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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

DESTINOLOGIA


Qual é tua missão na vida?
O “Destino” como “Missão existencial”

Autor: Lic. Juan Carlos Basconcello

“O destino ri das probabilidades”.
George Lytton


“Acreditamos que governamos nossos atos, mas algo em nosso interior nos leva inexoravelmente até nosso destino”
Autor Anônimo.


Para a Destinología, todo sujeito cumpre uma missão na vida.
Melhor dito, o próprio destino não constitui senão uma “missão existencial” a cumprir na vida. Toda criança vem cumprir as expectativas paternas não realizadas, a resolver as frustrações, medos, desejos, temores, ambiciões, problemas não resolvidos, entre outros, dos mesmos.
Essa “missão” adjudicada pela geração adulta a uma criança é enunciada através de frases breves do tipo:
“Será um…”, “Logrará chegar à universidade”, “Será um bom desportista”, etc.
Em têrmos destinológicos, se diria que a criança vem concretizar as profecias e desejos paternos.
A criança vem levar a cabo os desejos insatisfeitos dos pais.
Em outros têrmos, as crianças são tomadas como “depositárias” dos desejos e anseios dos pais (ou da família).
Também são “depositárias” dos modelos de comportamentos efetivamente realizados pelos pais.
Desta maneira, as privações, frustrações, logros não realizados, os ideais de vida de cada pai, as proezas, etc., são apresentados como problemáticas que o filho deve resolver.
O futuro da criança tem de ser ideal e perfeito, ainda os determinismos da natureza e as vicissitudes da vida, tanto como do “destino iniludível” ão de empalidecer ante sua presença.
Ao brindar-lhe um clima de vida ideal, a criança assume um ideal narcisista e pleno.
Esta plenitude provém da projeção dos desejos paternos sobre o destino da criança. Nesta projeção e na assunção da criança dos desejos e expectativas paternas posicionamos o fundamento do que denominamos programa mental.
Em outros termos, o que os pais projetam sobre a criança, não constitui simplesmente um ideal, ou inclusive a simples projeção de seu narcisismo ou amor próprio, senão ainda mais: constitui nada menos que a “adjudicação dum destino melhor”, que supere as angústias e penúrias paternas.
Assim, os desejos dos pais são “delegados através de sua prolongação inter-geracional: os filhos”.
Desta maneira, os desejos paternos e suas predições através de ditos, alusões e reflexões sobre o destino da criança são projetados como verdadeiros “projetos de vida” ou “roteiro existencial” ideal para a criança. As vicissitudes de sua história irão matizando esta posição egocêntrica e narcisista em que se posiciona a criança.
O destino individual se erige assim no cumprimento necessário e “inconsciente” da missão encomendada por progenitores: “Ser o melhor estudante”, “O melhor espôso”, comerciante, desportista, ou pesquisador.
Dela, “Será a “melhor dançarina, atriz ou estrela de televisão.
Completar a história incompleta dos pais constitui assim, uma das principais missões psicológicas de cada sujeito.
Compreender o destino dum sujeito requer da compreensão de sua missão na vida. Podemos afirmar que os enunciados precedentes constituem a face positiva deste processo de “imposição inter-geracional” dos desejos inconclusos dos pais.
A outra face, a negativa, resulta interessante desde o ponto de vista da missão curativa da Destinología.
E consiste em que, junto com os anseios positivos se depositam na criança as expectativas e desejos negativos dos programadores de nossa mente, os estilos de vidas que a criança observa e escuta de seus pais, como os exemplos de fracassos, temores, angústias, tipos de conflitos, problemas de casal, maltrato emocional, as adições em suas diversas formas, condutas perversas ou inclusive estilos incongruentes e contraditórios de comportamentos que sua concreção aparece como psicótica ou anormal.
O sentido de sua vida, de sua história, de seu “caráter”, “personalidade” ou “subjetividade”, etc., adquire sentido segundo os desejos e expectativas paternas. Assim, o destino dum sujeito não consiste senão na materialização particular dos desejos e ideais paternos embora o encontro com o novo - segundo o “princípio de criatividade”- determine sempre as variações no destino dum sujeito.
Os desejos paternos do tipo “Será um homem bem sucedido”, “É um fracasso”, “É um idiota”, etc., significam nos ouvidos da criança ou desde o espetáculo de sua mirada, o central de seu destino segundo os personagens mais importantes de sua vida.
Por tanto e sem pretender que a idéia seja algo novo nas ciências humanas, as frases, idéias, pensamentos, reflexões ou exemplos que delimitam nosso ser, nossa origem e nosso destino, constituem as projeções conscientes ou inconscientes de nossos pais ou seus substitutos.
Melhor dito, os relatos vinculados ao nascimento duma criança constituem os mitos da origem que dão o nascimento do destino dum sujeito.
Embora, a vida que vivemos não constitui totalmente uma vida já vivida por outros, como nossos pais etc., senão que o sujeito impõe sua própria marca às determinações de seu destino: um oposicionismo marcado a respeito dum pai dominante, bom trato a uma mulher como oposição a um pai que golpeia, amor à prática como oposição à teorização paterna, etc.
Ademais, poderíamos enunciar que na essência da subjetividade encontramos esta atitude de “afirmação do ego” e a busca de diferença e oposicionismo a respeito dos personagens centrais de nossa história.
Até se poderia afirmar o caráter desafiante de todo desejo, pronto temos assim à filha e seu desafio às diretivas maternas, o desafio à norma paterna a respeito duma criança adolescente, até a transgressão de toda norma como inerente a certos desejos subjetivos. Sem embargo, todos seguem “os passos de nossos antecessores” e isso não evita que “sejamos nós” através das características pessoais.
Trata-se de que através do inconsciente estamos ligados aos nossos pais, e eles aos deles, etc.
Se algo faliu em nossos avós, a energia fica bloqueada e não flui, com o que nós a vivemos também embora não sejamos conscientes.
Por exemplo, se há algum membro da família que está esquecido ou afastado porque os demais negam sua existência, todo o sistema familiar sofre uma pressão enorme a nível inconsciente.
As mortes inexplicáveis, as normas da família transgredidas, a homossexualidade rejeitada, os medos profundos, os abusos sexuais sofridos, etc. de nossos progenitores se trasladam é se transmitem aos descendentes até que de alguma forma não se resolvam aceitando sua existência.
A base está em que a família é uma unidade em si mesma.
Se o sistema familiar tem alguma parte desequilibrada, todas as partes ficam afetadas.
É a forte sensação de pertencer a um grupo ao que não podes falhar; fazes o que seja para sobreviver e seguir pertencendo ao grupo.
Em outras palavras, a consciência e a psique se transmitem de geração em geração. Existe uma consciência de clã. A liberação da pessoa passa pelo reconhecimento de seus laços ancestrais.
Porém o que é claro desde muito tempo é que todos viveram “re-presentando” a história de outros através da “própria história”. Neste sentido, nos ajuda a entender que incorporamos as histórias observadas e deduzidas, os modelos de vidas, as expectativas e predições paternas, ainda em forma “superada”.
Mas quando a “superação”, como por exemplo, o discípulo a respeito do mestre, do filho a respeito ao pai, ou a filha a respeito da mãe, assistimos a “Destinos problemáticos” que requerem a assistência do Destinólogo.
Para dar um exemplo histórico, podemos recordar a Cleópatra, que vivia como Afrodita, é dizer, seu destino constituiu a encarnação de Afrodita, como o fato de morrer mordida por uma serpente no seio.
Esta “re-presentação” duma deusa constituiu a essência de sua identidade, de sua subjetividade e de seu destino. Temos outros casos, como a filha em relação à mãe, seu ser e sua essência se encontra em seu modelo estrutural que é a mãe.
Na família, os vínculos fraternos costumam se erigir no campo da rivalidade estruturante entre os irmãos.
Assim, o irmão menor sonha com realizar o destino e os privilégios do irmão maior.
O mesmo acontece entre as irmãs maiores e menores.
Melhor dito, suster que os seres humanos costumam repetir o destino de nossos pais e irmãos, tios e tias, avós, não resulta tão inverossímil depois das afirmações precedentes desde o campo da Destinología.

¿Cuál es tu misión en la vida?
El “Destino” como “Misión existencial”


“El destino se ríe de las probabilidades”.
George Lytton


Creemos que gobernamos nuestros actos, pero algo en nuestro interior nos lleva inexorablemente hacia nuestro destino”
Autor Anónimo.


Para la Destinología, todo sujeto cumple una misión en la vida.
Mejor dicho, el propio destino no constituye sino una “misión existencial” a cumplir en la vida. Todo niño viene a cumplir las expectativas paternas no realizadas, a resolver las frustraciones, miedos, deseos, temores, ambiciones, problemas no resueltos, entre otros, de los mismos.
Esa “misión” adjudicada por la generación adulta a un niño, es enunciada a través de frases breves del tipo:
“Será un…”, “Logrará llegar a la universidad”, “Será un buen deportista”, etc.
En términos destinológicos, se diría que el niño viene a concretar las profecías y deseos paternos.
El niño viene a llevar a cabo los deseos insatisfechos de los padres.
En otros términos, los niños son tomados como “depositarios” de los deseos y anhelos de los padres.
También son “depositarios” de los modelos de comportamientos efectivamente realizados por los padres.
De esta manera, las privaciones, frustraciones, logros no realizados, los ideales de vidas de cada padre, las proezas, etcétera, son presentados como problemáticas que el hijo debe resolver.
El futuro del niño ha de ser ideal, perfecto y aun los determinismos de la naturaleza y los avatares de la vida, tanto como del “destino insoslayable” han de palidecer ante su presencia.
Al brindarle un clima de vida ideal, el niño asume un ideal narcisístico y pleno.
Esta plenitud proviene de la proyección de los deseos paternos sobre el destino del niño. En esta proyección y en la asunción del niño de los deseos y expectativas paternas ubicamos el fundamento de lo que denominamos programa mental.
En otros términos, lo que los padres proyectan sobre el niño, no constituye simplemente un ideal, o incluso la simple proyección de su narcisismo o amor propio, sino aún más: constituye nada menos que la “adjudicación de un destino mejor”, que supere las angustias y penurias paternas.
Así, los deseos los padres son “delegados a través de su prolongación inter-generacional: los hijos”.
De esta manera, los deseos paternos y sus predicciones a través de dichos, alusiones y reflexiones sobre el destino del niño son proyectadas como verdaderos “proyectos de vidas” o “guión existencial” ideal para el niño. Los avatares de su historia irán matizando esta posición egocéntrica y narcisística en que se ubica al niño.
El destino individual se erige así en el cumplimiento necesario e “inconsciente” de la misión encomendada por progenitores: “Ser el mejor hombre”, “El mejor esposo”, comerciante, deportistas, o investigador.
Desde ella, “Será la “mejor bailarina, actriz o estrella de televisión.
Completar la historia incompleta de los padres constituye así, una de las principales misiones psicológicas de cada sujeto.
Comprender el destino de un sujeto requiere de la comprensión de su misión en la vida. Podemos afirmar que los enunciados precedentes constituyen la faz positiva de este proceso de “imposición inter-generacional” de los deseos inconclusos de los padres.
La otra faz, la negativa, resulta interesante desde el punto de vista de la misión curativa de la Destinología.
Y consiste en que, junto con los anhelos positivos se depositan en el niño las expectativas y deseos negativos de los programadores de nuestra mente, los estilos de vidas que el niño observa y escucha de sus padres, como los ejemplos de fracasos, temores, angustias, tipos de conflictos, problemas de parejas, maltrato emocional, las adicciones en sus diversas formas, conductas perversas o incluso estilos incongruentes y contradictorios de comportamientos que su concreción aparece como psicótica o anormal.
El sentido de su vida, de su historia, de su “carácter”, “personalidad” o “subjetividad”, etc., adquiere sentido según los deseos y expectativas paternas. Así, el destino de un sujeto no consiste sino en la materialización particular de los deseos e ideales paternos aunque el encuentro con lo nuevo -según el “principio de creatividad”- determine siempre las variaciones en el destino de un sujeto.
Los deseos paternos del tipo “Será un hombre exitoso”, “Es un fracaso”, “Es un idiota”, etc., significan a oídos del niño o desde el espectáculo de su mirada, lo central de su destino según los personajes más importantes de su vida.
Por lo tanto y sin pretender que la idea sea algo nuevo en las ciencias humanas, las frases, ideas, pensamientos, reflexiones o ejemplos que delimitan nuestro ser, nuestro origen y nuestro destino, constituyen las proyecciones conscientes o inconscientes de nuestros padres o sus sustitutos.
Mejor dicho, los relatos vinculados al nacimiento de un niño constituyen los mitos de origen que dan el nacimiento del destino de un sujeto.
Sin embargo, la vida que vivimos no constituye totalmente una vida ya vivida por otros, como nuestros padres etc., sino que el sujeto impone su propia impronta a las determinaciones de su destino: un oposicionismo marcado respecto de un padre dominante, buen trato a una mujer como oposición a un padre golpeador, amor a la práctica como oposición a la teorización paterna, etc.
Además, podríamos enunciar que en la esencia de la subjetividad encontramos esta actitud de “afirmación de sí” y la búsqueda de diferencia y oposicionismo respecto o de los personajes centrales de nuestra historia.
Hasta se podría afirmar el carácter desafiante de todo deseo pronto tenemos así la hija y su desafío a las directivas maternas, el desafío a la norma paterna respecto de un niño adolescente, hasta la trasgresión de toda norma como inherente a ciertos deseos subjetivos. Sin embargo, todos seguimos “los pasos de nuestros antecesores” y eso no evita que “seamos nosotros” a través de las improntas personales.
Se trata de que a través del inconsciente estamos ligados a nuestros padres, y ellos a los suyos, etc.
Si algo falló en nuestros abuelos, la energía queda bloqueada y no fluye, con lo que nosotros la vivimos también aunque no seamos conscientes.
Por ejemplo, si hay algún miembro de la familia que está olvidado o apartado porque los demás niegan su existencia, todo el sistema familiar sufre una presión enorme a nivel inconsciente.
Las muertes inexplicables, las normas de la familia transgredidas, la homosexualidad rechazada, los miedos profundos, los acosos sexuales sufridos, etc. de nuestros progenitores se trasladan y se transmiten a los descendientes hasta que de alguna forma no se resuelvan aceptando su existencia.
La base está en que la familia es una unidad en sí misma.
Si el sistema familiar tiene alguna parte desequilibrada, todas las partes quedan afectadas.
Es la fuerte sensación de pertenencia a un grupo al que no puedes fallar; haces lo que sea para que sobrevivir y seguir perteneciendo al grupo.
En otras palabras, la conciencia y la psique se transmite de generación en generación. Existe una conciencia de clan. La liberación de la persona pasa por el reconocimiento de sus lazos ancestrales.
Pero lo que es claro desde hace tiempo es que todos vivimos “re-presentando” la historia de otros a través de la “propia historia”. En este sentido, nos ayuda a entender que incorporamos las historias observadas y deducidas, los modelos de vidas, las expectativas y predicciones paternas, aunque en forma “superada”.
Pero cuando la “superación”, como por ejemplo el discípulo respecto del maestro, del hijo respecto el padre, o la hija respecto de la madre, asistimos a “Destinos problemáticos” que requieren la asistencia del Destinólogo.
Para dar un ejemplo histórico, podemos recordar a Cleopatra, quién vivía como Afrodita, es decir, su destino constituyó la encarnación de Afrodita, como el hecho de morir mordida por una serpiente en el seno.
Esta “re-presentación” de una diosa constituyó la esencia de su identidad, de su subjetividad y de su destino. Tenemos otros casos, como la hija en relación a la madre, su ser y su esencia se encuentra en su modelo estructural que es la madre.
En la familia, los vínculos fraternos suelen erigirse en el campo de rivalidad estructurante entre los hermanos.
Así, el hermano menor sueña con realizar el destino y los privilegios del hermano mayor.
Lo mismo sucede entre las hermanas mayores y menores.
Mejor dicho, sostener que los seres humanos solemos repetir el destino de nuestros padres y hermanos, tíos y tías, abuelos y abuelas, no resulta tan inverosímil después de las afirmaciones precedentes desde el campo de la Destinología.
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