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quinta-feira, 8 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis


RSE

para reverter à grave situação

Hoje vivemos num mundo não sustentável e baixo ameaça de crise, com um grave desequilíbrio ecológico, instabilidade social e quebra da coesão social, advertiu ontem o Diretor Executivo do Instituto Ethos do Brasil, Paulo Itacarambi. Foi na apertura do II Congresso de Responsabilidade Social Empresarial da ADEC. (Associação de Empresários Cristianos)

Fonte: ABC Color – Paraguai.

O palestrante sinalou que a crise financeira que estamos vivendo é apenas uma parte de uma crise muito maior. Respeito do desequilíbrio do meio ambiente, diz que “estamos ultrapassando os limites do planeta”, e como conseqüências se estão dando processos sistêmicos interdependentes como o câmbio climático, a acidez dos oceanos, a interferência nos ciclos de nitrogênio e do fósforo.

Referiu-se também ao mau manejo da água potável, que é um recurso com uma importância estratégica maior que o petróleo. “Há alterações no uso do solo, carga de aerossóis na atmosfera, poluição química e perda da biodiversidade terrestre e marina, onde o homem se tem convertido num verdadeiro fenômeno geofísico, que pode causar uma perda total das condições de vida no planeta”, alertou.

Instabilidade social

Em relação com a instabilidade social, Itacarambi advertiu que persiste a distribuição desigual de oportunidades e da riqueza. “Os fatores que criam a brecha entre ricos e pobres e a injustiça social seguem vigentes, não se está tratando de corrigir; é dizer, há um nível de acumulação muito grande que não é boa para a sociedade: três pessoas têm acumulada a riqueza que corresponderiam a 600 milhões de pessoas. O negócio deve criar valor para todos e não somente para os acionistas; esta é uma cultura distinta, destacou.

Afirmou que também se mantém o crescimento baseado na redução dos empregos, a baixa qualidade das relações de trabalho, propriedade concentrada do patrimônio natural, corrupção e privatização de bens públicos, pertencentes a toda a sociedade. Assim mesmo, um alto grau de impunidade e de iniqüidade na acessibilidade aos direitos, e uma qualidade de vida e bem estar baseada simplesmente na capacidade de consumo, o qual é prejudicial, porque os recursos do mundo são finitos, não alcançam para todos.

Quebra da coesão social

Com referência à ruptura da coesão social, diz que se deve basicamente à materialização Cada vez maior das relações pessoais, o qual faz que as relações entre as pessoas sejam cada vez menos humanas. “À pessoa e medida pelo que tem e não pelo que é”. Advertiu que a coesão social não está resistindo o crescente individualismo e a cultura do consumo em massa. “Por outra parte, se reduz a integridade e a confiança. A crise atual (financeira e seus efeitos, sobre todo o mundo) vem da falta de honestidade de empresários que têm oferecido coisas que não possuem e prometido outras que não podem cumprir”, asseverou.

Agregou que também cresce o sentimento de “descartabilidade”, onde as pessoas se sentem “descartáveis” na empresa, no emprego, no dia a dia. “Muitos jovens não tem visão do futuro. O valor da vida se reduz, e como nos outros tampouco têm valor, são descartáveis. A identidade é associada o seu nível de consumo e aumenta o consumo danoso, sem conexão com a necessidade”, expressou.

07/10/2009

PROPONEN LA RESPONSABILIDAD SOCIAL EMPRESARIAL PARA REVERTIR LA GRAVE SITUACION

Vivimos en un mundo no sostenible

Hoy vivimos en un mundo no sostenible y bajo amenaza de crisis, con un grave desequilibrio ecológico, inestabilidad social y quiebra de la cohesión social, advirtió ayer el director ejecutivo del Instituto Ethos del Brasil, Paulo Itacarambi. Fue en la apertura del II Congreso de Responsabilidad Social Empresarial de la ADEC.

Fuente: ABC Color

El expositor brasileño señaló que la crisis financiera que estamos viviendo es apenas una parte de una crisis mucho mayor. Respecto del desequilibrio del medio ambiente, dijo que “estamos sobrepasando los límites del planeta”, y como consecuencia se están dando procesos sistémicos interdependientes como el cambio climático, la acidez de los océanos, la interferencia en los ciclos de nitrógeno y del fósforo.

Se refirió también al mal manejo del agua potable, que es un recurso con una mayor importancia estratégica que el petróleo. “Hay alteraciones en el uso del suelo, carga de aerosoles en la atmósfera, polución química y pérdida de la biodiversidad terrestre y marina, donde el hombre se ha convertido en un verdadero fenómeno geofísico, que puede causar una pérdida total de las condiciones de vida en el planeta”, alertó.

Inestabilidad social

En relación con la inestabilidad social, Itacarambi advirtió que persiste la distribución desigual de oportunidades y de la riqueza. “Los factores que crean la brecha entre ricos y pobres y la injusticia social siguen vigentes, no se está tratando de corregir; es decir, hay un nivel de acumulación muy grande que no es buena para la sociedad: tres personas tienen acumulada la riqueza que corresponderían a 600 millones de personas. El negocio debe crear valor para todos y no solamente para los accionistas; esta es una cultura distinta, destacó.

Afirmó que también se mantiene el crecimiento basado en la reducción de los empleos, la baja calidad de las relaciones de trabajo, propiedad concentrada del patrimonio natural, corrupción y privatización de bienes públicos, pertenecientes a toda la sociedad. Asimismo, un alto grado de impunidad y de inequidad en la accesibilidad a los derechos, y una calidad de vida y bienestar basada simplemente en la capacidad de consumo, lo cual es perjudicial, porque los recursos del mundo son finitos, no alcanza para todos.

Quiebra de la cohesión social

En referencia a la ruptura de la cohesión social, dijo que se debe básicamente a la mercantilización cada vez mayor de las relaciones personales, lo cual hace que las relaciones entre las personas sea cada vez menos humana. “A la persona se mide por lo que tiene y no por lo que es”. Advirtió que la cohesión social no está resistiendo el creciente individualismo y la cultura del consumo en masa. “Por otra parte, se reduce la integridad y la confianza. La crisis actual (financiera y sus efectos, sobre todo, el mundo) viene de la falta de honestidad de empresarios que han ofrecido cosas que no tienen y que no pueden cumplir”, aseveró.

Añadió que también crece el sentimiento de “descartabilidad”, donde las personas se sienten “descartables” en la empresa, en el empleo, en el día a día. “Muchos jóvenes no tienen visión de futuro. El valor de la vida se reduce, y como los otros tampoco tienen valor, son descartables. La identidad es asociada a su nivel de consumo y aumenta el consumo dañino, sin conexión con la necesidad”, expresó.

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ISO 26000 Diretrizes para a responsabilidade social

ISO 26000 ainda não existe...

Esta futura norma serão diretrizes internacionais de responsabilidade social (RS). ISO 26000

fornecerá a todos os tipos de organizações as diretrizes harmonizadas sobre o que é

responsabilidade social e como programar-lo numa organização.

Não será um sistema de gestão e não será para a certificação.

Ela está sendo escrita por um grupo de cerca de 300 especialistas que representam a indústria,

sindicatos, ONGs, consumidores, governos, organismos de normalização, consultores e

pesquisadores, para garantir a representatividade das partes interessadas de países desenvolvidos

e em desenvolvimento. ISO 26000 é a primeira tentativa, a nível internacional para elaborar

conceitos de responsabilidade social no mundo tudo e para diminuir a sua aplicação para todos

os tipos de organizações, em todos os lugares. Abrange praticamente todas as áreas da ética,

valores, princípios, sustentabilidade, governança ambiental, consumo, políticas de

contratos, etc. Práticas de fornecimento são declinados em seus aspectos sociais e ambientais,

tanto do ponto de vista do produtor como do consumidor. ISO 26000 não irá substituir outras normas,

códigos de conduta, convenções ou legislação. É de referir as boas práticas e leitores diretos para

outras fontes de informação. Sua publicação está prevista para 2010, mas todas as versões

preliminares e documentos de trabalho estão disponíveis gratuitamente online.

Informação

· Autor: International Standard Organisation (ISO)

· Aplicação: Universal

· Data de Criação: No processo de elaboração. Estimados para 2010

· Disponibilidade: Grátis

· Pilares: Transversal

· Fonte

· http://www.iso.org/sr

· http://www.iso.org/wgsr (língua de trabalho: Inglês + traduções parciais em francês (http://www.mediaterre.org),espanhol, russo, árabe.

Observações

O processo de elaboração é aberto e livremente todos os documentos de trabalho estão disponíveis.



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