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domingo, 30 de agosto de 2009

RSE - O RELATÓRIO


A memória de RSE como Ferramenta de Gestão

Estratégia RSE.- Uma das chaves na gestão responsável do negócio, é lograr um forte vínculo com os grupos de interesse da organização, principalmente através do diálogo e a comunicação transparente com cada um deles. O relatório de RSE é uma ferramenta vital para cumprir com este objetivo porque permite armar e monitorar uma estratégia e plano de ação de RSE, abrir um canal de diálogo com os grupos de interesse, e sistematizar a rendição de contas sobre o desempenho sustentável da empresa.

Cada vez mais, as empresas a nível mundial utilizam os relatórios anuais para comunicar massivamente como desenvolvem suas ações de maneira responsável com cada um de seus públicos. Até junho de 2009, 5.409 companhias ao redor do mundo renderam contas a seus grupos de interesse através desta ferramenta, a qual registra um constante crescimento.

Neste ano se publicaram aproximadamente 3.100 relatórios, quando faz só dois anos, em 2007, o total foi 2.900. Se compararmos estes dados com 1998, quando haviam publicado 500 relatórios, e indo mais atrás, no ano 1992 com 27 relatórios em tudo o mundo, se vê claramente que a tendência vai a aumento.

Além dos dados numéricos, o que foi cambiando durante estes anos foi a concepção deste documento e sua importância dentro da gestão responsável nas organizações. Da mão de processos de elaboração de relatórios mais sofisticados, e da criação de lineamentos e guias internacionais para sua realização; as empresas passaram de tomar aos relatórios de RSE como um canal de comunicação a mais, a considerar-los uma ferramenta de gestão para a melhoria continua em prol de um negócio sustentável.

Agora bem, como é o processo de elaboração dum relatório de RSE percebido como uma ferramenta de gestão e não como um instrumento de comunicação?

Em primeiro lugar, é fundamental que se envolva toda a empresa na elaboração deste documento. Já não se trata somente de uma tarefa a cargo dos responsáveis da comunicação e imagem da empresa, senão que requer do trabalho de todas as áreas que se relacionam com os diferentes grupos de interesse. Este compromisso de parte de toda a organização deve iniciar-se nos altos mandos – a Diretoria da empresa, o Conselho de Direção ou qualquer órgão similar – de maneira que os resultados obtidos sejam considerados dentro das decisões estratégicas da empresa.

Em segundo lugar, devem identificar quem serão os leitores deste relatório, é dizer, os grupos de interesse da empresa que estarão refletidos no documento. Para isso, se realiza um mapeio destes públicos chave no qual a empresa enumera os grupos de interesse, seu grau de engajamento e a forma com a qual se relaciona com eles. Assim se obtém uma idéia clara de quem serão os destinatários principais do relatório.

Outro ponto importante é decidir que informação se quer comunicar. Antes de começar a relevar a informação para o relatório, a empresa deve perguntar-se que é o que quer dizer a seus grupos de interesse e que querem eles escutar. Nesta etapa, se realiza uma análise da relevância dos conteúdos e interesses a comunicar para lograr um equilíbrio entre ambos . Para este passo, existem várias metodologias, guias e lineamentos internacionais que ajudam às empresas a realizar este estudo. Por exemplo, a realização duma análise de relevância de conteúdos segundo o “Princípio de Materialidade” da Guia G3 de a Iniciativa de Reporte Global (GRI – por suas siglas em inglês) ou a realização de diálogos com os grupos de interesse seguindo o Padrão AA1000 do Instituto Accountability.

Uma vez decidida a informação à comunicar, se procede as etapas de coleta da informação, redação, edição, desenho e publicação do reporte.

A chave é brindar dados que sejam de interesse para os leitores, e que reflitam o impacto positivo e negativo - no âmbito econômico, social e ambiental - que a empresa gera.

É importante também que ao longo da elaboração do relatório, a empresa possa detectar as oportunidades de melhoria na gestão de RSE. Isto se logra assumindo este processo como uma ferramenta através da qual a empresa realiza uma auto-avaliação do estado de sua estratégia de RSE e das ações que desempenha em prol da sustentabilidade. A sua vez, em função à quantidade e qualidade de informação coletada, pode fazer um balanço, sobre quão sistematizado têm os processos internos, qual é o equilíbrio entre as ações que realiza com cada um de seus públicos e onde terá que por maior esforço nos próximos períodos. Em alguns casos mais avançados, as empresas se propõem desafios a futuro e os publicam, mostrando o compromisso com a RSE e seus grupos de interesse.

Desta forma, através do relatório, a empresa arma uma estratégia de RSE e um caminho de ação para sua implementação, com indicadores medíveis e sistematizados, gerando um forte compromisso com seus grupos de interesse, através da rendiçã0 de contas com metas claras e concretas para benefício mútuo.

Autora: María Eugenia Bellazzi


Decálogo para cambiar o mundo

1. Erradicar a fome, ante-sala da morte.

2. Re-valorizar a educação e investir nela.

3. Criar fontes de emprego e de geração de rendas familiares.

4. Respeitar os recursos naturais dos países em desenvolvimento.

5. Fortalecer o papel dos Estados.

6. Estabelecer prioridades para o destino dos recursos financeiros.

7. Autocrítica de todos os que trabalham pelo desenvolvimento.

8. Direito dos países pobres à uma maior participação na tomada de decisões nos organismos internacionais.

9. Forte reforma das regras do jogo do sistema financeiro e econômico internacional.

10. Mobilizar a sociedade civil para exigir o cumprimento dos objetivos do Milênio.

RSE e CO2


Relatório CDP: "O abismo do Carbono"

CDP = Carbon Disclosure Project – Projeto de Divulgação de Carbono

As maiores empresas do mundo necessitam duplicar o ritmo das reduções das emissões de CO2 para evitar as graves conseqüências do cambio climático. A maioria das empresas tem fixado seus objetivos de redução só até 2012, o que indica uma necessidade de liderança por parte dos governos.

Em quanto aos atuais objetivos de redução, as maiores empresas do mundo estão na senda de alcançar o nível cientificamente recomendado de emissões para 2089: 39 anos (desde 2050) é demasiado tarde, si se deseja evitar as nefastas conseqüências do cambio climático, segundo revela o informe de investigação ‘The Carbon Chasm– O abismo do carbono – que hoje sacou a luz Carbon Disclosure Project (CDP)

Este informe mostra que as empresas do Global 100 está atualmente atingindo uma redução de tão só 1.9% de CO2 por ano, o qual se encontra por baixo do 3.9% necessário para recortar as emissões nas economias desenvolvidas num 80% para 2050. Segundo o Painel Intergovernamental pelo Cambio Climático (IPCC), as economias desenvolvidas devem reduzir as emissões entre uns 80 – 95 % para o ano 2050, com o objeto de evitar os perigos do cambio climático.

O informe de investigação ‘The Carbon Chasm’ ( O abismo do carbono) que tem levado a cabo Carbon Disclosure Project, e apoiado por BT, se baseia em informação de dados do CDP de 2008, e analisa como as 100 maiores empresas do mundo estabelecem atualmente os objetivos de redução das emissões de CO2 e de que maneira estas são suficientes ou não para combater a longo prazo o cambio climático.

Dos objetivos de redução estabelecidos com fecha limite, a maioria (84%) os há fixado para o ano 2012 inclusive, o que coincide com o último ano do Protocolo de Kyoto (*) e sugere que as empresas esperam escutar as conclusões da Conferência das Nações Unidas sobre o Cambio Climático em Copenhague este dezembro (COP-15), antes de estabelecer novas metas de redução a mais longo prazo.

(*) Nota do Tradutor: É importante destacar que as metas do Protocolo de Kyoto não foram cumpridas.

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