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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

TÉRMINOS


SAN

Una Storage Area Network (SAN - Red de Almacenamiento) es una red o subred de alta velocidad y de propósito específico que conecta varios tipos de dispositivos de almacenamiento con servidores de datos asociados para el beneficio de una red mayor de usuarios. Por lo general, una SAN es parte de una red completa de recursos de computo para una empresa. Una SAN normalmente está conectada muy cerca de otros recursos de cómputo como servidores y/o mainframes, pero también se pueden extender para ocupar ubicaciones remotas en funciones de respaldo y archivo, usando tecnologías de área ancha como ATM o redes ópticas sincrónicas.

Es más fácil administrar los datos que están en un solo sitio. Adicionalmente, algunos sistemas de almacenamiento pueden copiar datos para pruebas, copias de respaldo de rutina, y transferir información entre bases de datos sin cargar los servidores que atienden. Se prevé un retorno de las "casas de cristal" no para centralizar los procesos sino para mantener la información administrable y segura.

Un término comúnmente confundido es el NAS (Network Attached Storage - Almacenamiento conectado a la red). El NAS es un sistema de discos que se conecta a la red como cualquier otro dispositivo y se le asigna una dirección IP como un miembro más de la red. La mayor diferencia entre el SAN y el NAS es que el primero está conectado a los servidores mediante redes de altísima velocidad (canales). y los segundos están conectados a la red local, donde su desempeño depende de la velocidad de la misma.

LIDERANÇA


"As pessoas perguntam qual é a diferença entre um líder e um chefe. O líder trabalha a descoberto, o chefe trabalha encapotado. O líder lidera, o chefe guia.”

[Franklin Roosevelt]

"Os gerentes jogam o jogo, enquanto os lideres mudam o jogo"[Carly Fiorina]

TRANSHUMANISMO


Uma Nova Espécie Humana
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"A Humanidade olha para mim como um magnífico começo, mas não a palavra final." — Freeman Dyson
O conhecimento científico evolui segundo um padrão exponencial. Isto leva a que os benefícios que as tecnologias do futuro trarão à espécie humana sejam incomparáveis aos benefícios tecnológicos a que estamos habituados obter da Ciência. Desta vez, o que nós temos a ganhar — ou perder, as duas hipóteses são possíveis — é muito mais do que uns anos de vida ou um pequeno conforto no nosso dia-a-dia. Nós (pessoas do presente) temos o poder de evoluir a nossa espécie para outra melhor.
Os últimos avanços da engenharia genética já permitem modificar os genes das pessoas antes mesmo destas nascerem e para o resto da vida. Este processo, designado "terapia genética em tecido germinal", é ainda bastante ineficiente e está, felizmente, proibido por lei na grande parte dos países ocidentais1. Infelizmente, a investigação científica também está proibida. As potencialidades desta tecnologia esta sendo desprezadas em favor de velhos medos e superstições. Graças a esta tecnologia, é possível tornar as gerações futuras imunes a doenças como a SIDA e a malária; livres de doenças genéticas como mongolismo, asma e hemofilia; menos susceptíveis de desenvolver cancro, etc. (este documento ultrapassaria largamente os 12 Megabytes a que tenho direito para colocar as minhas páginas caso fosse enumerar todas as vantagens da manipulação dos nossos genes). No fundo, teríamos uma espécie humana geneticamente pura. Não se pense que passaríamos a ser uma coleção de Bradd Pitts e Claudia Schiffers com o cérebro do Einstein! O que aconteceria era um "limar de arestas". Os extremos mais repugnantes seriam eliminados, mas a diversidade permaneceria inalterável. Estou certo de que qualquer pessoa é capaz de enumerar centenas de pessoas lindíssimas. Quanto à inteligência, sermos todos mais inteligentes não é uma coisa necessariamente má (excetuado talvez para as religiões, . . . essa é uma estória que fica para outra altura). Mais uma vez, o que aconteceria seria um "limar de extremos". Neste caso, as pessoas menos inteligentes desapareceriam. Continuaria a haver pessoas mais inteligentes do que outras. Mais importante ainda é que continuaria a haver pessoas com diferentes especialidades, personalidades e qualidades profissionais.
A eliminação de doenças atualmente existentes e considerações estéticas são apenas o começo. Uma nova espécie humana terá de ter novas capacidades inexistentes na espécie atual. A nossa inteligência será aumentada, poderemos controlar muito mais eficazmente a dor, controlaremos profundamente as nossas emoções e sensações — as possibilidades sexuais são inimagináveis —, desenvolveremos as nossas capacidades físicas, controlaremos a agressividade a um nível genético, etc. Existe quem proponha a idéia de adicionar um cromossoma à nossa coleção atual de 46 para podermos incorporar todas as mudanças que desejamos. Nessa altura as pessoas com 47 cromossomas seriam de outra espécie.
A genética é uma das tecnologias que nos permitirão evoluir, mas existem outras. A nanotecnologia (nano significa muito pequeno, pois 1 nano=10-9 m) é uma das tecnologias com maior potencial. Trata-se de engenharia molecular, manipulação atômica e molecular de modo a se criarem aparelhos com precisão atômica. O melhor exemplo de nanotecnologia em ação não foi criado por nós, tratam-se das células dos nossos e outros organismos. As nossas células possuem um enorme conjunto de enzimas para regular relações químicas, manipulam moléculas nos seus organelos a um nível atômico e com uma precisão que nós ainda não compreendemos. O argumento é: se a evolução conseguiu criar nano máquinas de tal precisão e eficácia, porque é que nós não havemos de criar as nossas próprias nano máquinas e utilizá-las em proveito próprio? Estamos ainda a algumas décadas de distância da capacidade em engenharia molecular das nossas células, mas já se fazem esforços sérios no sentido de tornar realidade a "manipulação da matéria a um nível molecular". As conseqüências de tal tecnologia ultrapassam a imaginação. Em termos informáticos passaríamos a ter nano computadores e abria-se caminho para andróides e verdadeira inteligência e vida artificial; poderíamos incluir pequenos robôs — nanobots — no nosso corpo e células para combater doenças e melhorar as nossas capacidades. Dominaríamos completamente a Natureza; atualmente já a dominamos a nível macroscópico, passaríamos a dominá-la a nível microscópico também. Erradicaríamos grande parte — se não todas — das doenças que nos afetam e podíamos nos dedicar à conquista e colonização do espaço — cujos primeiros viajantes seriam nano máquinas autônomas e capazes de se reproduzirem.
Mesmo sem a nanotecnologia, existem duas áreas que poderão progredir: cosmologia e cibernética. Os nossos sentidos são muito limitados, era capaz de ser interessante ver o espectro de luz em outros comprimentos de onda que não o visível e ouvir freqüências não audíveis de momento. Acoplando máquinas artificiais isto será possível, assim como muitas outras tarefas. O futuro da estratégia militar passa por uma fusão entre organismo biológico e organismo robótico (as aplicações militares de quase todas estas tecnologias são enormes, mas tenho evitado falar nisso, pois se nós já podemos matar a todos, muito pior é difícil). Um dos objetivos finais dos transhumanistas é a conquista do Universo — a gente não faz a coisa por menos! Colonizar outros planetas e pesquisar o Cosmos é um sonho antigo que também faz parte do transhumanismo. Quantos segredos não existirão neste vasto — talvez infinito — Universo. Outras espécies, outros mundos, outras culturas, outras experiências nos aguardam...
Estas idéias são muito assustadoras para muitas pessoas. Desigualdades sociais levam à idéia de que os ricos vão passar a ser ainda2 mais inteligentes e evoluídos, aumentando ainda mais essas injustiças sociais. A Igreja afirma que vão contra Deus, ambientalistas são contra um ainda maior controle do Homem sobre a Natureza, comissões de ética são contra, etc. Realmente existem muitas pessoas contra o transhumanismo. Mas como Bertrand Russell afirmou: "Se 50 milhões de pessoas disserem uma coisa idiota, continua a ser uma coisa idiota." É claro que existem alguns perigos inerentes a estas — e outras — tecnologias, mas não será melhor desenvolver e estudá-las do que fugir, ignorar e fechar os olhos. Quanto mais não seja porque se nós ignorarmos estas tecnologias, outros não hão-de cometer o mesmo erro e poderão usá-las de forma pouco agradável para nós. É claro que o desejo, comum a todos os transhumanistas, de obter um desenvolvimento individual não é universal. Conseqüentemente, não existe um único transhumanista que pretenda obrigar alguém a se tornar pós-humano. Trata-se de auto-evolução, cada um pode evoluir como e quando quiser. Aqueles que não pretenderem evoluir continuarão a pertencer à espécie humana enquanto que os outros pertencerão às espécies; Homo sapiens sapiens sapiens ou Homo sapiens sapiens cyber, etc.
1 — Existe quem argumente que as diretivas da CE podem ser ultrapassadas. No entanto, é altamente improvável que algum governo ou empresa financie qualquer projeto de investigação na área enquanto a polêmica em torno se mantiver. Isto apesar do considerável apoio da comunidade científica à pesquisa desta tecnologia — entre os notáveis destaca-se, por exemplo, o Dr. James Watson, prêmio Nobel pela descoberta do DNA e também ele um transhumanista.
2 — Apesar da enorme polêmica do assunto e de não fazer parte do transhumanismo, eu penso, com base em estudos científicos e sem nenhum preconceito, que realmente existe uma relação entre a classe social e o desenvolvimento intelectual. Se essa discrepância é genética ou puramente fruto do ambiente em que pessoas de diferentes classes sociais vivem, não o vou discutir aqui. É, no entanto um fato indesmentível que as pessoas de classes sociais superiores são em média — há certamente muitas exceções — mais inteligentes do que pessoas de classes sociais mais baixas.
Sugestões, idéias e todo o tipo de críticas são bem-vindos. Por favor contacte-me.
Obrigado pela sua visita...
João Pedro de Magalhães.
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