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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

A Empresa Competitiva no século XXI:

Um coquetel de inovação, diversidade e liderança sustentável.

A arte de elaborar um bom coquetel não só depende de dispor de bons licores, frutas, cremas, etc., senão sobre todo também contar com um experto barman, que saiba incorporar as quantidades necessárias para lograr que seja um coquetel suave ou intenso dependendo quem vai consumi-lo. No caso de uma empresa para ser competitiva hoje e no futuro deve saber combinar ou administrar corretamente, também uma serie de fatores ou "ingredientes", entre os que são claves: a Inovação, a Diversidade, incorporando uma Liderança Sustentável.

Acredito interessante dedicar umas reflexões sobre estes fatores claves da empresa competitiva do século XXI.

•Inovação: Se tem escrito tanto sobre ela, e a integramos em nossas conversações de forma tão freqüente, que às vezes chegamos a olvidar o verdadeiro significado da inovação. De acordo ao Manual de Oslo, se tem estabelecido diferentes classificações de tipos de inovações:

Inovação do produto se corresponde com a introdução de um produto ou serviço novo, ou significativamente melhorado, em quanto a suas características ou em quanto ao uso que se destina. Esta definição inclui a melhora significativa das características técnicas, dos componentes e os materiais, da informática integrada, da facilidade de uso ou outras características funcionais.

•Inovação do processo é a introdução dum novo, ou significativamente melhorado, processo de produção ou de distribuição. Isto implica câmbios significativos nas técnicas, os materiais e/ou os programas informáticos.

•Inovação em mercadologia é a aplicação dum novo método de comercialização que implique câmbios significativos do desenho ou embalagem dum processo, seu posicionamento, sua promoção ou sua tarifação.

•Inovação de organização é a introdução dum novo método organizativo nas práticas, a organização do local de trabalho ou nas relações exteriores da empresa.

Desde faz anos instituições como COTEC vem realizando estudos sobre a Inovação Espanhola e seus principais indicadores da I+D+i. Assim mesmo, a União Européia já elaborou em 1995 o Livro Verde da Inovação, e neste mesmo ano 2009 se celebra o Ano Europeu da Inovação e a Criatividade. Recentemente, o passado 1° de outubro desde o Ministério de Ciência e Inovação, concretamente a Secretaria Geral de Inovação tem comentado: "queremos situar a Espanha no G-9 da Inovação", sinalando que entre os mercados detectados como inovadores se situam os referidos a:

- Economia verde: Energias renováveis e câmbio climático (águas, resíduos,...)

- Saúde e Biotecnologia

- Economia assistencial: abarca toda a indústria associada à assistência à dependência: desenvolvimento de medicamentos (farmácia+químico-genética+genética), aplicações cirúrgicas e diagnósticas (biotecnologia, laser, radiações), assistência (robótica+maquinaria+TIC)

- Indústria da Ciência: compreende todos aqueles aprovisionamentos relacionados com as grandes infra-estruturas (materiais, eletrônica de potencia, construção especializada), é dizer, todo o grupo de empresas que desenvolvem tecnologia para instalações científicas e tecnológicas.

- Administração: o conjunto de projetos e atividades encaminhadas à modernização e automatização administrativa.

Sem embargo, e a pesar da importância da Inovação para a competitividade nos próximos anos, as últimas noticias em relação aos orçamentos em I+D+i são quando menos preocupantes.

Permitam-me que diga que para inovar há que ser criativo, é dizer, ser capaz de gerar muitas idéias. Mas a inovação só se produzirá se alguma das idéias criativas chega a bom porto.

Diversidade: é um dos principais catalisadores da inovação. Seu elevado protagonismo tem feito que, nos últimos anos, esteja presente em foros, debates, etc., destacando sua importância para as empresas, pelo valor que aporta. Isto há conduzido a que tenham surgido vozes que mostram certo cepticismo ante este "inquilino" do mundo empresarial, por tantos benefícios que se lhe atribuem. Pelo contrario os entusiastas, afirma que nunca antes havia sido tão evidente a diversidade que conforma o cenário social e econômico, tanto global como local. No mesmo sentido, ao longo dos últimos anos, a Comissão Européia vem realizando estudos sobre diversidade.

Nesta línea, a União Européia há publicado em 2009 um documento "A diversidade como oportunidade de negócio" onde propõe que as políticas de gestão da diversidade podem ter efeitos positivos no mundo da empresa. E é que a gestão da diversidade está cada dia mais presente nas respostas estratégicas do sector empresarial ante a crescente heterogeneidade da sociedade, os clientes, a estrutura do mercado e os trabalhadores.

Destaco que está a ponto de ser publicada uma Guia para as PMEs (Pequenas e Médias Empresas titulada "A diversidade no posto de trabalho". Nela se reflete que na Europa há perto de 23 milhões de PMEs. que dão trabalho a aproximadamente 75 milhões de pessoas. Com estas cifras na mão, queda claro que é fundamental informar às PMEs. acerca das vantagens da qualidade.

Liderança Sustentável: Não escrevo nada novo, se menciono que a situação á que se enfrentam as empresas é da globalização e também a novas atuações ante o câmbio climático. Neste sentido, atualmente parece mais que nunca necessário que os líderes empresariais contemplem entre sua missão empresarial, que se deve avançar mediante a inovação e a diversidade para o desenvolvimento sustentável.

Esta liderança sustentável compreende que os diretivos sejam conscientes do valor do meio ambiente, assumindo suas funções como subministrador de recursos, suporte de atividades e gestor final dos resíduos. Incorporando de forma responsável, os custos e os benefícios ambientais no sistema econômico de produção e consumo. Quando uma empresa decide afrontar os custos ambientais, internalizar-los, expressar-los numa contabilidade ambiental e depois publicar-lo num plano de comunicação, não cabe duvida de que é uma empresa que inicia decididamente um câmbio de liderança rumo a uma estratégia da sustentabilidade.

Ainda, muitas empresas têm vido incorporando o fator ambiental porque a cadeia de valor se o exigia através de seus clientes, e elas a seus fornecedores, a fim de garantir seu próprio sistema de gestão baseado em procedimentos normalizados, como a ISO 14001 ou EMAS da União Européia, a liderança sustentável implica que as inovações sejam cada vez mais eco-inovação assim como uma aposta decidida a favor da RSE onde o competente social deve contemplar a diversidade interna e externa à empresa.

Em resumo, começava este post comentando sobre os coquetéis afirmando que o barman deve conhecer que aporta cada ingrediente e por suposto valorar as quantidades que deve agregar para que o coquetel seja o adequado ao cliente e seus novos gostos e exigências.

Para finalizar, gostaria lembrar que faz mais de 200 anos Benjamin Franklin (1706 Boston - 1790, Filadélfia) filósofo, político e cientista estadunidense, afirmava

"Não há investimento mais rentável que o do conhecimento".

Ao que eu agregaria que para as empresas que queiram sobreviver e ser referentes no século XXI, o investimento mais rentável e sustentável é apostar pela inovação, para o qual será clave favorecer e reconhecer a diversidade dos empregados/as, e compreender que seus stakeholders formam parte dum mundo cada vez mais global e diverso. Para o qual é imprescindível dispor de conhecimento

ImportaRSE - Florianópolis

Ontem se deu a conhecer o Informe sobre Desenvolvimento Humano 2009. É lamentável que a noticia tenha tão pouca difusão nas esferas de responsabilidade social de Latino América sendo um tema que compete a cidadãos, governos e empresas. Acreditar que a RSE se limita a temas de gestão corporativa é uma das grandes miopias atuais.

O desenvolvimento humano trata de que as pessoas desenvolvam seu potencial, aumentem suas possibilidades e desfrutem da liberdade para viver a vida que valoram. Desde 1990, os Informes sobre Desenvolvimento Humano anuais têm analisado os desafios que apresentam a pobreza, as questões de gênero, a democracia, os direitos humanos, a liberdade cultural, a globalização, a escassez de água e o câmbio climático.

Se bem este ano o informe está focalizado na migração, há que entender esta como o resultado dum mundo muito desigual. Para muitos habitantes do orbe, abandonar seu lugar de origem pode ser a melhor saída, e em ocasiões a única, de melhorar sua vida. A migração pode ser muito eficiente para aumentar o ingresso, a educação e a participação de indivíduos e famílias e melhorar as perspectivas futuras dos filhos. Mas tem um valor incluso maior: a capacidade de decidir onde viver é um elemento clave da liberdade humana.

O informe em se é tremendamente interessante em muitos sentidos pero quiçá o de maior impacto em termos mediáticos seja o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que indica a classificação do IDH entre 2006 e 2007 em 182 países.

Neste contexto apresentamos nossa infográfica, um quadro comparativo com a informação mais relevante para os países latino-americanos e sua relação com as principais economias mundiais. México, por exemplo, está no lugar 53, e a pesar do “bom” que poderia parecer “é um fato que o país acumula atrasos em igualdade de gênero, esperança de vida, alfabetização, escolarização e representação política das mulheres”, como o sinalou Magdy Martínez-Solimán, representante residente do Programa de Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) em México.

Alguns dados interessantes do informe são:

• Chile é o melhor colocado dos países latino-americanos no posto 44

• Argentina, Uruguai e Cuba são 49, 50 y 51 respectivamente

• México ganhou um lugar com respeito ao ano passado

• Venezuela é 58, Brasil 75, Colômbia 77 e Peru 78

• Depois de Índia e China, México é o principal receptor de remessas do mundo

• Os envios equivalem a 27 mil milhões de USD, 3% do PIB nacional

• Com a crise, o número de lares receptores há diminuído 15%

• Paquistão é o 2o maior receptor de mexicanos pese a ser considerado “estado falido”

• China é o país que mais cresceu no índice - 7 lugares! Ainda assim é o 92

• Jamaica é o que mais descendeu: 8 postos. É o 100

• Uma de cada sete pessoas no mundo é migrante

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