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sexta-feira, 2 de outubro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis


VII Conferencia Interamericana sobre RSE

El Banco Interamericano de Desarrollo (BID) impulsa la VII Conferencia Interamericana sobre RSE a celebrarse del 1 al 3 de diciembre en el hotel Conrad en Punta del Este, Uruguay. En esta oportunidad el lema del encuentro, tal vez el más importante de RSE en la región junto a la Conferencia Ethos, será "Afrontando los retos con responsabilidad" y tendrá como eje analizar la RSE en el contexto de la crisis internacional como como instrumento de desarrollo. La Conferencia está organizada por el BID, el FOMIN, la Presidencia de la República del Uruguay y la organización promotora de RSE Deres. Acceda desde aquí a laagenda actualizada e inscríbase en la Conferencia. Además, links a la cobertura realizada por ComunicaRSE en los últimos cinco encuentros.

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Bill Clinton: “Criar valor numa economia em crise”

A raiz de algumas manifestações recentes do mercado de valores parece que a confiança do consumidor está lentamente recuperando-se de seu ponto mais baixo em décadas. Porém fará falta muito mais que uns poucos dias bons em Wall Street para restaurar a fé do povo nas forças positivas do livre mercado e a globalização. Uma recente consulta de Harris Poll mostra que nove de cada 10 estadunidenses vê agora às corporações, de modo ruim.

Em tanto nos preparamos para a reunião anual da Clinton Global Initiative, que pos em marcha em 2005, estamos enfocados em ajudar às empresas a encontrar a maneira de criar valor para os acionistas e a sociedade. Ao fazer-lo, eles podem recuperar a confiança pública, essencial para o êxito em longo prazo do negócio. A crença de que as empresas devem escolher entre fazer o bem ou ser rentáveis é obsoleta; cada vez entendem mais que sua responsabilidade com os investidores significa ser responsáveis ante a sociedade e o meio ambiente no que operam. Hoje em dia, vários deles estão aproveitando seu core business para “fazer bem fazendo o bem”.

Inclusive nesta recessão econômica, as empresas estão em boa posição para ajudar às pessoas e as comunidades, e podem fazer dinheiro ou poupar-lo

se o fazem. Faço um chamado aos CEOs em todas as partes a adotar este conceito como próprio e a aplicar-lo em suas operações.

Assim como a tecnologia da informação explodiu na década dos 90’s, a tecnologia verde está chamada a ser o seguinte setor de maior crescimento. A energia renovável, a agricultura sustentável, o desenho ecológico, a eco-construção, a maior eficiência em iluminação e eletrônicos, as redes inteligentes e a limpeza de transporte, são todos mercados que prometem gerar emprego e benefícios a nível mundial. As empresas também estão convertendo-se em verdes mediante a produção e embalagem dos produtos que vendem, cada vez com menos materiais e com conteúdos reciclados, que conservam os recursos naturais, reduzem os custos de envio, e evitam as emissões de carbono.

Ao investir no crescimento das comunidades e o bem estar, a companhia outorga poder a seus clientes e cria uma marca mais forte, com maior lealdade. É o que pode resistir às crises econômicas, garantir maiores benefícios em longo prazo, e atrair mais investidores. Isto é especialmente certo nos mercados emergentes, onde o rápido crescimento está reduzindo a distância entre a antiga “caridade” e o investimento inteligente.

Multar Kent, presidente executivo da Coca-Cola, está ajudando a levar esta carga. Seu sistema de distribuição na África é um exemplo duma solução de negócio inovadora que benefícia tanto à empresa como aos empreendedores nos mercados desatendidos. O programa permite aos empresários independentes, incluindo um número crescente de mulheres, a criação de centros de distribuição em nome da empresa. Este modelo ajuda a Coca-Cola a assegurar mercados aos quais lhe é difícil chegar, em quanto que apoja a criação de emprego em ditas comunidades. Até o momento, Coca-Cola tem criado 2.500 empresas de distribuição independentes em toda África, proporcionando emprego direto a mais de 11.000 pessoas e gerando mais de $500 milhões em ingressos anuais.

Na África ocidental, Archer Daniels Midland se associou com produtores de cacau e cooperativas locais para proporcionar apoio e educação em áreas que vão desde a agronomia à gestão empresarial ou a prevenção do VIH/AIDS. Mais além de produzir benefícios consideráveis para os agricultores locais e suas comunidades - melhor saúde, maiores ingressos e a criação de emprego— a colaboração lhe assegura a ADM um subministro sustentável de grãos de cacau de alta qualidade a seus clientes no futuro. Nos Estados Unidos, onde ADM transporta milhões de toneladas de cultivos e produtos terminados através das vias navegáveis interiores, a companhia dedica parte de seus fundos a importantes esforços de limpeza de estas vias e alenta aos empregados a envolver-se diretamente como voluntários.

Estes são os tipos de medidas da Clinton Global Initiative, que reúne líderes políticos, empresários, filantropos e líderes de organizações não lucrativas de todo o mundo para adotar decisões sobre os problemas mais urgentes. Hoje em dia, ser um bom cidadão corporativo requer mais que um negócio tradicional já que demanda investimentos na sociedade e o meio ambiente. Pensar em curto prazo nos meteu na confusão financeira, e os investimentos em longo prazo que também beneficiem ao mundo, podem ajudar-nos a sair dela.

Os esforços que se façam a grande escala para resolver os grandes desafios mundiais, sem incluir ao setor privado, fracassarão. Somos todos acionistas do futuro de nossos filhos e o futuro de nosso planeta, e trabalhando juntos é como poderemos construir uma economia na que todos possam beneficiar-se dos mercados livres.

Harvard Business Review, September 2009, p. 70

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UE apresenta novo modelo de relações com América Latina

Ary Pantoja - 30/09/2009

A União Européia, UE, apresentou ontem sua proposta dum modelo diferente em suas relações com América Latina e Caribe pelos próximos cinco anos, definidas como “uma associação de atores globais”, e cujos objetivos giram em torno a “novas orientações e recomendações políticas” na solução de temas como o câmbio climático, a crise econômica e financeira, a seguridade energética e a migração.

“Ademais, propõe criar o Mecanismo de Investimento em América Latina, MIAL, que terá um efeito de alavanca para mobilizar recursos das instituições financeiras para financiar projetos de investimento em infra-estrutura energética, incluídos o rendimento energético e os sistemas de energias renováveis, o transporte, o meio ambiente e a coesão social”, declara num comunicado oficial a UE.

“Esta Comunicação (assim se denomina o modelo de relações) constitui um novo passo visível e tangível para a consolidação de nossa relação já bem assentada e florescente... Nesta ordem de coisas, o novo Mecanismo de Investimento propiciará novos investimentos, especialmente em infra-estruturas, o que permitirá criar novos empregos e fomentar o desenvolvimento econômico nesta região”, sinalou a comissária de Relações Exteriores e Política de Vizinhança da UE, Benita Ferrero-Waldner.

Eixos fundamentais

O modelo, denominado a Comunicação, compreende quatro eixos fundamentais. O primeiro é intensificar e centrar o diálogo bi-regional, e neste marco, intensificar o diálogo político nos âmbitos prioritários, tais como as questões macro-econômicas e financeiras, a seguridade e os direitos humanos, o emprego e os assuntos sociais; o meio ambiente, o cambio climático a energia; o ensino superior a tecnologia e a inovação.

Ademais, desenvolver e consolidar o mecanismo UE-ALC de coordenação e cooperação na luta contra as drogas e prosseguir o diálogo estruturado e global em curso sobre migração “duma maneira aberta e construtiva”, conforme a proposta global da UE sobre a migração.

O segundo eixo é consolidar a integração e a inter-conectividade regionais, dentro do qual se destaca “prosseguir as atuais negociações com América Central (Acordo de Associação) e os países andinos com o MERCOSUL; e apoiar os esforços de integração da região.

O terceiro eixo

Consolidar as relações bilaterais e ter mais em conta a diversidade é o terceiro eixo do novo modelo, no qual se destaca aproveitar plenamente as associações estratégicas existentes (Brasil e México), os Acordos de Associação existentes (Chile e México) e os Acordos de Cooperação bilaterais; assim como consolidar as relações bilaterais com países individuais para complementar o apoio da UE às agrupações regionais.

O quarto eixo contempla “adaptar e adequar os programas de cooperação com América Latina para gerar crescimento sustentável com baixas emissões de carbono, criar emprego, conseguir uma melhor distribuição dos ingressos e atenuar os efeitos da crise econômica e financeira.

Com isto a UE pretende continuar concentrando os recursos financeiros do Instrumento de Cooperação ao Desenvolvimento nos países mais pobres e nas necessidades dos grupos mais vulneráveis; melhorar a cooperação, especialmente nos âmbitos da coesão social e a integração regional, centrando-se em programas sobre as novas necessidades.

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Investimentos versus Gestão em câmbio climático

O Informe 2009 do Carbon Disclosure Project entregou o mais alto nível de detalhe à data sobre políticas de manejo de emissões de gases de efeito estufa de 3.000 empresas a cerca de 500 investidores interessados em incluir este critério em suas decisões de investimento.

Setembro de 2009. -A iniciativa global mais grande que enlaça cambio climático e mercado financeiro, o Carbon Disclosure Project (CDP), que reúne 475 investidores internacionais que administram fundos por más de US$ 55 trilhões, coleta dados de cerca de três mil companhias a nível mundial, mostra importantes avanços desde sua primeira emissão em 2003.

Por uma parte, a quantidade e qualidade da informação entregues pelas empresas têm aumentado notavelmente. Este ano o CDP recebeu o mais alto nível de detalhe à data sobre as emissões de gases de efeito estufa e as estratégias adotadas para mitigar e se adaptar ao cambio climático de 3.700 companhias, ao longo do globo.

E, por outra parte, os dados estão sendo cada vez mais integrados à análise financeira, o qual se reflete em que o número de investidores interessados em obter a informação tem aumentado quatorze vezes em sete anos. Ademais, instituições como o Global Reporting Initiative, a Corporação Financeira Internacional (IFC) do Banco Mundial e os questionários de admissão do Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) e do Índice de Sustentabilidade Empresarial de Bovespa (ISE), já estão utilizando este tipo de dados como um indicador.

Este ano, ademais de realizar um listado com as empresas com maior grau de abertura de sua informação (“disclosure”), o CDP realizou um ranking com as empresas do Global500 que atingiram o melhor desempenho em sua luta contra o cambio climático. Quem obteve as mais altas pontuações compartem o fato de atuar proativamente estabelecendo planos de redução de emissões com metas, programar soluções inovadoras para administrar os riscos associados ao cambio climático, manejar seus negócios com objetivo à mitigação e transparecer sua informação num relatório anual, entre outros.

Mais detalhes sobre os resultados em www.cdproject.net.

Da mostra total, 50 empresas são latino americanas

Sobre Carbon Disclosure Project

O CDP é uma organização independente sem fins lucrativos que maneja a maior base de dados a nível mundial sobre temas de cambio climático nas empresas, e que conta com o respaldo de 475 investidores com ativos de US$ 55 trilhões. Sua missão é facilitar o diálogo entre investidores e corporações, apoiada por informação de alta qualidade, da qual deverá emergir uma resposta racional aos câmbios climáticos.

Mais informação em www.cdproject.net

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