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terça-feira, 20 de outubro de 2009

ImportaRSE Florianópolis


A GRIPE A E A RESPONSABILIDADE SOCIAL.



“Acredito que há interesses em jogo que NÃO SÃO O BEM DA POPULAÇÃO.

Como justificar o dinheiro investido na aquisição de vacinas se a gripe A é mais benigna que a gripe de cada ano?

“Gastar tanto dinheiro em vacinas e demais medidas profiláticas sem a suficiente base científica é um escândalo e devem pedir-se responsabilidades”

“Em caso de que a gripe siga tão benigna como até agora, não tem nenhum sentido expor-se ao risco de receber uma vacina contaminada ou de sofrer uma paralisia de Guillain-Barré”

Teresa Forcades

Temos escutado a muitos expertos desmentindo a versão oficial da gripe A, advertindo sobre os riscos da vacina e explicando os interesses econômicos detrás e possíveis intencões ocultas: Iñaki Gabilondo, Operación Pandemia, Discovery Salud, Dr. Juan Gervás, Alfredo Embid, a ex-ministra finlandesa Dra. Rauni Kilde, … Mas são as declarações duma freira e médica, que com contundência, e dados contrastáveis e uma linguagem clara e direta explica o que não sai nos meios de comunicação, as que estão dando a volta ao mundo, arrasando na internet com este vídeo e há saltado à imprensa convencional como a entrevista no jornal El Periódico que anexamos abaixo.

Teresa Forcades é médica, especialista em Medicina Interna, doutorada em Saúde Pública, freira beneditina no Monastério de San Benet em Montserrat (Barcelona) e autora do livro “Os crimes das grandes companhias farmacêuticas“ (44 páginas e disponível na Internet), onde denuncia como o poder político e econômico que tem adquirido as grandes empresas farmacêuticas lhes serve para garantir uns enormes benefícios econômicos, ainda a custa da saúde da população.

Com toda esta credibilidade, científica e ética, e trajetória de anos de trabalho no tema, lança um chamamento aos cidadãos para NÂO VACINAR-NOS porque os riscos são maiores que os benefícios e para mobilizar-nos e impedir que a vacinação seja obrigatória e que os laboratórios sejam eximidos de responsabilidade ante os efeitos secundários.

Suas declarações são IMPRESCINDIVEIS porque resumem todo o que expõem diferentes fontes (incluídas as “conspiratórias”) e porque põem de manifesto as irregularidades em torno à vacina, a fabricação e as decisões da OMS, e as implicações políticas da declaração de pandemia.

Este é um RESUMO da análise de Teresa Forcades que se pode ler completo aqui:

DADOS CIENTÍFICOS

“A gripe nova” não é nova porque seja do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1, senão que o único que é novo é pertencer à cepa S-OIV

A epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A(H1N1) e desde 1977 os vírus A(H1N1) formam parte da temporada da gripe de cada ano

Desde que começou a detectar-se esta doença em abril de 2009 e até o 15 de setembro de 2009 têm morto 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo, quando devido à gripe estacional falecem entre 40.000 e 220.000 pessoas

IRREGULARIDADES QUE HÁ QUE EXPLICAR

1. Está-se investigando atualmente as razões dum gravíssimo sucesso acontecido na República Checa quando um técnico de laboratório da empresa BioTest decidiu testar as vacinas da farmacêutica Baxter com as que se iam a inocular à população e se descobriu que estavam contaminadas e que tinham vírus vivos da gripe aviar (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe de cada ano (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberto a tempo, a pandemia teria sido uma realidade.

Esta combinação de vírus vivos pode ser especialmente letal porque combina um vírus que tem um 60% de mortalidade, mas é pouco contagioso (o vírus da gripe aviar) com outro que têm uma mortalidade muito baixa,mas com uma grande capacidade de contagio (um vírus dos da gripe de cada ano).

Teresa Forcades se pergunta como algo tão grave não se publica nos meios e cita várias vezes a jornalista científica Jane Bürgemeister que há demandado à ONU e a OMS por bioterrorismo.

2. A Dra. Margaret Chan, diretora geral da OMS, declarou o nível máximo de alerta por perigo de pandemia, fase 6, quando, de acordo com os dados científicos, a nova gripe é em realidade mais benigna que a gripe de cada ano e, ademais, não é um vírus novo e já existe parte da população que têm imunidade.

CONSEQÜENCIAS POLÍTICAS DA DECLARAÇÂO DE “PANDEMIA”

1. No contexto duma pandemia é possível declarar a vacina obrigatória para determinados grupos de pessoas ou inclusive para o conjunto dos cidadãos porque a OMS pode “ordenar” e não só recomendar uma ação determinada

2. Se existisse obrigatoriedade, como acontece atualmente no estado estadunidense de Massachussets, as penas para os que não se vacinem são multa, cárcere, demissão do trabalho, …

PERIGOS DAS VACINAS DA GRIPE A

Há três novidades que fazem que a vacina da nova gripe seja diferente a de cada ano:

1. São duas injeções para a vacina da gripe A que se somam à da gripe estacional, que também se recomenda. Isto significa que a população se expõe a ser injetado três vezes, o que nunca antes têm acontecido

2. As vacinas contêm coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora na vacina anual. Alguns contêm um coadjuvante chamado AS03 (uma combinação de esqualeno e polisorbato) que multiplica por dez a resposta imunitária e está relacionado com enfermidades auto-imunitárias graves ao cabo dum tempo como a paralisia ascendente de Guillain-Barre que está previsto afete a umas 10 pessoas de cada milhão que se vacinem. O esqualeno está relacionado com a “síndrome da guerra do Golfo”.

3. Os laboratórios hão conseguido IMPUNIDADE ante as demandas e não terão que indenizar aos afetados com a escusa de que realizam um esforço extraordinário para criar bilhões de vacinas em tempo record

REFLEXÂO DE TERESA FORCADES

Em suas declarações esta autora não desmente a teoria da vacinação como uma ação de grupos de poder para reduzir à população mundial, nem tampouco a existência destes grupos, a pesar de não querer entrar no tema para não dispersar energias e porque com os dados contrastáveis já é suficiente para rejeitar a vacina e a política da OMS ao respeito.

“Se o envio de material contaminado que fabricou a casa Baxter em janeiro não tivesse sido casualmente descoberto, haveria produzido efetivamente a gravíssima pandemia com o potencial de causar a morte de milhões de pessoas que alguns estão anunciando. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em fevereiro no laboratório checo. Ainda é mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos e pelas agências de controle e prevenção de enfermidades em declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitária máxima sem base real.

É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento de euros obtidos do erário público destinados a fabricar milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, em tanto não há suficiente dinheiro para ajudar a milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EEUU) que a causa da crise têm perdido seu trabalho e sua casa”

Ela recomenda NÃO VACINARNOS:

“Emtanto não se aclarem estes fatos, o risco de que possam distribuir-se vacinas contaminadas este inverno e o risco de que possam chegar a adotar-se medidas legais coercitivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em nenhum caso há que subavaliar.

Em caso de que a gripe siga tão benigna como até agora, não têm nenhum sentido expor-se ao risco de receber uma vacina contaminada ou de sofrer uma paralisia de Guillain-Barré.

Em caso de que a gripe se agrave de forma inesperada, como já faz meses que anunciam sem ter nenhuma base científica um número surpreendente de altos cargos – entre eles a diretora geral da OMS –, e de repente comecem a morrer por causa da gripe muitas mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para vacinar-se, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:

• que o vírus da gripe A que agora circula há sofrido uma mutação

• que está circulando outro (ou outros) vírus.

Em ambos os casos a vacina que se está preparando agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em janeiro com a casa Baxter, poderia ser que incluso fosse a via de transmissão da enfermidade.

SUA PROPOSTA É:

• Manter a calma

• Tomar precauções sensatas para evitar o contágio

• Não deixar-se vacinar

Ativar os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para evitar a vacinação obrigatória e a ausência de responsabilidades dos laboratórios e instituições nos casos das pessoas que sim se vacinem

Esta é a entrevista concedida à El Periódico de Catalunha o 7 do Outubro de 2009:

Tomara suas palavras sirvam para que predomine o sentido comum, para que os cidadãos não exponham sua saúde com as vacinas e para que fracasse a estratégia de quem estão detrás deste thriller:

Que faz uma freira falando na internet sobre os perigos da vacina da gripe A?

Nossa regra prescreve cinco horas de oração e seis de trabalho. Ora et labora.

As horas de trabalho as dedicam em parte à investigação médica. Sou doutora em Medicina e em 2006 publiquei o estudo “Os crimes das grandes companhias farmacêuticas”.

Quando decidiu que tinha que falar sobre a gripe A?

Em maio deste ano me pediram uma conferência sobre a vacina do papiloma e fiquei muito impactada pela falta de base científica das recomendações oficiais. Ao cabo duns dias falei na TV-3 dessa vacina e a partir daí venho recebendo petições para que opinasse sobre a vacina da gripe A.

A Organização Mundial da Saúde não lhe merece confiança?

Não entendo os motivos que tem levado à OMS a atuar da maneira absurda no que está fazendo.

Absurda?

Sim. Em maio passado, a OMS trocou a definição oficial de pandemia: passou duma definição lógica (uma pandemia é uma infecção de alcance global e grande mortalidade) a uma definição ilógica (uma pandemia é uma infecção de alcance global).

Que conseqüências têm esse câmbio?

Segundo a nova definição de pandemia, a gripe de cada ano cumpre com os requisitos para ser-lo.

Vamos declarar ao mundo em alerta sanitária cada outono?

Ademais de absurdo desde o ponto de vista científico, isto tem graves conseqüências financeiras e políticas.

Você não confia na vacina. Por que?

A diferença da vacina da gripe de cada ano, a vacina da gripe A contêm sustâncias coadjuvante tão potente que podem chegar a multiplicar por 10 a resposta imunitária normal. Ademais, se recomenda em duas doses, ao receber trás a injeção da gripe estacional, que também contêm coadjuvantes, mas de potencia menor. Nunca antes se há injetado estas sustâncias três vezes seguidas na população geral, começando por crianças, enfermos crônicos e grávidas.

Que efeitos podem provocar?

A estimulação artificial do sistema imunitário pode provocar enfermidades auto-imunitárias.

?

O mesmo prospecto de duas das vacinas da gripe A que já têm sido aprovadas na Europa (Pandemrix e Focetra) indica que se espera que, de cada milhão de pessoas vacinadas, 99 possam experimentar uma enfermidade auto-imunitária conhecida como paralisia ascendente de Guillain-Barré.

Se isto acontece, as farmacêuticas receberão denúncias…

Mas nos Estados Unidos já se há aprovado um decreto que exime aos políticos e as farmacêuticas de toda responsabilidade.

Sugere que as farmacêuticas têm trabalhado irresponsavelmente?

O que têm feito é trabalhar a favor de seus interesses.

Se pode obrigar a vacinar alguém?

No ano 2007, a OMS aprovou uma normativa que estabelece uma exceção. Em todos os casos exceto um, a OMS emite recomendações, e só num caso pode dar ordens que invalidem a soberania dos países membros.

Esse caso é o da pandemia.

Exato. Em caso de pandemia, a OMS pode obrigar por lei aos países membros a vacinar a uma parte de sua população ou a toda. Os governos destes países estariam obrigados então a impor multas ou outras sanções aos cidadãos que se neguem a vacinar-se.

Você acredita em conspirações mundiais?

Acredito que há interesses em jogo que não são o bem da população. Como justificar o dinheiro investido na aquisição de vacinas se a gripe A é mais benigna que a gripe de cada ano? Gastar tanto dinheiro em vacinas e demais medidas profiláticas sem a suficiente base científica é um escândalo e devem pedir-se responsabilidades.

Que lhe dizem suas companheiras freiras sobre o vídeo e suas afirmações?

Uma irmã de quase 90 anos me objetou que o tema da gripe A era muito sério e que não podia falar em contra da vacina sem ter argumentos muito bem fundamentados.

E?

Após ler meu informe, se me acercou à saída da reza de vésperas e meu diz simplesmente: «Compreendido».

Você não tem medo?

Às vezes.

Reza muito?

Tanto como posso.

GRATOS A TODOS OS LEITORES QUE SUGERIRAM PUBLICAR ESTE MATERIAL

Sitio oficial: Blog de Teresa Forcades

Libro en pdf

Vía entrevista: El Periódico

Más información: Proyecto Matriz

Más información: El Mundo

En El Blog Alternativo: Gripe

En El Blog Alternativo: Vacunas

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“Creo que hay intereses en juego que NO SON EL BIEN DE LA

POBLACIÓN. ¿Cómo justificar el dinero invertido en la adquisición

de vacunas si la gripe A es más benigna que la gripe de cada año?.

Gastar tanto dinero en vacunas y demás medidas profilácticas

sin la suficiente base científica es un escándalo

y deben pedirse responsabilidades”

“En caso de que la gripe siga tan benigna como hasta ahora, no

tiene ningún sentido exponerse al riesgo de recibir una vacuna

contaminada o de sufrir una parálisis de Guillain-Barré”

Teresa Forcades

Hemos escuchado a muchos expertos desmintiendo la versión oficial de la gripe A, advirtiendo sobre los riesgos de la vacuna y explicando los intereses económicos detrás y posibles intenciones ocultas: Iñaki Gabilondo, Operación Pandemia, Discovery Salud, Dr. Juan Gervás, Alfredo Embid, la ex-ministra finlandesa Dra. Rauni Kilde, … Pero son las declaraciones de una monja y médica, quien con contundencia, datos contrastables y un lenguaje claro y cercano explica lo que no sale en los medios, las que están dando la vuelta al mundo, arrasando en internet con este vídeo y han saltado a la prensa convencional como la entrevista en El Periódico que adjuntamos abajo.

Teresa Forcades es médica, especialista en Medicina Interna, doctorada en Salud Pública, monja benedictina en el Monasterio de San Benet en Montserrat (Barcelona) y autora del libro “Los crímenes de las grandes compañías farmacéuticas“ (44 páginas y disponible en Internet), en el que denuncia cómo el poder político y económico que han adquirido las grandes empresas farmacéuticas les sirve para garantizar unos enormes beneficios económicos, aún a costa de la salud de la población.

Con toda esta credibilidad, científica y ética, y trayectoria de años de trabajo en el tema, lanza un llamamiento a los ciudadanos para NO VACUNARNOS porque los riesgos son mayores que los beneficios y para movilizarnos e impedir que la vacunación sea obligatoria y que los laboratorios sean eximidos de responsabilidad ante los efectos secundarios.

Sus declaraciones son IMPRESCINDIBLES porque resumen todo lo que exponen diferentes fuentes (incluidas las “conspiratorias”) y porque ponen de manifiesto las irregularidades en torno a la vacuna, la fabricación y las decisiones de la OMS, y las implicaciones políticas de la declaración de pandemia.

Este es un RESUMEN del análisis de Teresa Forcades que se puede leer completo aquí:

DATOS CIENTÍFICOS

“La gripe nueva” no es nueva porque sea del tipo A, ni tampoco por ser del subtipo H1N1, sino que lo único que es nuevo es pertenecer a la cepa S-OIV

La epidemia de gripe de 1918 fue del tipo A(H1N1) y desde 1977 los virus A(H1N1) forman parte de la temporada de gripe de cada año

Desde que empezó a detectarse esta enfermedad en abril de 2009 y hasta el 15 de septiembre de 2009 han muerto 137 personas en Europa y 3.559 en todo el mundo, cuando debido a la gripe estacional fallecen entre 40.000 y 220.000 personas

IRREGULARIDADES QUE HAY QUE EXPLICAR

1. Se está investigando actualmente las razones de un gravísimo suceso ocurrido en República Checa cuando un técnico de laboratorio de la empresa BioTest decidió testar las vacunas de la farmacéutica Baxter con las que se iban a inocular a la población y se descubrió que estaban contaminadas y que contenían virus vivos de la gripe aviar (virus A/H5N1) combinados con virus vivos de la gripe de cada año (virus A/H3N2). Si esta contaminación no se hubiese descubierto a tiempo, la pandemia hubiese sido una realidad.

Esta combinación de virus vivos puede ser especialmente letal porque combina un virus que tiene un 60% de mortalidad pero es poco contagioso (el virus de la gripe aviar) con otro que tiene una mortalidad muy baja pero con una gran capacidad de contagio (un virus de los de la gripe de cada año).

Teresa Forcades se pregunta cómo algo tan grave no se publica en los medios y cita varias veces a la periodista científica Jane Bürgemeister que ha demandado a la ONU y la OMS por bioterrorismo.

2. La Dra. Margaret Chan, directora general de la OMS, declaró el nivel máximo de alerta por peligro de pandemia, fase 6, cuando, de acuerdo con los datos científicos, la nueva gripe es en realidad más benigna que la gripe de cada año y, además, no es un virus nuevo y ya existe parte de la población que tiene inmunidad.

CONSECUENCIAS POLÍTICAS DE LA DECLARACIÓN DE “PANDEMIA”

1. En el contexto de una pandemia es posible declarar la vacuna obligatoria para determinados grupos de personas o incluso para el conjunto de los ciudadanos porque la OMS puede “ordenar” y no sólo recomendar una acción deterninada

2. Si existiese obligatoriedad, como ocurre actualmente en el estado estadounidense de Massachussets, las penas para los que no se vacunen son multa, cárcel, despidos del trabajo, …

PELIGROS DE LAS VACUNAS DE LA GRIPE A

Hay tres novedades que hacen que la vacuna de la nueva gripe sea diferente a la de cada año:

1. Son dos inyecciones para la vacuna de la gripe A que se suman a la de la gripe estacional, que también se recomienda. Esto significa que la población se expone a ser inyectado tres veces, lo que nunca antes ha ocurrido

2. La vacuna contiene coadyuvantes más potentes que los utilizados hasta ahora en la vacuna anual. Algunas contienen un coadyuvante llamado AS03 (una combinación de escualeno y polisorbato) que multiplica por diez la respuesta inmunitaria y está relacionado con enfermedades auto inmunitarias graves al cabo de un tiempo como la parálisis ascendente de Guillain-Barre que está previsto afecte a unas 10 personas de cada millón que se vacunen. El escualeno está relacionado con el “síndrome de la guerra del Golfo”.

3. Los laboratorios han conseguido IMPUNIDAD ante las demandas y no tendrán que indemnizar a los afectados con la excusa de que realizan un esfuerzo extraordinario para crear billones de vacunas en tiempo record

REFLEXIÓN DE TERESA FORCADES

En sus declaraciones esta autora no desmiente la teoría de la vacunación como una acción de grupos de poder para reducir a la población mundial, ni tampoco la existencia de estos grupos, aunque no quiere entrar en el tema para no dispersar energías y porque con los datos contrastables ya es suficiente para rechazar la vacuna y la política de la OMS al respecto.

“Si el envío de material contaminado que fabricó la casa Baxter en enero no hubiese sido casualmente descubierto, se habría producido efectivamente la gravísima pandemia con el potencial de causar la muerte de millones de personas que algunos están anunciando. Es inexplicable la falta de resonancia política y mediática de lo que ocurrió en febrero en el laboratorio checo. Aún es más inexplicable el grado de irresponsabilidad demostrado por la OMS, por los gobiernos y por las agencias de control y prevención de enfermedades en declarar una pandemia y promover un nivel de alerta sanitaria máxima sin base real.

Es irresponsable e inexplicable hasta extremos inconcebibles la billonaria inversión de euros obtenidos del erario público destinados a fabricar millones y millones de dosis de vacuna contra una pandemia inexistente, mientras no hay suficiente dinero para ayudar a millones de personas (más de 5 millones sólo en los EEUU) que a causa de la crisis han perdido su trabajo y su casa”

Ella recomienda NO VACUNARNOS:

“Mientras no se aclaren estos hechos, el riesgo de que puedan distribuirse vacunas contaminadas este invierno y el riesgo de que puedan llegar a adoptarse medidas legales coercitivas para forzar la vacunación, son riesgos reales que en ningún caso hay que infravalorar.

En caso de que la gripe siga tan benigna como hasta ahora, no tiene ningún sentido exponerse al riesgo de recibir una vacuna contaminada o de sufrir una parálisis de Guillain-Barré.

En caso de que la gripe se agrave de forma inesperada, como ya hace meses que anuncian sin tener ninguna base científica un número sorprendente de altos cargos – entre ellos la directora general de la OMS –, y de repente empiecen a morir a causa de la gripe muchas más personas de lo que es habitual, aún tendrá menos sentido dejarse presionar para vacunarse, porque una sorpresa así sólo podrá significar dos cosas:

que el virus de la gripe A que ahora circula ha sufrido una mutación

que está circulando otro (u otros) virus.

En ambos casos la vacuna que se está preparando ahora no serviría para nada y, teniendo en cuenta lo que ocurrió en enero con la casa Baxter, pudiera ser que incluso fuera la vía de transmisión de la enfermedad.

SU PROPUESTA es:

Mantener la calma

Tomar precauciones sensatas para evitar el contagio

No dejarse vacunar

Activar los mecanismos legales y de participación ciudadana necesarios para evitar la vacunación obligatoria y la ausencia de responsabilidades de los laboratorios e instituciones en los casos de las personas que sí se vacunen

Y esta es la entrevista concedida a El Periódico de Cataluña el 7 del 10 del 2009:

Ojalá sus palabras sirvan para que predomine el sentido común, para que los ciudadanos no expongan su salud con las vacunas y para que se hunda la estrategia de quienes están detrás de este thriller:

¿Qué hace una monja hablando en internet sobre los peligros de la vacuna de la gripe A?

Nuestra regla prescribe cinco horas de oración y seis de trabajo. Ora et labora.…

Las horas de trabajo las dedico en parte a la investigación médica. Soy doctora en Medicina y en el 2006 publiqué el estudio “Los crímenes de las grandes compañías farmacéuticas”.

¿Cuándo decidió que tenía que hablar sobre la gripe A?

En mayo de este año me pidieron una conferencia sobre la vacuna del papiloma y quedé muy impactada por la falta de base científica de las recomendaciones oficiales. Al cabo de unos días hablé en TV-3 de esa vacuna y a partir de ahí he ido recibiendo peticiones para que opinara sobre la vacuna de la gripe A.

¿La Organización Mundial de la Salud no le merece confianza?

No entiendo los motivos que han llevado a la OMS a actuar de la manera absurda en que lo está haciendo.

¿Absurda?

Sí. En mayo pasado, la OMS cambió la definición oficial de pandemia: pasó de una definición lógica (una pandemia es una infección de alcance global y gran mortalidad) a una definición ilógica (una pandemia es una infección de alcance global).

¿Qué consecuencias tiene ese cambio?

Según la nueva definición de pandemia, la gripe de cada año cumple con creces los requisitos para serlo.

¿Vamos a declarar al mundo en alerta sanitaria cada otoño?

Además de absurdo desde el punto de vista científico, esto tiene graves consecuencias financieras y políticas.

Usted no confía en la vacuna. ¿Por qué?

A diferencia de la vacuna de la gripe de cada año, la vacuna de la gripe A contiene sustancias coadyuvantes tan potentes que pueden llegar a multiplicar por 10 la respuesta inmunitaria normal. Además, se recomienda en dos dosis, a recibir tras la inyección de la gripe estacional, que también contiene coadyuvantes, aunque de potencia menor. Nunca antes se han inyectado estas sustancias tres veces seguidas en la población general, empezando por niños, enfermos crónicos y embarazadas.

¿Qué efectos puede provocar?

La estimulación artificial del sistema inmunitario puede provocar enfermedades auto-inmunitarias.

¿?

El mismo prospecto de dos de las vacunas de la gripe A que ya han sido aprobadas en Europa (Pandemrix y Focetra) indica que se espera que, de cada millón de personas vacunadas, 99 puedan experimentar una enfermedad auto-inmunitaria conocida como parálisis ascendente de Guillain-Barré.

Si eso sucede, las farmacéuticas recibirán denuncias…

Pero en Estados Unidos ya se ha aprobado un decreto que exime a los políticos y las farmacéuticas de toda responsabilidad.

¿Sugiere que las farmacéuticas han trabajado irresponsablemente?

Lo que han hecho es trabajar a favor de sus intereses.

¿Se puede obligar a vacunar a alguien?

En el año 2007, la OMS aprobó una normativa que establece una excepción. En todos los casos excepto uno, la OMS emite recomendaciones, y solo en un caso puede dar órdenes que invaliden la soberanía de los países miembros.

Ese caso es el de la pandemia.

Exacto. En caso de pandemia, la OMS puede obligar por ley a los países miembros a vacunar a una parte de su población o a toda. Los gobiernos de estos países estarían obligados entonces a imponer multas u otras sanciones a los ciudadanos que se nieguen a vacunarse.

¿Cree usted en conspiraciones mundiales?

Creo que hay intereses en juego que no son el bien de la población. ¿Cómo justificar el dinero invertido en la adquisición de vacunas si la gripe A es más benigna que la gripe de cada año? Gastar tanto dinero en vacunas y demás medidas profilácticas sin la suficiente base científica es un escándalo y deben pedirse responsabilidades.

¿Qué le dicen sus compañeras monjas sobre el vídeo y sus afirmaciones?

Una hermana de casi 90 años me objetó que el tema de la gripe A era muy serio y que no podía hablar en contra de la vacuna sin tener argumentos muy bien fundamentados.

¿Y?

Tras leer mi informe, se me acercó a la salida del rezo de vísperas y me dijo simplemente: «Comprendido».

¿No tiene usted miedo?

A veces.

¿Reza mucho?

Tanto como puedo.

GRACIAS A TODOS LOS LECTORES QUE NOS HABÉIS SUGERIDO PUBLICAR ESTE MATERIAL

Sitio oficial: Blog de Teresa Forcades

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“MARTE ESTÁ HABITADO POR HUMANOIDES”. Entrevista a Alfred L. Webre, director del Instituto para la Cooperación en el Espacio (ICIS) (17)

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martes, octubre 20, 2009

Nueva guía sobre políticas de RSC en Europa



CSR Europe, organización europea que promueve la responsabilidad social corporativa a través de una red conformada por 27 organizaciones nacionales europeas y unas 75 corporaciones multinacionales, presentó "A Guide to CSR in Europe. Country Insights by CSR Europe's National Partner Organisations", una guía sobre las políticas de fomento, prioridades y tendencias relacionadas con la RSC en los países miembros de la Unión Europea.

En esta primera edición de la guía se ofrecen, además, algunos datos interesantes sobre el avance obtenido por los países europeos en responsabilidad social corporativa, entre los que se destaca que Austria, Finlandia, Alemania, Reino Unido, Suecia, Dinamarca y Países Bajos se mantienen a la vanguardia en materia de contratación ambiental, estimándose que para el año 2010 un 50 % de los contratos de compras públicas incluirán criterios y obligaciones medioambientales; por otra parte, se mencionan los sectores de la industria eléctrica y la del mueble como aquellos en donde ésta política de contratación ha tenido un mayor impacto.

La información de cada uno de los países se presenta en un formato de ficha resumen, de manejo muy práctico y con vínculos directos a las fuentes de acuerdo con la siguiente estructura temática:

  • Resumen general del país.
  • Legislación y políticas nacionales de RSC.
  • Indicadores claves de RSC.
  • Principales actores relacionados con la RSC.
  • Medio ambiente: Estrategias y planes nacionales de acción; energía y ecoeficiencia; conciencia ciudadana en medio ambiente.
  • Cadena de suministro.
  • Derechos Humanos.
  • Igualdad de condiciones.
  • Compromiso social.
  • Productos y servicios sostenibles.
  • Mejores prácticas empresariales.
  • Principales cambios en materia de RSC.
  • ¿Qué se está haciendo para promover la RSC?

Fuente: CSR Europe

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Una dosis de sostenibilidad y transparencia

La norma ISO 26000 y las prácticas de responsabilidad social tratan de encaminar el rumbo de la economía global hacia la sostenibilidad. En América Latina, por lo pronto, despiertan expectativas de un mejor medio ambiente y social.

”Las demandas de responsabilidad social de los supermercados europeos son un gran ejemplo”, dice Dante Pesce, director del instituto chileno Vincular y experto en RSE, responsabilidad social empresaria. ”Últimamente, no ha habido ley ni convención que mejorara tanto las condiciones de trabajo de muchos obreros rurales latinoamericanos como la presión de los supermercados que compran la fruta, las flores o el vino de la región”.

Las exigencias de responsabilidad social de las cadenas de supermercados europeos ayudaron a los trabajadores rurales latinoamericanos tanto como la legislación de sus propios.

El experto chileno fue uno de los disertantes del ”Social Responsibility Day” organizado por la revista MiljöAktuellt para profesionales del medio ambiente y el instituto de normalización sueco, SIS, en Estocolmo. Justamente este instituto, con su par brasileño (ABNT), fue el encargado de coordinar por más de cinco años las largas y arduas discusiones para lograr la norma ISO 26000 cuyo texto final ya ha sido redactado.

En Suecia, los criterios de responsabilidad no son nuevos y, en este seminario, las preguntas en torno al estándar ISO 26000 apuntaron más que nada a su integración al modelo de negocios de las empresas suecas y las dificultades prácticas que puede presentar su implementación.

Confirmando lo que dijo Pesce, una ejecutiva de una cadena de tiendas sueca señaló que los efectos de la nueva norma se habrán de ver mejor en el accionar de las empresas suecas fuera del país, fundamentalmente en el trato con los proveedores. ”Con el control que hay aquí y la labor de los sindicatos, no me parece que la ISO 26000 vaya a cambiar mucho las cosas en Suecia. Pero si reforzará el cambio en la relación con las empresas de los países en desarrollo a las que le compramos sus productos”, explicó Filipa Bergin, de Åhlens.

Y una y otra vez, los disertantes se refirieron a casos de fabricantes de China e India que, para poder seguir trabajando con sus clientes suecos o europeos, se han visto impulsados a mejorar sus condiciones de empleo y limitar su impacto ambiental ante el riesgo de perder mercados.

”La RSE no es una novedad en Latinoamérica, y mucho menos en Brasil donde desde hace tiempo muchas empresas cotizan en un índice de sustentabilidad de la bolsa de San Pablo, ISE Bovespa, con una cartera de empresas en la mayoría de los rubros”, dice el brasileño Aron Belinky que ha sido representante por las ONG de los países en desarrollo en la comisión de redacción (IDTF) de la ISO 26000. Belinky es, además, directivo de la agencia de noticias ambientalista EcoPress.

Para Swed.info explica que aun cuando la RSE sea un concepto conocido en América Latina, no significa que sea una práctica extendida:

”Todavía existe la percepción, en muchas empresas y organizaciones, que la RSE tiene que ver con la filantropía y el marketing. Creo que la ISO 26000 tendrá el efecto de poner a la RSE en su lugar: como una forma de hacer negocios que sea sostenible y en acuerdo con la justicia social”.

Dante Pesce dice que la RSE llegó a Chile de la mano de las empresas exportadoras y de las industrias con grandes necesidades de capital. ¿Es un fenómeno que reconoces?

Si uno mira qué empresas están el ISE Bovespa, se ve claramente que hay varios bancos, muchas mineras y metalúrgicas, empresas de energía y de celulosa y papel. Creo que lo que dice Pesce tiene sentido también en Brasil.

Aron Belinky, de Brasil, fue uno de los representantes latinoamericanos en el grupo de trabajo que redactó el borrador de la norma ISO 26000 sobre responsabilidad social.

Si es una tendencia impulsada desde afuera o por las necesidades de capital… ¿no hay riesgo de que sea un fenómeno pasajero, de que disminuya ahora con la crisis, por ejemplo?

A mí me parece que las prácticas de RSE crecen y continuarán creciendo de manera sostenida. Una señal clara es el gran aumento de la publicación de informes anuales con criterios de sustentabilidad según el GRI (Global Reporting Initiative). Aunque los informes no reflejen las tensiones dentro de las empresas, porque hay diferentes intereses dentro de cada una, creo que la RSE va por el camino adecuado.

¿Pero no tienen ventajas las empresas que no se preocupan por su responsabilidad social?

Pueden tener una ventaja inicial, en términos de costos. Pero en el mediano plazo, las prácticas sustentables rinden, no sólo en materia de eficiencia de costos y mayor competitividad sino en otros aspectos. En la bolsa, las empresas que más crecen son las que tienen prácticas documentadas de RSE.

Nosotros vemos que las encuestas en Brasil, particularmente en mercados con productos similares y en la misma franja de precios, las empresas que respetan el medio ambiente y la justicia social se diferencian positivamente de sus competidores, y eso es una gran ventaja.

¿Son la ISO 26000 y la RSE la solución universal de los problemas?

Con la ISO 26000 se buscó un camino intermedio entre los acuerdos y las convenciones, generales y sobrecargadas (como la declaración de derechos humanos o Agenda 21) y las herramientas prácticas específicas como la ISO 14000. No reemplaza esas referencias para quien esté interesado en la sostenibilidad y la responsabilidad social. En realidad, constituye un puente entre esos niveles. Creemos que se crearan una

variedad de herramientas basada en la ISO 26000 después de que sea publicada.

Un punto sobre el que las ONG quisiéramos más énfasis es el de la responsabilidad de una compañía a través de su esfera de influencia. Está presente, pero debería ir más allá. Por ejemplo, qué responsabilidad tiene una gran empresa sobre lo que hace un proveedor al que le compra toda su producción. A nosotros nos parecía que la responsabilidad del comprador es muy grande, pero no se refleja tanto en el texto.

¿Pero están satisfechos con el texto final?

En Brasil, antes de las negociaciones, las ONG hicimos una agenda esencial con nuestras demandas mínimas. La comparamos con las demandas de otros países latinoamericanos y comprobamos que estábamos en la misma sintonía. Y si comparamos nuestras listas con el texto final constatamos que no hay muchas diferencias. Podemos estar satisfechos.

Una última pregunta: Si una industria va a radicarse en un pueblo y sus directivos dicen que en su gestión aplicarán el estándar ISO 26000 … ¿desaparecen entonces los motivos para preocuparse por el medio ambiente y las condiciones de trabajo?

LA ISO 26000 es una guía de sostenibilidad y uno de sus fundamentos de responsabilidad social es tener contacto con las partes interesadas, incluso el público, los vecinos, las autoridades. La empresa tiene que informar sobre los efectos ambientales de sus actividades y tiene que tener una actitud transparente respecto a la comunidad.

La comunidad tiene que comprometerse también, pero la ISO 26000 lleva esa relación por un buen camino.

De esto se trata:

RSE: Es una nueva forma de hacer negocios en la que la empresa gestiona sus operaciones en forma sustentable en lo económico, social y ambiental, reconociendo los intereses de los distintos públicos con los que se relaciona… considerando el medio ambiente y el desarrollo sustentable de las generaciones futuras (Red internacional Foro Empresa).

ISO 26000: Es un estándar creado para asistir a las organizaciones (N de la R: no solo las empresas) a establecer, implementar, mantener y mejorar los marcos y estructuras de responsabilidad social, ayudar a las empresas a que demuestren su cumplimiento de la responsabilidad social hacia todos sus públicos, promover la transparencia, e incrementar la credibilidad de sus informes.

El nuevo estándar, sin embargo, no será certificable ni podrá ser utilizado como una barrera comercial entre países.

Temas: Brasil, Chile, ISO 26000, Latinoamérica, responsabilidad social, rse

Artículo publicado el 20 Octubre 2009

ImportaRSE Florianópolis




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