempre pelo improvável que são desde o ponto de vista estatístico.

Todos os assistentes estavam atordoados. Ana era a única que não sabia que o que nos chegava era uma repetição quase exata da regressão de Vanessa do dia anterior. Quiçá o grupo tenha que escutar duas vezes a mensagem de que não estamos aqui por casualidades da natureza. Somos seres divinos, matriculados temporalmente neste colégio planetário, e temos preparado nosso currículo para poder aperfeiçoar o processo de aprendizado. Procedemos da luz e, embora, somos da luz. E somos muito mais sábios do que poderíamos chegar a nos imaginar. O único que temos que fazer é lembrar-nos.




EL REGRESO (ESPAÑOL)
Elegimos cuándo queremos pasar al estado físico y cuándo queremos abandonarlo. Sabemos cuándo hemos conseguido aquello por lo que nos enviaron aquí abajo... Cuando has tenido tiempo de descansar y revigorizar el alma, se te permite elegir cuándo regresar al estado físico.

No nacemos en nuestra familia por accidente ni por casualidad. Elegimos las circunstancias y preparamos un plan para nuestra vida antes incluso de ser concebidos. Nos ayudan en esa preparación los seres espirituales llenos de amor que después nos guían y protegen mientras estamos en el cuerpo físico y se va desarrollando el plan de nuestra vida. Podemos llamar destino a los hechos que van desarrollándose después de que los hayamos elegido.

Existen pruebas importantes de que vemos los principales acontecimientos de la vida que tenemos por delante, los puntos de destino, en la etapa de preparación que precede a nuestro nacimiento. Se trata de pruebas clínicas, recopiladas por mí y por otros terapeutas a partir de los pacientes que han experimentado recuerdos previos al nacimiento mientras estaban hipnotizados o medicados, o de forma espontánea. Ya está programado quiénes serán las personas más importantes que conoceremos, cuáles los reencuentros con almas gemelas y compañeros del alma, incluso los lugares en los que sucederán esos hechos. Algunos casos de déjà vu, esa sensación de haber estado antes en un sitio o de haber vivido un momento, pueden explicarse como un vago recuerdo de esa anticipación de la vida que está cristalizando en la vida física que vivimos.

Lo mismo sucede en el caso de la gente. Las personas adoptadas suelen preguntarse si el plan de su vida se ha visto alterado de algún modo. La respuesta es negativa. Los padres adoptivos se eligen, lo mismo que los naturales. Todo tiene su razón, y en el curso del destino no existen casualidades.

Aunque todos los seres humanos tenemos un plan vital, también tenemos libre albedrío, lo mismo que nuestros padres y todas las personas con las que nos relacionamos. Nuestras vidas y las suyas quedarán afectadas por las elecciones que hagamos mientras estemos en estado físico, pero los puntos del destino sucederán de todos modos. Conoceremos a las personas que proyectamos conocer y nos enfrentaremos a las oportunidades y los obstáculos que habíamos previsto mucho antes de nacer. Sin embargo, la forma de desenvolvemos ante esas situaciones, nuestras reacciones y decisiones subsiguientes son las expresiones de nuestro libre albedrío. El destino y el libre albedrío coexisten e interactúan constantemente. Son cosas complementarias, no contradictorias.

Las pruebas procedentes de los pacientes a los que he sometido a regresiones coinciden en que el alma parece reservarse un cuerpo concreto, aproximadamente en el momento de la concepción. No puede ocuparlo otra alma. Sin embargo, la unión del cuerpo y el alma no se completa hasta el momento del nacimiento. Antes de eso el alma de un ser nonato puede estar tanto dentro como fuera del cuerpo, y a menudo es consciente de experiencias que suceden al otro lado. También puede percatarse de hechos que ocurren fuera de su cuerpo e incluso del de su madre. El alma no puede dañarse jamás. Ni los abortos espontáneos ni los provocados pueden hacerle daño. Cuando un embarazo no termina bien, no es infrecuente que la misma alma ocupe el cuerpo de un hijo posterior de los mismos padres.

Al término de una conferencia sobre fenómenos paranormales que pronuncié, un estudiante de postgrado de psicología me contó un sueño que había tenido cuando su mujer estaba embarazada de cuatro meses. Por aquel entonces aún no sabían el sexo de la criatura. Una noche se le apareció su hija, aún por nacer, en un sueño muy real y le anunció su nombre, le relató su vida inmediatamente anterior y le contó por qué había elegido ser hija de aquella pareja joven, cuáles eran sus objetivos y sus planes kármicos. El hombre se despertó con aquel sueño fascinante grabado firmemente en la cabeza. Miró a su mujer y le dijo:
- Acabo de tener un sueño increíble...
- ¡Yo también! -le interrumpió ella-. He soñado que se me aparecía nuestra hija...
El mismo nombre, la misma vida anterior, los mismos planes, los mismos detalles... Habían tenido el mismo sueño. Se quedaron impresionados. El hecho de que tanto la madre como el padre hubieran recibido el mismo mensaje durante sueños simultáneos daba validez a la información y les convencía más aún. Cinco meses más tarde tuvieron una hija preciosa.

Vanessa es una joven de origen hispano que hasta ahora ha llevado una vida sumamente difícil. Quedó viuda después de que su marido falleciera de una enfermedad repentina y le costaba mucho superar el dolor. La conocí en uno de mis talleres con gran número de asistentes, donde la elegí al azar de entre el público para hacer una demostración de una regresión individual. Mientras quinientas personas la observaban con expectación y su padre asistía a la escena con nerviosismo, entró en un trance profundo. Lo más importante de la regresión de Vanessa sucedió en el vientre de su madre, antes de nacer.
Hallándose un estado profundo de concentración relajada describió la luz hermosa y apacible que impregnaba tanto a ella como al útero y que aportaba un alimento espiritual que complementaba el del cuerpo de su madre. Sentía el amor de sus padres, cómo la esperaban. En aquel momento cambió la expresión de Vanessa, y de un estado de felicidad absoluta pasó a otro de sorpresa y sobrecogimiento.
-Me doy cuenta de todo -anunció-, tanto dentro como fuera del útero. Sé tantas cosas... ¡Lo veo y lo siento todo!
Vanessa parecía aturdida por lo profunda que era su conciencia desde dentro del vientre de su madre. Mientras permanecía en silencio, sus párpados, cerrados, palpitaban. Más tarde me contó que en aquel momento estaba observando muchas cosas. Después su padre confirmaría detalles de escenas que ella había vislumbrado antes de nacer.
-Veo lo que va a pasar... Veo cosas de mi vida que aún no han sucedido... Tienen un sentido; no son accidentes, como creía -afirmó con seguridad, desde una perspectiva superior.
Mientras experimentaba aquella luz, la sensación de conciencia elevada y el reconocimiento del plan y el destino de su vida, el dolor que había llevado dentro empezó a desaparecer. Su vida actual se había transformado gracias a recuerdos y experiencias anclados en su experiencia prenatal.

Los recuerdos del período anterior al nacimiento son importantes por muchos motivos. Fomentan las mejorías clínicas en pacientes cuyos síntomas derivan de traumas y relaciones de la primera infancia. Además, esos recuerdos demuestran que incluso antes de nacer ya existe una conciencia activa, que el feto y el recién nacido son conscientes de muchas más cosas de las que creíamos. Perciben e integran una gran cantidad de información. Una vez tenemos ese conocimiento, deberíamos replantearnos cómo nos relacionamos con esos seres diminutos. Están profundamente sintonizados con las expresiones de amor que les comunicamos, a través de palabras, pensamientos y sensaciones.

Durante el segundo día de talleres sucedió delante de todo el grupo uno de esos acontecimientos vitales extrañamente simultáneos. Volví a sacar a un voluntario para hacer una demostración de una regresión individual, pero esa vez utilicé un tipo de inducción hipnótica más rápido.

Ana, la paciente voluntaria, se había perdido la sesión del día anterior por estar enferma. Nadie le había hablado de la regresión de Vanessa. Tras meterse de forma rápida y profunda en el estado de trance, Ana regresó también al período en el que estaba en el útero. Empezó a describir la hermosa luz entre dorada y blanca, su conciencia de lo que sucedía tanto dentro como fuera del cuerpo de su madre y del suyo propio, los motivos por los que había elegido a aquellos padres para su próxima vida y cómo iba a estructurarse para alcanzar de la mejor forma posible los objetivos de su alma.

Me quedé pasmado. Aunque en ocasiones me encuentro en mi trabajo con situaciones simultáneas o sincrónicas como ésas, siguen sorprendiéndome siempre por lo improbables que son desde el punto de vista estadístico.

Todos los asistentes estaban aturdidos. Ana era la única que no sabía que lo que nos llegaba era una repetición casi exacta de la regresión de Vanessa del día anterior. Quizás el grupo tenía que escuchar dos veces el mensaje de que no estamos aquí por casualidades de la naturaleza. Somos seres divinos, matriculados temporalmente en este colegio planetario, y hemos preparado nuestro currículum para poder perfeccionar el proceso de aprendizaje. Procedemos de la luz y, sin embargo, somos de la luz. Y somos mucho más sabios de lo que podríamos llegar a imaginarnos. Lo único que tenemos que hacer es acordarnos.
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