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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

ImportaRSE - Florianópolis

RSE – AUDIÊNCIAS INTERESSADAS (AI)

Germán FernándezBogotá, Colombia

Faz poucos anos alguém fez visíveis a uma série de personagem que incidem no desenvolvimento dos negócios: os stakeholders, ou audiências interessadas (AI). Interessadas em que? No que faz sua empresa ou entidade. E não são só os clientes e fornecedores.

Surgiram demandas desde os mercados sobre condutas das operações empresariais e começaram um desfile de consultores, vários com experiência no papel e não na prática, batendo a porta e fazendo apresentações show sobre os modelos de gestão na RSE e a iminente necessidade de implementação.
Também chegaram as perguntas: que vai amarrado ao plano de negócios; que se está constituído no Balanced Score Card como iniciativa estratégica; que se tem stakeholders engagement (envolver às AI); que se estão prontos para fazer um relatório GRI (Global Reporting Initiative).
Os tempos quando a Responsabilidade Empresarial era pagar impostos e gerar trabalho, se esfumaram. A entrega impessoal de doações e sair na foto passaram a história. Hoje é um dever ser RSE. A empresa é um agente mais da sociedade, um cidadão corporativo que deve acompanhar ao bem estar de sua comunidade.
Agora, se a gestão a reverte como beneficio próprio é válido, porque ao fim e ao cabo, se é uma atividade seria de beneficio real, alguém terá uma melhor qualidade de vida ou bem estar. Mas esse não é o único caminho. O altruísmo per si é tão válido como o anterior, por uma razão também de negócios.

Se há uma sociedade sadia, que cresce num meio ambiente saudável, que tem possibilidades de subsistência justa, haverá um mercado no qual essa mesma empresa, que hoje têm práticas de RSE, poderá fazer seus negócios em cinco, dez ou 100 anos.
Estamos celebrando o 25°aniversario da palavra “sustentabilidade” como conceito associado ao meio ambiente, mas esta se refere a entender que o mundo de hoje nos é emprestado pelas futuras gerações.
Logo de administrar o desenvolvimento de todos os modelos de RSE durante mais de duas décadas, se pode dizer que a decisão sobre como aplicar um plano deste tipo, tem que ver com o compromisso sincero, mensurável e comunicável, que têm o empresário, dono e gestor com as comunidades e com as AI com as quais interatua.

CONSTELAÇÕES FAMILIARES

A Ordem do Amor - Bert Hellinger

Este conjunto de leis naturais, familiares, sociais e espirituais que regem o funcionamento dos núcleos humanos é o que Bert Hellinger chama as Ordens do Amor. A transgressão das Ordens do Amor nas interações humanas será a origem dos conflitos e as discordâncias internas que podem chegar a manifestarem-se como patologias individuais, familiares, grupais ou sociais.

Mais: http://cristinallaguno.blogspot.com/

"Ordens da ajuda” – Bert Hellinger

Reflexões extraídas do livro “A paz se inicia na alma“, editorial Herder, de Bert Hellinger.

“Recolham-se e centrem-se, preparem-se para receber algo novo. Quero dizer algo sobre a desordem mental. Como surge? Por que é que uma pessoa realmente recorre à psicoterapia? Usualmente é porque a pessoa está afastada dos outros. Tão pronto alguém se afasta de seus pais ou dum pai, se perde a energia e a força. A pessoa começa a experimentar os sintomas.

A resolução é na realidade muito singela. Há que restabelecer a conexão quebrada. Como? Que qualidades permitem que o ajudante tenha sucesso? “Primeiro, o ajudante deve estar conectado com seus pais ou seus ancestrais ou com seu destino particular, com sua própria culpabilidade ou com sua morte.”

"Não é o mundo que precisa de paz; são as pessoas.

Quando as pessoas de todo o mundo estiverem em paz com

o interior de si mesmas, então o mundo terá PAZ"

Prem Rawat

A paz significa que se une o que antes estava em oposição. Reconhece-se mutuamente o que antes se havia excluído, o que antes se combateu, feriu, fez a guerra e incluso quis destruir-se, agora deplora as vítimas de ambos os bandos e o dor que mutuamente se infligiram. Que é o que faz a paz? Aqueles que se colocaram por cima de outros e os consideraram de menor valia ou como inimigos, agora podem reconhecer-los como iguais. Valorizam mutuamente o que cada um tem de especial, uns e outros tomam e recebem. A paz entre eles amplia seus limites pessoais, permite a diversidade e o próprio de cada um e facilita o atuar em conjunto. Esta paz começa na alma de cada um. O que antes havíamos rejeitado, marginado e deplorado, agora pode tomar seu lugar; um reconhece seu significado, suas conseqüências e sua contribuição à nosso crescimento e incluso o ama. Isto significa que nos despedimos do ideal da inocência que não pede nem exige que prefira sofrer em lugar de atuar, que prefira ficar criança em lugar de crescer. Esta paz tem sua continuidade na família. Muitas famílias desejam permanecer inocentes, cuidam a sua aparência e escondem, marginam e eliminam todo o que possa afetar sua imagem de inocência. Desta forma se fazem culpados para quedar inocentes. Expulsam a alguns membros da família, se envergonham deles e reprimem sua lembrança porque seu destino trágico lhes dá medo e porque sua lembrança lhes doe. Assim é como esta família se atrofia e se isola. A paz nas famílias não é nada fácil e de alguma maneira é incomoda. Quem deseja a paz e serve à paz está disposta a carregar o difícil, o doloroso, a culpa. A paz da um lugar na alma a todos os membros da família. Inclusive se não são como os outros desejam ou como quiseram que fossem. A paz enfrenta o reto e o conflito que ao final resulta em que se reconhecem como iguais e se ama aos demais e a humanidade. Como podemos promover a paz também em outras áreas? Quiçá ao principio somente em círculos pequenos, entre vizinhos ou no lugar de trabalho, mais adiante também em lugares onde temos maior responsabilidade, numa organização ou bem na política. Num grupo somente podemos promover a paz se respeitamos por um lado a dignidade de todos os participantes, como também, por outro lado, o que têm de especial, o que são e o que fazem, o que contribuíram ao todo. Isto requer que respeitemos também sua culpa e não lhes quitemos a responsabilidade pelas conseqüências de sua culpa. Isto á também parte de sua dignidade. Não é que a paz evite conflitos. Porque no conflito, os participantes demonstram o que é importante para eles e onde se sentem ameaçados. No conflito eles fazem valer o próprio até que tem que admitir onde e em que medida os demais lhes põem limites. Só então será possível que exista equilíbrio e intercambio entre eles. Isto permite que cada um cresça e se enriqueça através do especial que tem o outro. Em tal sentido, o conflito é uma condição para a paz, e a prepara. A paz nunca é completa. A paz perpetua como muitos a sonham seria a absoluta paralisação. Sem embargo, com a paz culmina algo, o que antes tem esgotado às forças em conflito, agora retrocede cheio de paz. Mas temos que permitir que o conflito retroceda; de outro modo depois de solucionado se reativa. E que é o que reativa o conflito novamente?

A lembrança! Por tal motivo, o que passou há que deixar-lo que passe. São especialmente os grupos os que põem em perigo a paz. Se não vemos o outro como pessoa individual, se nos percebemos predominantemente como parte de nosso grupo, e a outra pessoa também a percebemos como parte de seu grupo, nos quedamos cegos frente a quem é individuo. Como parte dum grupo muito facilmente nos afastamos de nós mesmos, como se quedáramos sem sentido, e assim nos dissolvemos no coletivo. Como pode lograr-se a paz entre grupos? Já que os indivíduos são em grande medida impotentes ante as forças coletivas, ainda se conservam sua lucidez, que possibilidades tem? Devem esperar o momento adequado até que a destruição se esgote. Mas podem preparar o caminho à paz num círculo pequeno. Isto, entanto, requer que eles agüentem o conflito, incluso que admitam o conflito como algo inevitável. A maioria das vezes estes conflitos datam de muito tempo atrás, mas seguem atuando nas almas dos descendentes. Nas constelações familiares através dos representantes se logra confrontar aqueles que originalmente participaram no inicio do problema. Ambas as partes se miram nos olhos quiçá pela primeira vez, se olham como seres humanos iguais entre si, com os mesmos direitos e a mesma dignidade, compreendem o que cometeram contra os demais e o que outros têm sofrido por sua causa; juntos começam a chorar pelo perdido, se reconciliam e encontram paz. É então que os descendentes podem também reconciliar-se, podem honrar as vítimas e reparar na sua memória a injustiça anterior se ainda é possível reparar-la. Então podem deixar atrás o passado e obrar de maneira construtiva no presente. Nas constelações familiares, a obra da reconciliação começa na alma individual e na família. Se aí é possível a reconciliação esta pode expandir-se a grupos maiores. Por isso nas constelações familiares permanecemos humildes e conscientes de nossos limites. A Paz profunda e duradoura se subtrai da intenção. Onde a paz se logra a recebemos como um presente.

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